Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 1000
  • Edição 95
  • Edição 94
  • Edição 93
  • Edição 92
  • Edição 91
  • Edição 90
  • Edição 89
  • Edição 88
  • Edição 87
  • Edição 86
  • Edição 85
  • Edição 84
  • Edição 83
  • Edição 82
  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões musicais

  • As canções envelhecem?

    As canções envelhecem?

    Quero falar de uma categoria de canção específica: aquela que parece datada ou morta mas que, quando você a ouve num novo contexto ou revitalizada por um intérprete muito capaz, ganha novo frescor. É o caso de "Disparada", de Geraldo Vandré e Theo de Barros — Leia o post completo.


  • 1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    “Mil, novecentos e setenta e três / tanto tempo faz que ele morreu / o mundo se modificou / mas ninguém jamais o esqueceu...”. Estes versos de uma antiga canção, lidos hoje, podem fazem crer que se trata de uma ode ao fantástico ano de 1973, um ano inesquecível para a discografia brazuca. Mas não, a composição de Claudio Fontana, sucesso na voz de Antonio Marcos, era de cunho religioso e fazia alusão a Cristo, “O Homem de Nazaré”. — Leia o post completo.


  • Big Star

    Big Star

    Pouco tempo atrás, seguindo a linha do sucesso de Searching for Sugar Man, filme sobre Rodriguez , que até ganhou o Oscar, saiu um longa sobre a estranha trajetória do Big Star, uma das maiores bandas menos reconhecidas de todos os tempos. Quem é fã do Big Star encara eles quase como os Beatles. Os fãs são obsessivos. Assisti ao documentário há pouco tempo e foi ótimo ver um pouco de material em vídeo dessa banda que eu adoro e sabia tão pouco. — Leia o post completo.


  • Há boa música no Canadá

    Há boa música no Canadá

    Pouco valorizado na cultura pop - muitas vezes até ridicularizado -, o Canadá tem muita música boa. Nas últimas semanas, reparei que na parte da frente de discos que eu tinha comprado recentemente havia uma predominância canadense. Lembrei logo do South Park culpando o Canadá por todos os males.

    Monody, o quarto disco de Mantler (nome de guerra de Chris Cummings), saiu há algum tempo. Um artista que sempre apresenta requinte nas composições e arranjos, como se fosse um Cristopher Cross Lo-Fi . — Leia o post completo.


  • Jobim-Deodato

    Saiu agora o disco novo da Vanessa da Mata cantando Tom Jobim. Evito comentar aqui os projetos em que me envolvo, mas tive a oportunidade de trabalhar nesse álbum com Eumir Deodato escrevendo os arranjos de cordas. Eumir, assim como Jobim, Sérgio Mendes e o CSS conseguiram quebrar a barreira americana e entrar pela porta da frente da música pop mundial. — Leia o post completo.


  • Rick Rubin

    Rick Rubin

    Taí alguém que sabe fazer. Nesse mês saíram dois discos importantes, que em comum têm Rick Rubin como produtor. Um deles é o novo do Black Sabbath,13, um disco inexplicavelmente bom, já que parte dos integrantes já virou geleia faz tempo. O outro é o novo do Kanye West, Yeezus, o primeiro disco dele de que gosto – um sinal de que os fãs talvez não vão gostar. — Leia o post completo.


  • Les Paul & Mary Ford

    Les Paul & Mary Ford

    A importância de Les Paul na música que ouvimos hoje é tão grande que é difícil ser mensurada. Guitarrista virtuoso e inventor, por exemplo, daquele apoio de gaita que permite tocar gaita e violão ao mesmo tempo, sem o qual o Bob Dylan não seria possível, ele ajudou a desenvolver o multitrack (a divisão da fita em vários canais, possibilitando o aprimoramento dos registros de áudio, como também o músico tocar consigo mesmo dobrando pistas de áudio – isso na época de Les Paul era impossível). Esses conceitos, hoje largamente aplicados, na época deveriam soar para os leigos como uma tecnologia alienígena vinda do futuro. — Leia o post completo.


  • Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    The 20/20 experience, disco novo de Justin Timberlake é uma grande experiência a respeito de formato de canção pop. Vale ouvir atentamente.

    A mão de Timbaland, um dos produtores que ajudou a redefinir o HipHop no meio dos anos 90, aparece no disco todo. Algumas canções passam de sete minutos e são uma espécie de suíte com mudanças de ritmo, andamento. Timbaland é realmente um gênio inovador, por mais que talvez seu momento de auge de exposição tenha passado, a maneira como o disco é orquestrado e realizado deixa claro que ele não está estagnado. — Leia o post completo.


  • Dorgas

    Dorgas

    Saiu o novo do Dorgas, uma das bandas mais legais do Rio de Janeiro. Não sei se é porque tenho um fraco por falsetes masculinos e teclados, mas acho eles únicos. — Leia o post completo.


  • The Equals, uma banda subestimada

    The Equals, uma banda subestimada

    Equals é uma das bandas que eu mais gosto. Sinto uma influência grande deles em muitas coisas que foram feitas mais tarde. The Clash, por exemplo, gravou Police on my back anos depois .

    Tudo começou em 1965 com dois londrinos, dois jamaicanos e Eddy Grant, que nasceu na Guiana, e deveria ser um peixe fora d'água na época. Mesmo assim, o sucesso de Baby come back levou a banda a pode seguir carreira até que Eddy Grant, principal compositor da banda, sofresse com um problema nos pulmões e voltasse pra Guiana, começando depois uma carreira solo que é muito mais conhecida por aqui. — Leia o post completo.




Visite a página da revista piauí no Orkut