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questões musicais

  • Jobim-Deodato

    Saiu agora o disco novo da Vanessa da Mata cantando Tom Jobim. Evito comentar aqui os projetos em que me envolvo, mas tive a oportunidade de trabalhar nesse álbum com Eumir Deodato escrevendo os arranjos de cordas. Eumir, assim como Jobim, Sérgio Mendes e o CSS conseguiram quebrar a barreira americana e entrar pela porta da frente da música pop mundial. — Leia o post completo.


  • Rick Rubin

    Rick Rubin

    Taí alguém que sabe fazer. Nesse mês saíram dois discos importantes, que em comum têm Rick Rubin como produtor. Um deles é o novo do Black Sabbath,13, um disco inexplicavelmente bom, já que parte dos integrantes já virou geleia faz tempo. O outro é o novo do Kanye West, Yeezus, o primeiro disco dele de que gosto – um sinal de que os fãs talvez não vão gostar. — Leia o post completo.


  • Les Paul & Mary Ford

    Les Paul & Mary Ford

    A importância de Les Paul na música que ouvimos hoje é tão grande que é difícil ser mensurada. Guitarrista virtuoso e inventor, por exemplo, daquele apoio de gaita que permite tocar gaita e violão ao mesmo tempo, sem o qual o Bob Dylan não seria possível, ele ajudou a desenvolver o multitrack (a divisão da fita em vários canais, possibilitando o aprimoramento dos registros de áudio, como também o músico tocar consigo mesmo dobrando pistas de áudio – isso na época de Les Paul era impossível). Esses conceitos, hoje largamente aplicados, na época deveriam soar para os leigos como uma tecnologia alienígena vinda do futuro. — Leia o post completo.


  • Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    Justin Timberlake: o pop não está estagnado

    The 20/20 experience, disco novo de Justin Timberlake é uma grande experiência a respeito de formato de canção pop. Vale ouvir atentamente.

    A mão de Timbaland, um dos produtores que ajudou a redefinir o HipHop no meio dos anos 90, aparece no disco todo. Algumas canções passam de sete minutos e são uma espécie de suíte com mudanças de ritmo, andamento. Timbaland é realmente um gênio inovador, por mais que talvez seu momento de auge de exposição tenha passado, a maneira como o disco é orquestrado e realizado deixa claro que ele não está estagnado. — Leia o post completo.


  • Dorgas

    Dorgas

    Saiu o novo do Dorgas, uma das bandas mais legais do Rio de Janeiro. Não sei se é porque tenho um fraco por falsetes masculinos e teclados, mas acho eles únicos. — Leia o post completo.


  • The Equals, uma banda subestimada

    The Equals, uma banda subestimada

    Equals é uma das bandas que eu mais gosto. Sinto uma influência grande deles em muitas coisas que foram feitas mais tarde. The Clash, por exemplo, gravou Police on my back anos depois .

    Tudo começou em 1965 com dois londrinos, dois jamaicanos e Eddy Grant, que nasceu na Guiana, e deveria ser um peixe fora d'água na época. Mesmo assim, o sucesso de Baby come back levou a banda a pode seguir carreira até que Eddy Grant, principal compositor da banda, sofresse com um problema nos pulmões e voltasse pra Guiana, começando depois uma carreira solo que é muito mais conhecida por aqui. — Leia o post completo.


  • Nostalgia do futuro

    Nostalgia do futuro

    Random Access Memory o novo album do Daft Punk tem grandes momentos de nostalgia futurista , cheio de referencias , sem duvida uma grande é poder ouvir Giorgio Moroder na entrevista na faixa " Giorgio by Moroder" em sua homenagem , as guitarras de Nile Rodgers sao um capitulo a parte no disco , e nem cabem no topico desse texto mas levam o disco. — Leia o post completo.


  • A volta de Guilherme Arantes

    A volta de Guilherme Arantes

    Condição humana, novo disco de Guilherme Arantes, marca a volta dele a superfície do pop nacional em grande estilo. Incompreensível um artista e compositor do porte do Guilherme ficar sumido por tanto tempo da mídia. Coisas do Brasil. Como diria Bernardo Vilhena, o Brasil é mais ignorante do que pobre. — Leia o post completo.


  • A "Simonalização" de Ed Motta

    A "Simonalização" de Ed Motta

    O novo disco de Ed Motta, AOR, é uma grande viagem de estética. Ed é mestre nisso e seus últimos discos têm esse prisma: são de ultraprecisão, cirúrgicos.

    Antes de falar do AOR, tenho que comentar algo sobre Aystelum, Dwitza e Chapter 9. Esses três são, na minha opinião, obras absolutamente visionárias e tão bem produzidas e concebidas que é dificil achar algo no Brasil tao bem realizado.

    Sinto pena que os comentários dele no Facebook tenham levado a uma espécie de "Simonalização".

     — Leia o post completo.


  • Claudinho e Buchecha

    Esses dias agora me bateu uma saudade grande de Claudinho e Buchecha, queria dividir isso com vocês. Como era bom. Buchecha é um dos grandes compositores brasileiros, suas músicas têm estilo incrível, melodias brilhantes.

    A morte trágica de Claudinho dividiu essa dupla tão original e alegre. — Leia o post completo.




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