Edição_12 > Setembro de 2007
Em busca do cadáver
Uma perícia na perícia policial do Rio mostra que ela não serve para quase nada
Jogo dos sete erros
Os conflitos arquitetônicos na construção de um marco do modernismo, o MAM carioca
O monstro desconhecido
O triste fim de carreira do Príncipe Valente
A lenda do Cabeça de Cuia
O povo que não acredita em história de pescador. De vaqueiro e cachaceiro, de poeta cantador.
Assim na terra como no céu
Adeus Waldir Pires, o ministro que sorria como o gato de Alice no país das maravilhas
Bastilha!
Uma esquina solidária
Bouillabaisse olímpica
Asmáticos do mundo inteiro, uni-vos longe de Pequim
Cadeiras rangem, aplausos cicatrizam...
Por fidelidade a Bibi Ferreira não pude me render a Audrey Hepburn
Cantoria compulsória
Quer homenagear a sua rua/bairro/cidade? Eustachio!
Cartuns
Clandestino
A vida de um brasileiro na Cisjordânia
Côncavo e convexo
Um problema lendário da matemática e a batalha sobre quem o solucionou
Detrás das dunas do Estadão
A luta interna para modernizar um jornal imerso em tradição centenária, dívidas mili
Encontro Anual de Astrologia
Chantecler esteve num congresso de astrologia, conta as novidades da ciência zodiacal e é demitido sumariamente
Entre ratos
Iván Izquierdo, o neurocientista brasileiro que há 40 anos estuda a memória
Maripá, sempre à frente
O que fazer numa cidade de crime-zero e quarenta orquídeas por morador? Fechar a única delegacia do lugar<
Não é au-au
Os prazeres pouco ortodoxos de um cãozinho
O indignado anônimo
Um viciado na queixa inflamada recorrerá à AIA, a Associação dos Indignados Anônimos
O morto e o vivo
"Sim, filho, efetivamente sou eu. Eu sou Mario Terán e eu matei Che Guevara"
O pintor de almas
Seu retrato em tinta, chocolate ou vinho
Onze da noite é hora dos solitários
O cotidiano do balconista da seção de frios num supermercado de bacana
Prada, cappuccino e xau-xau
A Daslu do Nordeste abre os braços para o povo
Realidade, ficção e capuccino
O senhor tem um personagem com o mesmo nome da minha família
Três situações
Quando nada mais dá certo, uma corda de barco pode ser a solução
Um outro crime
Numa manhã de 1974, um rapaz de vinte e poucos anos cometeu o crime com o qual sonhara desde os dezoito. Local: as torres do World Trade Center.
Zezão sai do esgoto
"É nos lugares nojentos









