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questões manuscritas

  • A mulher do Faraó

    A mulher do Faraó

    A fotografia mostrada nessa página (assim como seu detalhe ampliado) nos remete a um tempo heroico do cinema, quando o diretor alemão Ernst Lubitsch, já famoso na Europa, aos 28 anos, por filmes realizados no final dos anos 1910, obtém em seu país, em 1920, um financiamento gigantesco para realizar o épico com o qual pretende impressionar Hollywood, uma superprodução intitulada “A mulher do Faraó”. — Leia o post completo.


  • Drummond concreto

    Drummond concreto

    A peça reproduzida nesta página é um belo exemplo dos poemas de circunstância que Drummond tinha prazer em mandar aos amigos com mensagens carinhosas escritas em vários tons de caneta hidrocor, à guisa de cartão de Natal ou de aniversário (ou mesmo com linhas amorosas para suas namoradas). — Leia o post completo.


  • A guitarra imortal de Django Reinhardt

    A guitarra imortal de Django Reinhardt

    Nascido num acampamento de ciganos na Bélgica, Django Reinhardt sentia-se francês, mas seu talento derrubou fronteiras ao longo da extraordinária carreira que fez dele uma figura lendária, ainda intensamente admirada mais de 60 anos após sua morte prematura, aos 43 anos, em 1953. — Leia o post completo.


  • O auge de Elvis Presley

    O auge de Elvis Presley

    Esta foto com a intervenção tosca permanece hoje como registro de um mundo ainda um pouco ingênuo e de informação muito mais escassa. Uma época na qual o sonho de um dia casar com o ser ideal era assumido sem pudor e o fervor das fãs podia se manifestar inteiro e sem limites. — Leia o post completo.


  • Helena Rubinstein e Portinari

    Helena Rubinstein e Portinari

    A mulher que parece olhar o fotógrafo de cima mede na verdade menos de 1,50m e nasceu pobre, na Polônia, em 1872. Aos vinte anos, mudou-se com sua família para a Austrália. — Leia o post completo.


  • Assis Valente mostra seu valor

    Assis Valente mostra seu valor

    Ao longo da vida dos artistas, ou nas décadas que seguem sua morte, os altos e baixos das reputações, dos sucessos e da fama, são quase sempre imprevisíveis, e pode ser fascinante acompanhar trajetórias pontuadas de acasos que ressuscitam carreiras, ou as derrubam, muitas vezes sem qualquer relação com o talento (ou mesmo a genialidade) do criador. — Leia o post completo.


  • O pai do computador

    O pai do computador

    Indicado para vários Oscars, o filme O jogo da imitação tornou definitivamente célebre o matemático inglês Alan Turing, cuja reputação cientifica vinha crescendo nos últimos quarenta anos, desde que se tornou publico seu trabalho na famosa unidade secreta de Bletchley Park. A equipe liderada por Turing havia conseguido a façanha de decifrar os códigos secretos alemães durante a segunda guerra mundial e com isso encurtar a guerra. Mas não foi só como herói da quebra dos códigos que Turing passou a ser admirado, mas como pai do computador moderno, invenção que antecipou tanto na prática quanto na teoria, ao longo de sua curta vida de 41 anos. — Leia o post completo.


  • Dois famosos e um anônimo

    Dois famosos e um anônimo

    Serge Gainsbourg é um ídolo improvável da cultura francesa. Poucos fora da França compreendem que esse homem magro e feio, mal barbeado, descabelado, sujo, alcoólatra e fumador compulsivo tenha se tornado, graças a um talento originalíssimo, um dos mais respeitados compositores e letristas da música francesa, figura cult que, após suscitar muita polêmica, faz parte hoje do cânone dos grandes criadores franceses. — Leia o post completo.


  • Meryl Streep elogia Katherine Hepburn

    Meryl Streep elogia Katherine Hepburn

    Num momento em que se fala mais do Oscar, cabe evocar o cartão reproduzido nesta página que materializa uma troca rara entre as duas atrizes, de gerações diferentes, que mais ganharam indicações para Oscars. Quem escreve em seu cartão pessoal é Meryl Streep, ao dirigir uma mensagem de admiração a Katherine Hepburn, considerada por muitos a maior atriz do cinema americano do século XX. — Leia o post completo.


  • Um sincerão do jovem Ferreira Gullar

    Um sincerão do jovem Ferreira Gullar

    Numa época em que o costume de escrever cartas parece cada vez mais anacrônico, soa mais remota ainda a noção de cartas conjuntas. Quando vários amigos encontravam-se num mesmo lugar e queriam fazer-se presentes junto a um amigo comum a todos, não era raro mandar-lhe um cartão postal ou uma carta escrita a várias mãos. É o caso da peça reproduzida nesta página, um cartão assinado por cinco intelectuais e artistas e dirigido ao poeta e diplomata Raul Bopp, então embaixador na Suíça e autor do “Cobra Norato”, de 1927, um clássico do modernismo brasileiro. — Leia o post completo.




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