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questões musicais

  • Era uma vez uma discoteca

    Quem hoje ouve minhas canções de acento pop tocarem no rádio, não imagina algumas de minhas preferências musicais no começo da adolescência, naquela fase em que o sujeito de certo modo forja sua persona estética (ou a forjam por ele), torne-se ele um jogador de beisebol, um ortodontista, um criador de pássaros canoros ou um músico profissional.

    Como um rapper militante que bate no peito quando diz “sou da periferia”, também digo. Sou da periferia, da periferia do Brasil, do estado do Maranhão. Vivi em São Luís dos 8 aos 19 anos, então caí no mundo e depois voltei para viver mais alguns anos da vida adulta lá (tempos de sexo, drogas, bumba-meu-boi e reggae) até sair de novo e de vez aos 25, para tocar a vida - literalmente. — Leia o post completo.


  • Música jovem

    Música jovem

    O mundo infantilizou-se, isso é notório. E a indústria cultural, reflexo e refletor da sociedade, adolesceu. Hoje, na cena da música pop internacional, por exemplo, proliferam astros teens às dezenas – Justin Bieber, Miley Cyrus, Demi Lovato, Bruno Mars, Selena Gomez, Colbie Caillat, Avril Lavigne etc, todos atirados bem cedo à arena do showbiz, alguns dos quais iniciaram a carreira ainda crianças, como o fenômeno canadense Bieber e o havaiano Mars. — Leia o post completo.


  • Esta dona prosódia

    Você pode considerar “incorreto” quando ouve João Gilberto cantando “pois há milhões de abraços apertado assim, colado assim, calado assim...” (em Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Ora, se é de abraços que ele fala, então o “correto” seria dizer “apertados” e não “apertado”. Mas, na sua expertise de letrista coloquial (e cheio de pecadinhos prosódicos), Vinícius sacou que ficaria formal demais, além de “incabível” no verso. Também roubaria o efeito de ritmo e rima que se completa com a sequência “colado assim, calado assim”. — Leia o post completo.


  • Poetas da canção

    “Puxa, então você tem um rosto?!”. A mesma blague usei quando conheci Fausto Nilo e Sérgio Natureza, em diferentes ocasiões. Eu fazia piada óbvia com o fato de os letristas de canções serem famosos porém anônimos, já que não sobem ao palco nem mostram a cara nas capas de discos. E olha que já foram até mais famosos, pois houve um tempo em que as rádios faziam questão de dizer o nome da música, do intérprete e dos autores - melodista e letrista, quando era parceria -, luxo que foi dizimado nos nossos tempos apressados, para darem lugar a cada vez mais anunciantes. — Leia o post completo.


  • Versão brasileira - parte 2

    Na infância do rock brasileiro, as versões quase que viram monopólio no mercado musical tupiniquim. Craques como Erasmo Carlos, Getúlio Côrtes e Fernando César (autor da versão de Marcianita, um dos maiores arrasa-quarteirões da jovem guarda), mas sobretudo Rossini Pinto e Fred Jorge, dominaram a cena entre o final dos anos 50 e os 70. O primeiro fez ousadas versões do francês, do italiano, do espanhol e do inglês, e de autores como Lennon e McCartney e Nino Rota, entre tantos – são dele Ternura, Fale Baixinho, Mar de Rosas, Domingo Feliz e mais um balaio de sucessos inquestionáveis –, e o segundo, versionista de Neil Sedaka e Paul Anka, é dono de hits como Banho de Lua, Estúpido Cupido, Oh Carol e Diana. Brancato Jr., na época empresário da banda Os Incríveis, acertou na mosca ao escrever a versão em português para a canção italiana C’era um ragazzoche come me amava i Beatles i Rolling Stones, de M. Luzini e F. Migliacci. — Leia o post completo.


  • Versão brasileira

    Quero falar de grandes versões, e de alguns casos em que a versão se iguala ou até mesmo supera o original – sim, são raros os casos, mas que há, há. Versões como as maravilhosas Luzes da Ribalta e Sorri, feitas pelo gênio Braguinha, vulgo João de Barro, para as clássicas Limelight e Smile, do multiartista (e exímio compositor) Charles Chaplin. — Leia o post completo.


  • Futebol e música 2

    Futebol e música 2

    Mais trovadores cantaram a nossa “pátria de chuteiras”. Luiz Ayrão (“dá-lhe, dá-lhe bola, meu canarinho vai deixar a gaiola”) e Moraes Moreira (“tá lá, tá lá, tá lá, tá no filó, tá na filosofia, quem sabe sabe o craque brasileiro tem sabedoria) compuseram hinos de incentivo à Seleção Brasileira de 82. Antes, bem antes, o Trio Esperança havia gravado a curiosa Replay (“é gol, que felicidade... o meu time é a alegria da cidade”) – refrão que se tornaria prefixo de vários programas esportivos de rádio. — Leia o post completo.


  • Futebol e música

    O Brasil é o país do futebol, dizem entendidos e comerciais de cerveja. E da música também. E de mil mazelas que nos assombram desde o começo dos tempos. Mas vamos nos concentrar nos dois assuntos iniciais, afinal, como diz a velha canção, “são coisas nossas”, muito nossas.

    Sempre achei curioso que, no “país do futebol”, haja tão poucas canções que falem no tema. Digo “poucas” em proporção à importância do assunto, afinal não são tão poucas assim. Só Jorge Benjor, ex-Jorge Ben, que chegou a jogar na base do Flamengo na adolescência, é responsável por mais da metade desse repertório – Fio Maravilha, Umbabarauma, Zagueiro, Camisa 10 da Gávea e Eu Vou lhe Avisar são algumas de suas canções/alusões ao ludopédio. — Leia o post completo.


  • Mulheres autoras

    Mulheres autoras

    Foi Chiquinha Gonzaga quem puxou o abre-alas da linhagem de mulheres compositoras, no já longínquo século 19. Um hiato de pelo menos meio século a separaria de Dolores Duran e Maysa, compositoras maiúsculas surgidas na década de 50 do século passado (não me recordo de outro nome de relevância neste período, a não ser a minha conterrânea Dilu Melo, que, apesar de talentosa e dona de clássicos como Fiz a Cama na Varanda e Maravia, nunca teve o mesmo reconhecimento das primeiras). — Leia o post completo.


  • O marketing dos movimentos

    O marketing dos movimentos

    Há muito de cálculo e desejo de ocupação de espaços em todo e qualquer movimento, seja a Semana de Arte Moderna, a Nouvelle Vague, o Tropicalismo, o Dogma ou o Mangue Beat. Ingênuo aquele que pensar que o desejo de “ruptura” embutido em todo movimento é o único combustível dos indivíduos que se agrupam em nome da criação de novos parâmetros estéticos (e comerciais). — Leia o post completo.




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