Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 98
  • Edição 97
  • Edição 96
  • Edição 95
  • Edição 94
  • Edição 93
  • Edição 92
  • Edição 91
  • Edição 90
  • Edição 89
  • Edição 88
  • Edição 87
  • Edição 86
  • Edição 85
  • Edição 84
  • Edição 83
  • Edição 82
  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1
  • Edição 0


questões musicais

  • Versão brasileira - parte 2

    Na infância do rock brasileiro, as versões quase que viram monopólio no mercado musical tupiniquim. Craques como Erasmo Carlos, Getúlio Côrtes e Fernando César (autor da versão de Marcianita, um dos maiores arrasa-quarteirões da jovem guarda), mas sobretudo Rossini Pinto e Fred Jorge, dominaram a cena entre o final dos anos 50 e os 70. O primeiro fez ousadas versões do francês, do italiano, do espanhol e do inglês, e de autores como Lennon e McCartney e Nino Rota, entre tantos – são dele Ternura, Fale Baixinho, Mar de Rosas, Domingo Feliz e mais um balaio de sucessos inquestionáveis –, e o segundo, versionista de Neil Sedaka e Paul Anka, é dono de hits como Banho de Lua, Estúpido Cupido, Oh Carol e Diana. Brancato Jr., na época empresário da banda Os Incríveis, acertou na mosca ao escrever a versão em português para a canção italiana C’era um ragazzoche come me amava i Beatles i Rolling Stones, de M. Luzini e F. Migliacci. — Leia o post completo.


  • Versão brasileira

    Quero falar de grandes versões, e de alguns casos em que a versão se iguala ou até mesmo supera o original – sim, são raros os casos, mas que há, há. Versões como as maravilhosas Luzes da Ribalta e Sorri, feitas pelo gênio Braguinha, vulgo João de Barro, para as clássicas Limelight e Smile, do multiartista (e exímio compositor) Charles Chaplin. — Leia o post completo.


  • Futebol e música 2

    Futebol e música 2

    Mais trovadores cantaram a nossa “pátria de chuteiras”. Luiz Ayrão (“dá-lhe, dá-lhe bola, meu canarinho vai deixar a gaiola”) e Moraes Moreira (“tá lá, tá lá, tá lá, tá no filó, tá na filosofia, quem sabe sabe o craque brasileiro tem sabedoria) compuseram hinos de incentivo à Seleção Brasileira de 82. Antes, bem antes, o Trio Esperança havia gravado a curiosa Replay (“é gol, que felicidade... o meu time é a alegria da cidade”) – refrão que se tornaria prefixo de vários programas esportivos de rádio. — Leia o post completo.


  • Futebol e música

    O Brasil é o país do futebol, dizem entendidos e comerciais de cerveja. E da música também. E de mil mazelas que nos assombram desde o começo dos tempos. Mas vamos nos concentrar nos dois assuntos iniciais, afinal, como diz a velha canção, “são coisas nossas”, muito nossas.

    Sempre achei curioso que, no “país do futebol”, haja tão poucas canções que falem no tema. Digo “poucas” em proporção à importância do assunto, afinal não são tão poucas assim. Só Jorge Benjor, ex-Jorge Ben, que chegou a jogar na base do Flamengo na adolescência, é responsável por mais da metade desse repertório – Fio Maravilha, Umbabarauma, Zagueiro, Camisa 10 da Gávea e Eu Vou lhe Avisar são algumas de suas canções/alusões ao ludopédio. — Leia o post completo.


  • Mulheres autoras

    Mulheres autoras

    Foi Chiquinha Gonzaga quem puxou o abre-alas da linhagem de mulheres compositoras, no já longínquo século 19. Um hiato de pelo menos meio século a separaria de Dolores Duran e Maysa, compositoras maiúsculas surgidas na década de 50 do século passado (não me recordo de outro nome de relevância neste período, a não ser a minha conterrânea Dilu Melo, que, apesar de talentosa e dona de clássicos como Fiz a Cama na Varanda e Maravia, nunca teve o mesmo reconhecimento das primeiras). — Leia o post completo.


  • O marketing dos movimentos

    O marketing dos movimentos

    Há muito de cálculo e desejo de ocupação de espaços em todo e qualquer movimento, seja a Semana de Arte Moderna, a Nouvelle Vague, o Tropicalismo, o Dogma ou o Mangue Beat. Ingênuo aquele que pensar que o desejo de “ruptura” embutido em todo movimento é o único combustível dos indivíduos que se agrupam em nome da criação de novos parâmetros estéticos (e comerciais). — Leia o post completo.


  • O gênero brega

    O gênero brega

    Na linha de frente deste “gênero”, pode-se colocar nomes como Carlos Alexandre (dos megahits Feiticeira e A Ciganinha); o genial Genival Santos, que tem entre seus sucessos a divertida Flagra; Carlos André (“eu hoje quebro esta mesa, se meu amor não chegar...”); José Ribeiro (“tens a beleza da rosa, uma das flores mais formosas...”); Maurício Reis, autoproclamado “o poeta do cravo branco”, dono do clássico Verônica; e mais Balthazar, Evaldo Freire, Adelino Nascimento, Bartô Galeno, etc (a lista é sem fim). — Leia o post completo.


  • As canções envelhecem?

    As canções envelhecem?

    Quero falar de uma categoria de canção específica: aquela que parece datada ou morta mas que, quando você a ouve num novo contexto ou revitalizada por um intérprete muito capaz, ganha novo frescor. É o caso de "Disparada", de Geraldo Vandré e Theo de Barros — Leia o post completo.


  • 1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    “Mil, novecentos e setenta e três / tanto tempo faz que ele morreu / o mundo se modificou / mas ninguém jamais o esqueceu...”. Estes versos de uma antiga canção, lidos hoje, podem fazem crer que se trata de uma ode ao fantástico ano de 1973, um ano inesquecível para a discografia brazuca. Mas não, a composição de Claudio Fontana, sucesso na voz de Antonio Marcos, era de cunho religioso e fazia alusão a Cristo, “O Homem de Nazaré”. — Leia o post completo.


  • Big Star

    Big Star

    Pouco tempo atrás, seguindo a linha do sucesso de Searching for Sugar Man, filme sobre Rodriguez , que até ganhou o Oscar, saiu um longa sobre a estranha trajetória do Big Star, uma das maiores bandas menos reconhecidas de todos os tempos. Quem é fã do Big Star encara eles quase como os Beatles. Os fãs são obsessivos. Assisti ao documentário há pouco tempo e foi ótimo ver um pouco de material em vídeo dessa banda que eu adoro e sabia tão pouco. — Leia o post completo.




Visite a página da revista piauí no Orkut