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A última ópera do Imperador
11/06/2013 16:10 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Quando o jovem compositor Carlos Gomes, nascido em Campinas, conseguiu, em 1870, fazer representar em Milão, no famoso teatro Scala, uma ópera de tema brasileiro composta por ele intitulada O Guarani (e inspirada no romance de José de Alencar), aquela prestigiosa inserção do Brasil na mais fechada cena cultural europeia foi comemorada pelo Imperador com grande entusiasmo.
A partir desse momento, sempre que pôde, o Imperador protegeu Gomes, que também se ligará a um grande amigo de D. Pedro II, o Visconde de Taunay. O compositor baseou o argumento de sua penúltima ópera, intitulada Lo Schiavo (O Escravo), sobre uma obra de Taunay. — Leia o post completo.
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A dedicatória de Roosevelt para Getúlio Vargas
04/06/2013 16:33 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
A relação dos Estados Unidos com o Brasil alcançou um de seus pontos mais altos em agosto de 1942, com a entrada do nosso país na Segunda Guerra ao lado dos Aliados. Os Estados Unidos haviam declarado guerra ao Eixo em dezembro de 1941, após a destruição de sua frota na Ásia pela aviação japonesa, num episódio que chocou profundamente os americanos.
Getúlio Vargas hesitava desde 1939 e muitos membros de seu governo (sobretudo militares) demonstravam uma simpatia aberta pelo Eixo e estavam convencidos da vitória final de Hitler. — Leia o post completo.
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Chico Xavier recebe Bezerra de Menezes
28/05/2013 14:31 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Quando morreu, em 2002, aos 92 anos, havia muito que Chico Xavier fazia parte dos mitos vivos brasileiros. Médium e grande divulgador do espiritismo no Brasil, Xavier morreu envolto numa aura de santidade sustentada por seus inúmeros seguidores. O governador Itamar Franco decretou luto oficial de três dias em Minas Gerais, e o presidente Fernando Henrique Cardoso emitiu nota celebrando a “figura querida e admirada pelo Brasil inteiro”.
Para o menino mineiro de Pedro Leopoldo, que cedo ficou órfão de mãe, foi de fato uma trajetória impressionante. Xavier é ainda hoje, depois de Paulo Coelho e Jorge Amado, o autor brasileiro com o maior número de livros vendidos.
A carta reproduzida nesta página foi escrita de sua cidade natal em 1973 e dirigida a um dentista, de quem agradece a “valiosa cooperação em nossas tarefas”. — Leia o post completo.
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O jovem Portinari
21/05/2013 17:51 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Dos grandes artistas brasileiros do século XX, Cândido Portinari faz parte daqueles cuja obra foi reconhecida mais cedo. Aos 35 anos, era já tido como o maior pintor de sua geração. Em 1939, o Museu Nacional de Belas Artes expôs quase 300 obras suas, numa mostra visitada por Getúlio Vargas, que consagrou definitivamente o artista. Aos 37 anos, em 1941, foi o primeiro brasileiro a ter uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. — Leia o post completo.
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Andy Warhol e Basquiat no ringue
14/05/2013 17:41 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Nada simbolizou mais a ligação hoje mítica entre Warhol e Basquiat que os cartazes para os quais posaram para o fotógrafo Michael Halsband vestidos de boxeadores, para anunciar sua exposição conjunta na galeria Tony Shafrazi em 1985. Foram duas poses, uma em que ambos mostram suas luvas de boxe, e outra em que Warhol dá um soco e parece nocautear Basquiat. Ambas fazem hoje parte das imagens mais conhecidas dos anos 1980 e foram divulgadas nas décadas seguintes em inúmeras ilustrações e capas de livros.
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Reproduzido nesta pagina está o pôster original do soco, com as assinaturas de Warhol e Basquiat. Ainda que cartazes originais com ambas as fotos circulem no mercado de arte e sejam hoje assimilados a obras de arte, exemplares assinados pelos dois artistas são extremamente raros e só se tem noticia da existência de um punhado destes.
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Os talentos de Caruso
07/05/2013 17:50 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
A carta reproduzida nesta página é particularmente saborosa, pois aborda aquela que foi talvez sua maior paixão depois do canto e das mulheres: a comida italiana.
É também uma carta incomum por ser assinada com uma auto-caricatura. Caruso fez centenas delas para admiradores e amigos, mas raramente incorporou seu rosto ao fim uma carta, servindo de assinatura auxiliar. — Leia o post completo.
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A paixão de criança de Hemingway
30/04/2013 16:42 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Em maio de 1912, Ernest Hemingway tinha doze anos e cultivava paixões comuns aos pré-adolescentes americanos, entre as quais destacava-se o beisebol. A carta reproduzida nesta página, dirigida a seu pai, foi escrita de uma das cabines de um trem, então chamados vagões Pullman.
O jovem Ernie, como era chamado na intimidade, mantinha com o pai um pouco da cerimônia que caracterizava as relações pai-filho na maior parte das famílias naquela época. — Leia o post completo.
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O contrato de Debret
23/04/2013 18:24 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Jean-Baptiste Debret é geralmente considerado, juntamente com Johann Moritz Rugendas, o maior dos artistas viajantes estrangeiros que pintaram o Brasil no século XIX.<br><br>
A fama de ambos deve-se muito ao fato de seus desenhos terem sido transpostos para elaboradas gravuras, inseridas em álbuns luxuosos que os artistas editaram em Paris, coincidentemente na mesma época, 1834 e 1835. — Leia o post completo.
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O marco zero da Bossa Nova
16/04/2013 16:49 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Chega de Saudade é considerada a canção que inaugura a Bossa Nova. Foi escrita por Vinícius de Moraes e composta por Antonio Carlos Jobim no final de 1956.
A primeira gravação data de 10 de julho 1958, na voz de Elizeth Cardoso, com brilhante arranjo de orquestra do próprio Tom Jobim. Os estudiosos consideram esta gravação o primeiro registro fonográfico da Bossa Nova. — Leia o post completo.
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Outros rastros de Ricardo III
10/04/2013 11:51 | Autor: Pedro Corrêa do Lago
Uma das mais sensacionais descobertas históricas recentes foi a identificação dos ossos de Ricardo III, o rei da Inglaterra que Shakespeare tornou célebre com a imortal peça de teatro que leva seu nome.
Ricardo III é um dos personagens mais controvertidos do passado, demonizado pela maior parte dos historiadores. Também a literatura fixou-o no imaginário popular como o grande vilão que muitos estudiosos pensam que realmente foi. — Leia o post completo.
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