No primeiro semestre de 1972, enquanto estava na faculdade de Arquitetura, ouvi pela primeira vez falar de Alice Cooper. Um colega, que havia morado nos Estados Unidos, e estava voltando para o Brasil, falando da cena musical americana, descreveu entusiasticamente o som, me explicando que ele teatralizava tudo. Eu achei aquilo demais, mesmo não conhecendo a musica, apenas pelo que ele me contava sobre as performances. Fiquei curioso com o nome: Alice Cooper. Um nome feminino e um masculino, um homossexual assumido? - coisa raríssima nessa época …. não, não, o Guará me falou, é transgressão mesmo. Nós havíamos descoberto o dadaísmo recentemente, essa posição dos artistas depois da primeira grande guerra, a falta de sentido fundamental revelada por ela. — Leia o post completo.