Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões de forno e fogão

  • A cozinha e suas modas

    A cozinha e suas modas

    béchamel do Paul Bocuse e croque monsieur

    Receitas também seguem moda. Hoje não passa pela cabeça de (quase) ninguém abrir uma lata, esquentar o conteúdo, arrumar em um prato e comer ou servir para os convidados. Mas houve época em que fazer uma coisa dessas era considerado o auge da modernidade. Em 1897, quando a Campbell começou a fabricar sopa enlatada, a sopa era consumida como sopa mesmo e o consumo era de 500 mil latas por ano. Em 1920 já chegava a 18 milhões de latas e a sopa já tinha se transformado em ingrediente. As sopas na versão creme aparecem entre os ingredientes de muitas receitas nos anos 50. Poppy Cannon, editora de publicações respeitadas como Ladies Home Journal, House Beautiful e autora de The Can Opener Coobook, ensinava a fazer (ou atentar contra?) um clássico da culinária francesa, o molho bechamel, assim: — Leia o post completo.


  • De mão cheia

    De mão cheia

    Molho coringa para saladas

    Imaginem que dois cozinheiros preparam um tema simples, um molho para temperar uma salada. Imaginem que os dois (ou três ou quatro ou cinco ou dez cozinheiros) contam com ingredientes iguais, o mesmo açúcar, o mesmo vinagre balsâmico dos que passam anos dormindo em barris de carvalho, castanheiro e cerejeira, o mesmo azeite extra-virgem, dentes de alho de tamanho equivalente. Tudo exatamente igual e ainda assim, com certeza absoluta o molho feito por cada um dos cozinheiros terá gosto diferente. — Leia o post completo.


  • Plus de beurre, plus de beurre, encore plus de beeeeeeurre!

    Plus de beurre, plus de beurre, encore plus de beeeeeeurre!

    Purê de batatas do Joel Robuchon

    É interessante notar que os pratos mais famosos dos chefes mais famosos do mundo são receitas simples, com cara de coisa caseira. Tão banais que daria para substituir perfeitamente a assinatura deles (exemplos: purê de batatas do Joel Robuchon, risoto de açafrão do Gualtiero Marchesi, baba ao rum de Alain Ducasse) por "tia Lu" ou "vovó Carola" ou "mamãe". Se os pratos fossem daqueles bombásticos, cheios de 'reduções' e espuminhas, isso seria impossível. — Leia o post completo.


  • Cozinhando para Madame

    Cozinhando para Madame

    Batatinhas fritas da Jacqueline Kennedy

    Acabam de ser divulgados "In her own voice", os tapes de uma longa conversa que Jacqueline Kennedy teve em 1964 com o historiador e ex-assessor de seu marido, Arthur Schlesinger. Imaginem a comoção dos americanos, primeiro ao saber que a mulher famosa por sua discrição extrema falou durante horas e horas, e depois, ouvi-la revelar, com sua vozinha suave e delicada, que achava Martin Luther King "um mulherengo, embusteiro" e Indira Gandhi uma mulher amarga, pushy, horrenda, com cara de quem chupou limão. A gravação demonstra o excepcional talento de entrevistador de Schlesinger e, com oito horas e meia, evidentemente vai além das afirmações bombásticas. — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut