Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões manuscritas

  • Gonçalves Dias censurado

    Gonçalves Dias censurado

    Gonçalves Dias tornou-se célebre entre nós desde o século XIX como o primeiro grande poeta a insistir em sua obra numa temática brasileira, e depois indígena. Paradoxalmente, quando ele quis abordar, aos vinte anos, uma carreira de autor teatral, escreveu em poucos anos quatro peças das quais nenhuma tinha tema brasileiro.

    As páginas reproduzidas aqui são o título e o parecer do censor que fazem parte do manuscrito original de Beatriz Cenci, escrita em 1843 e copiada novamente pelo autor em 1845, quando Gonçalves Dias resolve submeter o texto ao Conservatório Dramático do Rio de Janeiro, condição necessária para que a peça pudesse ser representada no Brasil. — Leia o post completo.


  • O testamento de Jean Genet

    O testamento de Jean Genet

    Jean Genet foi o autor maldito por excelência da primeira metade do século XX. Nascido de pai desconhecido, abandonado pela mãe aos sete meses, criado no orfanato, Genet, − homossexual declarado numa época em que opções sexuais eram ocultas, − fez todo tipo de biscates, passou pelo reformatório e acabou preso, já adulto, por vários pequenos roubos e crimes.

    Com esse perfil, dificilmente teria chegado a qualquer destaque, não fosse seu fabuloso gênio literário, que cedo chamou a atenção de luminares como Jean Cocteau e muitos outros intelectuais franceses, que também manifestaram intensa admiração por sua poesia, suas peças de teatro e seus romances. — Leia o post completo.


  • O ditado brasileiro de Henry Miller

    O ditado brasileiro de Henry Miller

    Henry Miller é hoje considerado um dos maiores escritores americanos do século XX e foi, sem dúvida, um dos mais cosmopolitas. Viveu por muito tempo na Europa, especialmente em Paris, e conviveu com quase todos os expoentes da arte e da literatura na primeira metade do século XX.

    Nos anos 1950 e 1960 ganhou fama de autor maldito, devido à crueza e realismo de seus romances Nexus, Plexus e Sexus, que abordavam com franqueza o sexo, então ainda pouco tratado dessa forma na literatura. — Leia o post completo.


  • Todas as cartas de amor são ridículas

    Todas as cartas de amor são ridículas

    Fernando Pessoa levou uma vida modesta e solitária. Sua única “namorada” foi a jovem Ophélia Queiroz, menina inocente que encontrara em 1920, quando tinha 19 anos e o poeta 31. O romance só veio à tona em 1978, com a publicação das quase 50 cartas de Fernando à Ophélia, que esta conservara piedosa e discretamente desde 1930, data da última.

    Descobriu-se então um lado inesperado de Pessoa, falando às vezes com a amada como criança, o que levou certos puristas a considerar que a publicação dessas cartas prejudicava a imagem de Fernando Pessoa. Outros estudiosos, mais numerosos, acharam que, ao contrário, a dimensão trivial que as cartas acrescentavam, humanizava a figura do poeta. Afinal, o próprio Pessoa escrevera que “todas as cartas de amor são ridículas”... — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut