Edição_52 > Janeiro de 2011
Ouvindo os mortos
Numa madrugada de trabalho, duas médicas-legistas contam por que gostam do que fazem.
O preço da felicidade, o custo da desgraça
A história do país que, em apenas 15 anos, foi da pobreza à prosperidade e de volta à pobreza
Gurizinho vira ídolo
A construção de Luan Santana, o maior vendedor de CDs do país
Quieto apocalipse
Iñárritu segue contando histórias sobre as misérias do homem no mundo.
O taxista carioca
Armando Japiassú dirige com o cotovelo para fora e sempre diz que o ar acabou de pifar
Movidos a vapor
A juventude que teima em viver no século retrasado.
E o chiquê, que fim levou?
O Jockey Club do Rio já viu dias melhores.
Em defesa dos adjetivos
O mundo sem eles é triste como um hospital no domingo.
Deus não faz matemática vagabunda
Um matemático fala do derradeiro mistério do universo
E por falar em aceleração...
Uma fuga de traficantes pelo esgoto.
Posteridade!
Formandos com paisagem ao fundo.
Michael Dahlgren, pegador de bolinhas
Depois que Sharapova se foi, nada mais fez sentido.
O classificador indicativo
Como se faz a classificação etária dos filmes brasileiros.
Um monge do barulho
Sábio hindu ergue a voz interior e cala paulistanos por 15 minutos
De harpas e bagagens
Ufa! Violoncelos, contrabaixos, harpas, celesta, fagotes, trombones e 121 pessoas numa turnê por onze cidades de seis países.
A arte de rir de qualquer desgraça
Mario Monicelli se foi. Nem Brancaleone, sua criatura, teria se despedido da vida com tanto vigor.















