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questões musicais

  • O marketing dos movimentos

    O marketing dos movimentos

    Há muito de cálculo e desejo de ocupação de espaços em todo e qualquer movimento, seja a Semana de Arte Moderna, a Nouvelle Vague, o Tropicalismo, o Dogma ou o Mangue Beat. Ingênuo aquele que pensar que o desejo de “ruptura” embutido em todo movimento é o único combustível dos indivíduos que se agrupam em nome da criação de novos parâmetros estéticos (e comerciais). — Leia o post completo.


  • O gênero brega

    O gênero brega

    Na linha de frente deste “gênero”, pode-se colocar nomes como Carlos Alexandre (dos megahits Feiticeira e A Ciganinha); o genial Genival Santos, que tem entre seus sucessos a divertida Flagra; Carlos André (“eu hoje quebro esta mesa, se meu amor não chegar...”); José Ribeiro (“tens a beleza da rosa, uma das flores mais formosas...”); Maurício Reis, autoproclamado “o poeta do cravo branco”, dono do clássico Verônica; e mais Balthazar, Evaldo Freire, Adelino Nascimento, Bartô Galeno, etc (a lista é sem fim). — Leia o post completo.


  • As canções envelhecem?

    As canções envelhecem?

    Quero falar de uma categoria de canção específica: aquela que parece datada ou morta mas que, quando você a ouve num novo contexto ou revitalizada por um intérprete muito capaz, ganha novo frescor. É o caso de "Disparada", de Geraldo Vandré e Theo de Barros — Leia o post completo.


  • 1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    1973 – o ano que não terminou (para a música brasileira)

    “Mil, novecentos e setenta e três / tanto tempo faz que ele morreu / o mundo se modificou / mas ninguém jamais o esqueceu...”. Estes versos de uma antiga canção, lidos hoje, podem fazem crer que se trata de uma ode ao fantástico ano de 1973, um ano inesquecível para a discografia brazuca. Mas não, a composição de Claudio Fontana, sucesso na voz de Antonio Marcos, era de cunho religioso e fazia alusão a Cristo, “O Homem de Nazaré”. — Leia o post completo.


  • Big Star

    Big Star

    Pouco tempo atrás, seguindo a linha do sucesso de Searching for Sugar Man, filme sobre Rodriguez , que até ganhou o Oscar, saiu um longa sobre a estranha trajetória do Big Star, uma das maiores bandas menos reconhecidas de todos os tempos. Quem é fã do Big Star encara eles quase como os Beatles. Os fãs são obsessivos. Assisti ao documentário há pouco tempo e foi ótimo ver um pouco de material em vídeo dessa banda que eu adoro e sabia tão pouco. — Leia o post completo.


  • Há boa música no Canadá

    Há boa música no Canadá

    Pouco valorizado na cultura pop - muitas vezes até ridicularizado -, o Canadá tem muita música boa. Nas últimas semanas, reparei que na parte da frente de discos que eu tinha comprado recentemente havia uma predominância canadense. Lembrei logo do South Park culpando o Canadá por todos os males.

    Monody, o quarto disco de Mantler (nome de guerra de Chris Cummings), saiu há algum tempo. Um artista que sempre apresenta requinte nas composições e arranjos, como se fosse um Cristopher Cross Lo-Fi . — Leia o post completo.


  • Jobim-Deodato

    Saiu agora o disco novo da Vanessa da Mata cantando Tom Jobim. Evito comentar aqui os projetos em que me envolvo, mas tive a oportunidade de trabalhar nesse álbum com Eumir Deodato escrevendo os arranjos de cordas. Eumir, assim como Jobim, Sérgio Mendes e o CSS conseguiram quebrar a barreira americana e entrar pela porta da frente da música pop mundial. — Leia o post completo.


  • Rick Rubin

    Rick Rubin

    Taí alguém que sabe fazer. Nesse mês saíram dois discos importantes, que em comum têm Rick Rubin como produtor. Um deles é o novo do Black Sabbath,13, um disco inexplicavelmente bom, já que parte dos integrantes já virou geleia faz tempo. O outro é o novo do Kanye West, Yeezus, o primeiro disco dele de que gosto – um sinal de que os fãs talvez não vão gostar. — Leia o post completo.


  • Les Paul & Mary Ford

    Les Paul & Mary Ford

    A importância de Les Paul na música que ouvimos hoje é tão grande que é difícil ser mensurada. Guitarrista virtuoso e inventor, por exemplo, daquele apoio de gaita que permite tocar gaita e violão ao mesmo tempo, sem o qual o Bob Dylan não seria possível, ele ajudou a desenvolver o multitrack (a divisão da fita em vários canais, possibilitando o aprimoramento dos registros de áudio, como também o músico tocar consigo mesmo dobrando pistas de áudio – isso na época de Les Paul era impossível). Esses conceitos, hoje largamente aplicados, na época deveriam soar para os leigos como uma tecnologia alienígena vinda do futuro. — Leia o post completo.


  • Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    The 20/20 experience, disco novo de Justin Timberlake é uma grande experiência a respeito de formato de canção pop. Vale ouvir atentamente.

    A mão de Timbaland, um dos produtores que ajudou a redefinir o HipHop no meio dos anos 90, aparece no disco todo. Algumas canções passam de sete minutos e são uma espécie de suíte com mudanças de ritmo, andamento. Timbaland é realmente um gênio inovador, por mais que talvez seu momento de auge de exposição tenha passado, a maneira como o disco é orquestrado e realizado deixa claro que ele não está estagnado. — Leia o post completo.




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