Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões de forno e fogão

  • Pão de queijo: uma experiência no exílio

    Pão de queijo: uma experiência no exílio

    O entusiasmo da Cozinha Transcendental pelo mais amado dos salgados brasileiros deixa qualquer um morrendo de vontade. Post após post de receitas e avaliações e o contágio é inevitável. A boca se enche de água e o pensamento entra num loop; aparece uma voz vindo de longe, hipnotizando… pão de queijo, pão de queijo, pão de queijo… Mas a terra onde polvilho é comum e abundante está longe. Do lado de cá do mundo nada de polvilho, nem doce e nem azedo. Satisfaria até polvilho amargo ou polvilho umami – sabor que aceitaríamos assentindo veementemente com a cabeça, mas ninguém sabe dizer exatamente como é e onde tem – se isso significasse um pão de queijo dourado e gostoso recém saído do forno. — Leia o post completo.


  • Jantando no escuro

    Jantando no escuro

    Ainda não havia terminado o jantar quando casal da frente pagou a conta. Antes de saírem, resolveram passar na minha mesa: “Vocês são brasileiros, né?”, perguntaram. Diante da afirmativa, o marido tirou um papel do bolso: “Não deixem de ir nesse restaurante. Eles servem a comida no escuro e não revelam o que vem em cada prato”. No papel, o nome Ctaste e um endereço. A proposta parecia interessante. — Leia o post completo.


  • A cozinha e suas modas

    A cozinha e suas modas

    béchamel do Paul Bocuse e croque monsieur

    Receitas também seguem moda. Hoje não passa pela cabeça de (quase) ninguém abrir uma lata, esquentar o conteúdo, arrumar em um prato e comer ou servir para os convidados. Mas houve época em que fazer uma coisa dessas era considerado o auge da modernidade. Em 1897, quando a Campbell começou a fabricar sopa enlatada, a sopa era consumida como sopa mesmo e o consumo era de 500 mil latas por ano. Em 1920 já chegava a 18 milhões de latas e a sopa já tinha se transformado em ingrediente. As sopas na versão creme aparecem entre os ingredientes de muitas receitas nos anos 50. Poppy Cannon, editora de publicações respeitadas como Ladies Home Journal, House Beautiful e autora de The Can Opener Coobook, ensinava a fazer (ou atentar contra?) um clássico da culinária francesa, o molho bechamel, assim: — Leia o post completo.


  • Brigadeiro tutti frutti

    Brigadeiro tutti frutti

    Brigadeiro colorido

    A receita de hoje é o completo oposto daquela do post anterior: foi feita para atender a um pedido de uma leitora de 3 anos, é colorida, doce e só não pode ser classificada como inocente porque incentiva o pecado da gula. Fizemos meia receita (1 lata de leite condensado) só para testar e o brigadeiro sumiu rapidamente, apesar de estarmos em dia de platéia desfalcada (parte da redação estava fora, apurando matérias). O modo de fazer é relâmpago e poderíamos classificar a receita como imprópria para os que estão com mais peso do que gostariam. — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut