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questões musicais

  • Ensaiar é preciso

    Ensaiar é preciso. Ensaiar é uma rede de segurança. Mesmo que na hora “h”, você faça tudo diferente, vai fazer justamente porque ensaiou. Quando o ensaio é do seu trabalho, é importante saber escolher bem, quem vai te acompanhar. Isso partindo do princípio de que você é uma cantora ou cantor solo, que vai precisar de uma banda. Mas respire fundo, você vai errar muito nessa parte. Minto, você vez em quando vai acertar! O convívio com os músicos é maravilhoso e complexo. Com eles experimento momentos, influências e sentimentos únicos, que vão se espalhando pelos álbuns, palcos, programas e ensaios. — Leia o post completo.


  • Salve, Candeia!

    Esses dias, Candeia bateu à minha porta, na forma de três lançamentos do selo Discobertas, coisa muito fina pra todos nós. São eles, Candeia (1970), Raiz (1971) - onde a primeira faixa está trocada com a segunda -, e Samba de Roda (1976). Wilson Moreira, Paulinho da Viola e Casquinha aparecem como parceiros, mas raramente. Em geral, compunha sozinho. Portelense autêntico, Candeia começou precocemente, estimulado pelo pai e sempre teve o samba, a Portela e sua afrodescendência como uma religião. Poeta do samba, compôs versos bonitos, como ”no jardim da vida, esperança é flor” e na voz iluminada de Clara Nunes, emocionou o Brasil e alcançou números expressivos, dizendo que “o mar serenou quando ela pisou na areia”… — Leia o post completo.


  • “A alegria é a prova dos nove”

    “A alegria é a prova dos nove”

    Existem vários tipos de músicos e formas de lidar com a música, obviamente de acordo com o talento e as escolhas de cada um. Há compositores diversos que não tocam instrumentos, porém compõem de boca, como se diz, verdadeiros clássicos. Alguns se resolvem em caixinha de fósforo, o que também é uma arte. Ciro Monteiro e Elton Medeiros não me deixam mentir. Que os cigarros desapareçam se for o caso, mas nunca essa chama em pacotinho, promessa de suingue tão brasileiro! — Leia o post completo.


  • A Arquiduquesa da canção e do escracho

    Algum jovem, bem jovem mesmo, que por ventura me leia neste momento, não há de saber quem foi “Araca, a Arquiduquesa do Encantado”, estou certa? Assim era chamada a cantora favorita de Noel Rosa e tantos outros, a super Aracy de Almeida. Mulher absolutamente singular em sua figura e trajetória. — Leia o post completo.


  • Jegue elétrico

    Em Brasília, nos anos 80, existia uma loja de LP’s, chamada “Jegue Elétrico”. Ficava num centro comercial bem esquisito, que jamais frequentávamos de noite. Mas bastava botar os pés ali dentro e tudo ficava diferente. Aquelas capas bonitas de tão feias, aquelas caras todas, de gente que botava a mão na massa e parecia, aos meus olhos de adolescente, ter encontrado algo que eu queria e deveria saber o que era. Ali, a produção de independentes encontrava uma maneira de chegar até nós. — Leia o post completo.



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