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questões da ciência

  • O bóson e as duas culturas

    O bóson e as duas culturas

    Numa famosa conferência de 1959, o químico e romancista britânico C. P. Snow diagnosticou uma fratura na vida intelectual do mundo ocidental, dividindo o universo das ciências naturais daquele das letras e humanidades. A julgar pela crônica “Eu e o bóson”, publicada por Ruy Castro na Folha de S. Paulo, o muro que divide as duas culturas não parece perto de ceder. — Leia o post completo.


  • Sejamos pragmáticos: um bóson de Higgs serve para quê?

    Favor: toque a tela na qual você está lendo este texto. Ou, tanto faz, leve o indicador à ponta de seu nariz. Ou perceba o contato do assento em que você talvez esteja. Ou a sola de seu calçado contra seus pés. Ou mesmo o ar passando por suas narinas... A sensação táctil resultante dessas experiências – sem graça, é verdade, depois dos primeiros anos de vida – deve-se a algo comum a todos os objetos (visíveis ou não) em nosso cotidiano: massa. Esta semana, os físicos finalmente anunciaram, depois de décadas de elucubrações, rabiscos abstratos para a maioria dos mortais e construção de aparelhos complexos e titânicos, a entidade responsável por fazer a esmagadora maioria das coisas ao nosso redor existir. — Leia o post completo.



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