Arquivos de março de 2012
-
O ponto de partida do longo namoro de Zweig com o Brasil
27/03/2012 17:11 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Em fevereiro completaram-se setenta anos do suicídio do grande escritor austríaco Stefan Zweig, que envenenou-se em 1942, com sua segunda mulher, na casa que alugara em Petrópolis.
O lento processo que levou um dos homens de maior sofisticação intelectual da Europa ao fim melancólico no Brasil merece ser evocado, e o documento aqui reproduzido representa nesse percurso uma etapa significativa. — Leia o post completo.
-
Beethoven de porre
20/03/2012 14:21 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
No final de sua vida, sofrendo de surdez absoluta e vários problemas de saúde, o maior compositor do século XIX, Ludwig van Beethoven, entrara em profunda depressão e tornara-se quase alcoólatra.
O documento mostrado nessa página data de agosto de 1826, seis meses antes de sua morte. Trata-se de um recibo pelos pagamentos que lhe fazia anualmente o príncipe Kinsky, da Áustria, seu grande admirador que propusera essa pensão ao compositor em 1809. — Leia o post completo.
-
A filha do chefe supremo
13/03/2012 16:49 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
A filha de nove anos de um importante chefe de estado brinca com seu pai, a quem deseja pedir permissão para sair.
Como muitas filhas de poderosos, a menina vivia protegida e cercada por adultos. Familiarizara-se com a rotina da casa onde morava com seu pai e com os inúmeros papéis oficiais que se acumulavam em torno dele.
Todo dia a menina o via anotar e assinar centenas de documentos da mais diversa natureza e logo entendera que da decisão de seu pai dependiam os mais diversos assuntos. Pressentia também que sua assinatura detinha um poder de vida ou morte. — Leia o post completo.
-
O menino e o poeta
06/03/2012 15:44 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Pouco depois da Segunda Guerra Mundial, o telefone passou a substituir quase todos os bilhetes até então enviados para pequenos recados. Nada destinava portanto a carta reproduzida nesta página − escrita em 1948 por um menino de dezesseis anos e dirigida a um escritor consagrado − de sobreviver ao destino comum a tantos outros milhões de missivas manuscritas, lidas e descartadas.
Neste caso, o que salvou do lixo esta folha de papel foi a decisão casual do destinatário de usar o verso em branco para o rascunho de um artigo que precisava escrever para um jornal. — Leia o post completo.


