Arquivos de setembro de 2011
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Villa-Lobos escreve Oswald com H
27/09/2011 14:30 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Além de ser o talento indiscutível, que o tornou sem dúvida o maior compositor brasileiro de todos os tempos, Heitor Villa-Lobos tinha também uma personalidade intensa que lhe valeu grandes amigos e alguns desafetos figadais que resistiram mais ao estilo exuberante de sua personalidade que de sua música. — Leia o post completo.
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Salvador Dali domina a situação poética
20/09/2011 14:43 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Na sua vertente literária, o movimento surrealista demonstrou muitas vezes um aspecto severo e sectário, enquanto que o surrealismo na pintura assumia no imaginário do mundo inteiro as feições quase exclusivas dos universos brilhantes criados por dois grandes pintores: Salvador Dali e René Magritte. Quase cem anos mais tarde, o espanhol e o belga são ainda os mais populares entre os muitos artistas que se associaram ou simpatizaram com o movimento surgido na Paris do início dos anos 1920. — Leia o post completo.
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O grande amor de Carmem Miranda
13/09/2011 16:18 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
A magistral biografia de Carmem Miranda por Ruy Castro, publicada em 2005, nos revela que o primeiro grande amor da jovem portuguesa de Póvoa do Varzim − que o Rio de Janeiro recebeu ainda bebê − foi o jovem Mário Augusto Pereira da Cunha, campeão de remo do Clube de Regatas do Flamengo, que chegou a representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de 1932 em Los Angeles, viagem que motivou o rompimento do romance com Carmem, que durava havia já mais de três anos. — Leia o post completo.
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A aposentadoria da viúva da América
06/09/2011 15:01 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Em março de 1975, Aristóteles Onassis, − então provavelmente o mais famoso bilionário do mundo − morreu em Paris, aos 69 anos, deixando uma única herdeira, sua filha Christina. Sete anos mais cedo, em 1968, seu casamento com Jacqueline Kennedy, a viúva do presidente assassinado dos Estados Unidos, John Kennedy, havia surpreendido o mundo, pois a noiva era 23 anos mais moça e sua dignidade na viuvez − que já durava quase cinco anos − a havia transformado num ícone quase intocável para os americanos. Que a mulher então mais famosa e das mais respeitadas do mundo deixasse seu recato público para casar-se com o bilionário que gastava da forma mais ostensiva foi um choque para os bem-pensantes do final da década de 1960 e para toda a América puritana. — Leia o post completo.


