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questões manuscritas

  • Uma família de poder

    Uma família de poder

    A imagem reproduzida nesta página não é uma foto de família, apesar de representar quatro gerações de uma mesma família. Não foi feita para ser vista apenas por seus membros mas por um público amplo e não serviu para lembrar uma reunião de parentes, mas para passar uma clara mensagem política: a perenidade da dinastia reinante sobre a Inglaterra, então a nação mais poderosa do mundo. Tirada em 1899, às vésperas do novo século que prenunciava uma nova era, mostra a Rainha Vitória, então muito mais soberana do mundo que simplesmente rainha da Inglaterra, cujo reinado completara 62 anos, cercada por seu filho e herdeiro, o futuro Edward VII, seu neto, o futuro George V e seu bisneto, o futuro Edward VIII, cujo reinado, por oposição à sua bisavó, bateria o recorde de brevidade (apenas dez meses em 1936). — Leia o post completo.


  • Um conto visual de Andersen

    Um conto visual de Andersen

    O dinamarquês Hans Christian Andersen é mais lembrado hoje que a maioria dos escritores do século XIX, graças a seus famosos contos infantis, que já lhe haviam trazido imensa fama em vida.

    Os contos de Andersen são parte importante da imaginação do mundo ocidental: O patinho feioA vendedora de fósforosO pequeno polegarA roupa nova do reiO soldadinho de chumboA pequena sereia e tantos outros. 

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  • To be or not to be Sarah Bernhardt

    To be or not to be Sarah Bernhardt

    Ninguém vivo a viu atuar. Seus poucos filmes dão apenas a pálida idéia de um declamar enfático de alguns minutos, mas poucos de seus contemporâneos discordavam de que Sarah Bernhardt fosse a melhor atriz do final do século XIX e do início do século passado. Filha de pai desconhecido −judia, numa França em grande parte anti-semita− Sarah deveu seus primeiros sucessos a uma beleza exótica e a uma enorme cabeleira cacheada cuja exuberância é ressaltada pelo célebre fotógrafo Nadar, em seus primeiros retratos da aspirante a atriz. A adulação frenética a partir da década de 1870 e as muitas turnês internacionais fizeram de Sarah uma das maiores celebridades mundiais por mais de 50 anos, e valeram-lhe o rótulo de “ maior atriz de todos os tempos”. — Leia o post completo.


  • O último amor de Kafka

    O último amor de Kafka

    A carta reproduzida nesta página comove por sua proximidade com a morte do grande escritor. Enviada em 1º de fevereiro de1924, faz parte da última dezena de cartas conhecidas escritas por Kafka no período final de sua vida. Internado em abril do mesmo ano, morreria em junho, com a deglutição de tal forma prejudicada que não podia ingerir qualquer alimento, nem sólido, nem líquido e morreu praticamente de fome e inanição (hoje, uma alimentação parenteral o teria salvado). — Leia o post completo.


  • A dor de barriga de Pasteur

    A dor de barriga de Pasteur

    Algumas figuras que passaram para a história como especialmente sérias, austeras (e até mesmo sisudas) são capazes às vezes de mensagens surpreendentes. É o caso da carta reproduzida nesta página, escrita e assinada por aquele que é talvez mais famoso médico do século XIX, o francês Louis Pasteur. Descobridor da cura da raiva, foi responsável por muitos dos avanços mais notáveis na medicina de seu tempo. — Leia o post completo.


  • Stefan Zweig e D. Pedro I

    Zweig foi sempre cordial e delicado com todos os admiradores brasileiros que o aproximavam. Compareceu a numerosas sessões de autógrafos organizadas por seu editor brasileiro, homenagens no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e na Academia Brasileira de Letras, visitou escolas judaicas e atendeu a quase todos os convites. Apesar de tentar preservar-se do assédio, era constantemente solicitado por admiradores.

    Entre os muitos livros que lhe enviavam, poucos o terão verdadeiramente interessado como o caso do volume intitulado: As Quatro Coroas de D. Pedro I, de autoria do jovem diplomata Sérgio Corrêa da Costa, futuro embaixador em Londres e Washington e membro da Academia Brasileira de Letras. Corrêa da Costa tinha então apenas 23 anos, mas já escrevera uma biografia do primeiro imperador que ainda hoje é lida com proveito.

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  • Uma anotação de Voltaire

    O documento reproduzido nesta página é indicativo de uma certa preocupação em identificar e preservar manuscritos notáveis já prevalecente no decorrer do século XVIII. Nessa época, a produção científica e literária era intensa e de grande qualidade, mas quase não existiam colecionadores privados para guardar os manuscritos resultantes da atividade intelectual do período.

    As duas páginas mostradas aqui contém um poema de Fontenelle, escritor muito famoso em sua época, hoje pouco lido, mas não totalmente esquecido. É lembrado sobretudo por ter vivido 100 anos, o que era até então inédito entre os autores franceses.

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  • O charlatão que virou palavra

    O charlatão que virou palavra

    Poucas figuras do passado tiveram a honra de batizar termos correntes no vocabulário de várias línguas, como o marquês de Sade, que viveu no século XVIII e deu origem ao termo sadismo e o escritor alemão do século XIX Sacher-Masoch, a partir da obra do qual se cunhou a expressão masoquismo. — Leia o post completo.


  • O trenzinho de Renoir

    O trenzinho de Renoir

    O século XIX assistiu à disseminação da prática de ilustrar cartas com pequenos desenhos, tanto para auxiliar a mensagem quanto apenas para homenagear o destinatário com uma gentileza adicional. Era lisonjeiro verificar que o amigo havia-se esforçado em enriquecer sua missiva com desenhos ou às vezes aquarelas, o que transformava a carta num objeto decorativo ou mesmo numa obra de arte. Há muitas cartas ilustradas de grandes escritores franceses como Victor Hugo, Verlaine ou George Sand, mas são naturalmente os próprios pintores aqueles que com mais frequência ornavam suas cartas com desenhos. — Leia o post completo.


  • Um selfie pré-histórico

    Um selfie pré-histórico

    Allen Ginsberg também gostava de fotografia: comprou um aparelho por 13 dólares em 1953 e clicou todo o mundo que o cercava até o início dos anos 70. Suas fotos são hoje muito apreciadas e Ginsberg, consciente do interesse que suas imagens poderiam suscitar, reeditou muitas delas nos anos 1990, sobretudo retratos de seus amigos também escritores como Jack Kerouac ou William Burroughs, com comentários manuscritos na margem inferior.

    A foto reproduzida nesta página é um documento raro. Muito pouco reproduzida, foi feita na Austrália no topo da famosa montanha chamada Ayers Rock e pode ser considerada um antepassado do hoje muito popular selfie.

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