Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões manuscritas

  • O ponto de partida do longo namoro de Zweig com o Brasil

    O ponto de partida do longo namoro de Zweig com o Brasil

    Em fevereiro completaram-se setenta anos do suicídio do grande escritor austríaco Stefan Zweig, que envenenou-se em 1942, com sua segunda mulher, na casa que alugara em Petrópolis.

    O lento processo que levou um dos homens de maior sofisticação intelectual da Europa ao fim melancólico no Brasil merece ser evocado, e o documento aqui reproduzido representa nesse percurso uma etapa significativa. — Leia o post completo.


  • Beethoven de porre

    Beethoven de porre

    No final de sua vida, sofrendo de surdez absoluta e vários problemas de saúde, o maior compositor do século XIX, Ludwig van Beethoven, entrara em profunda depressão e tornara-se quase alcoólatra.

    O documento mostrado nessa página data de agosto de 1826, seis meses antes de sua morte. Trata-se de um recibo pelos pagamentos que lhe fazia anualmente o príncipe Kinsky, da Áustria, seu grande admirador que propusera essa pensão ao compositor em 1809. — Leia o post completo.


  • A filha do chefe supremo

    A filha do chefe supremo

    A filha de nove anos de um importante chefe de estado brinca com seu pai, a quem deseja pedir permissão para sair.

    Como muitas filhas de poderosos, a menina vivia protegida e cercada por adultos. Familiarizara-se com a rotina da casa onde morava com seu pai e com os inúmeros papéis oficiais que se acumulavam em torno dele.

    Todo dia a menina o via anotar e assinar centenas de documentos da mais diversa natureza e logo entendera que da decisão de seu pai dependiam os mais diversos assuntos. Pressentia também que sua assinatura detinha um poder de vida ou morte. — Leia o post completo.


  • O menino e o poeta

    O menino e o poeta

    Pouco depois da Segunda Guerra Mundial, o telefone passou a substituir quase todos os bilhetes até então enviados para pequenos recados. Nada destinava portanto a carta reproduzida nesta página − escrita em 1948 por um menino de dezesseis anos e dirigida a um escritor consagrado − de sobreviver ao destino comum a tantos outros milhões de missivas manuscritas, lidas e descartadas.

    Neste caso, o que salvou do lixo esta folha de papel foi a decisão casual do destinatário de usar o verso em branco para o rascunho de um artigo que precisava escrever para um jornal. — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut