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questões musicais

  • Cantos da escravidão

    Cantos da escravidão

    Os escravos vieram cantando para o Brasil. Fontes históricas do século XVIII indicam que, nos navios negreiros, os capitães encorajavam a dança e a música entre a tripulação de cativos. Era uma forma de reduzir o risco de depressão e morte durante a viagem – ou seja, uma forma de evitar o prejuízo dos mercadores. Ao desembarcar, os africanos continuaram cantando.   — Leia o post completo.


  • Gil tecnológico

    Gil tecnológico

    Há algumas semanas atrás, Gilberto Gil fez, no Rio, o show de lançamento de seu novo CD. Uma coluna social noticiou o evento, trazendo um desabafo do compositor. Em meio a invasão de seu camarim por aparelhos de celular ávidos por selfies, disse o baiano que, além de não ser muito ligado em tecnologia, faz críticas a ela: “Não é a mesma coisa fazer show hoje. Há 20 anos, tínhamos muito mais qualidade, mesmo sem tanta tecnologia. Hoje todo mundo deixa tudo nas mãos dos equipamentos. Esquecem do detalhe manual, que faz diferença”. O desabafo de Gil descortina um dos grandes dilemas de nosso tempo: a saber, de que o avanço tecnológico não necessariamente tem implicado um aumento na qualidade da experiência vivida. É algo que está no ar. — Leia o post completo.


  • O fim é o começo... e o começo é o fim

    Ma fin est mon commencement é um rondó escrito por Guillaume de Machaut, trovador francês do século XIV. Três linhas melódicas se entrelaçam para expor musicalmente o que é indicado pelos versos de abertura: a noção de uma esfericidade perfeita - ma fin est mon commencement et mon commencement est ma fin (“meu fim é meu começo e meu começo é meu fim”). Trata-se de um palíndromo musical. Lido progressivamente ou de trás pra frente, do fim para o começo, a linha melódica articula a mesma seqüência de notas e durações. Dizem que Machaut entregava ao cantor apenas metade da linha, pedindo para que este a cantasse nos sentidos de ida e, depois, de volta. — Leia o post completo.


  • Pelo telefone, deixa isso pra lá... pela intimação

    Pelo telefone, deixa isso pra lá... pela intimação

    Em 1916, o chefe da polícia já estava ligando para dizer que na carioca tinha uma roleta para se jogar, segundo "Pelo Telefone", canção considerada o primeiro samba registrado em nossa história, em que o refrão recomendava ao ouvinte "Deixe as mágoas pra trás, ó rapaz, fica triste se é capaz e verás". — Leia o post completo.


  • 10 frases/coisas que aprendi com Nelson Mandela

    10 frases/coisas que aprendi com Nelson Mandela

    Sabe, fiquei triste na semana passada, triste de verdade, como se alguém muito próximo tivesse nos deixado, um aperto no peito sem fim. Nelson ‘Madiba’ Mandela se foi, deixando conosco a força de sua luta e a beleza de seu sorriso.

    Vi algumas homenagens um tanto quanto hipócritas, pois vêm de pessoas/instituições que promovem apartheids dentro da realidade em que estão inseridas, mas neste momento, devido à força da luta de Madiba, viram-se obrigadas a se curvar e fingir que não representam tudo o que ele combatia. — Leia o post completo.


  • A maldição do samba

    A maldição do samba

    Definitivamente, um dos melhores livros que já li sobre a história do samba é Desde que o samba é samba, de Paulo Lins. Que pesquisa maravilhosa e que passeio por nossa história. Um material como aquele deveria ir para as escolas como retrato fiel de nossa cultura. Tudo muito rico, os primórdios sofridos e esperançosos do que hoje é considerado (apesar da discriminação que ainda sofre) a alma do povo brasileiro. Povo brasileiro que também é título de outro livro, de Darcy Ribeiro, que deveria ser obrigatório na escola. — Leia o post completo.


  • Felicidade ostentação

    Felicidade ostentação

    Sempre admirei o funk, o carioca mesmo. O do James Brown também, mas isso é óbvio. Meu pai era DJ de baile de rua, era impossível não ouvir James Brown. Aliás, foi James Brown, pai da clássica Sex Machine quem me fez viajar e parar no funk carioca novamente. Talvez o lance mais mágico da música seja a viagem no tempo que ela proporciona, principalmente quando você a escuta livremente. — Leia o post completo.


  • Potencial 3

    Potencial 3

    Salve, salve, camaradas. É com muita satisfação que dou início a esta temporada aqui no blog da piauí pra compartilhar um pouco das coisas que ouvi ou tenho visto pelo mundo da música/arte nesta minha caminhada. Enfim, cá estamos nós.

    Sem enrolação, pergunto: vocês já escutaram Potencial 3? Se não, indico. Sabem por quê? — Leia o post completo.


  • Era uma vez uma discoteca

    Quem hoje ouve minhas canções de acento pop tocarem no rádio, não imagina algumas de minhas preferências musicais no começo da adolescência, naquela fase em que o sujeito de certo modo forja sua persona estética (ou a forjam por ele), torne-se ele um jogador de beisebol, um ortodontista, um criador de pássaros canoros ou um músico profissional.

    Como um rapper militante que bate no peito quando diz “sou da periferia”, também digo. Sou da periferia, da periferia do Brasil, do estado do Maranhão. Vivi em São Luís dos 8 aos 19 anos, então caí no mundo e depois voltei para viver mais alguns anos da vida adulta lá (tempos de sexo, drogas, bumba-meu-boi e reggae) até sair de novo e de vez aos 25, para tocar a vida - literalmente. — Leia o post completo.


  • Música jovem

    Música jovem

    O mundo infantilizou-se, isso é notório. E a indústria cultural, reflexo e refletor da sociedade, adolesceu. Hoje, na cena da música pop internacional, por exemplo, proliferam astros teens às dezenas – Justin Bieber, Miley Cyrus, Demi Lovato, Bruno Mars, Selena Gomez, Colbie Caillat, Avril Lavigne etc, todos atirados bem cedo à arena do showbiz, alguns dos quais iniciaram a carreira ainda crianças, como o fenômeno canadense Bieber e o havaiano Mars. — Leia o post completo.




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