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questões manuscritas

  • O Brasil dos turistas ilustres

    Foi somente a partir da chegada de D. João VI e da Família Real em 1808 que o Brasil pôde acolher legalmente, pela primeira vez, visitantes estrangeiros. Mas o “turismo” tal como entendemos hoje só se intensificou no início do século XX. Naquele momento, o Rio de Janeiro se modernizava com as extensas reformas do prefeito Pereira Passos e o país organizava em sua capital as prestigiosas exposições internacionais de 1908 e 1922, esta última para comemorar o centenário da independência. — Leia o post completo.


  • A derradeira missiva de Maximiliano I

    A derradeira missiva de Maximiliano I

    No decorrer de sua vida, um homem culto do século XIX escrevia milhares de cartas, da mesma forma como podemos trocar hoje centenas ou milhares de e-mails por ano. Um homem com muitas atividades, como o grande escritor francês Victor Hugo, escrevia todo dia dezenas de bilhetes do tipo: “posso jantar”, “não posso jantar”, “empreste-me um livro”, “devolva-me o livro”, “consiga um lugar para o teatro”, “para a ópera”, “encontre-me a tal hora” etc., questões que hoje resolvemos geralmente por telefone ou pela internet. — Leia o post completo.


  • O Miserável Rio de Janeiro de Maria Graham

    O Miserável Rio de Janeiro de Maria Graham

    Somente após a chegada de D. João VI, com toda a corte portuguesa em 1808, o Brasil pode finalmente receber livremente estrangeiros. Durante duzentos anos, desde a partida dos holandeses - com exceção dos corsários franceses e outros invasores ocasionais -, somente portugueses eram autorizados a penetrar em nosso território. Tamanho zelo visava isolar a colônia e protegê-la daquilo que temiam como uma intensa cobiça alheia, por parte das potencias europeias. — Leia o post completo.


  • O elo perdido de Proust

    O elo perdido de Proust

    A carta mostrada nesta página foi considerada durante muito tempo um elo perdido na abundante correspondência de Marcel Proust. A carta diz respeito a um momento chave de sua vida literária: a primeira publicação do primeiro volume de sua obra máxima “Em busca do tempo perdido”, intitulado “No Caminho de Swann”. — Leia o post completo.



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