Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões cinematográficas

  • Chris Marker não se chamava Chris Marker

    Chris Marker não se chamava Chris Marker

    A notícia da morte de Chris Marker (1921-2012), no dia do aniversário dele de 91 anos, chegou pelo celular. Mandada por Amir Labaki, a mensagem dizia apenas “E agora Marker…”.

    À surpresa inicial, seguiu-se, depois de um instante de incredulidade, o impulso de prestar homenagem ao cineasta singular e escritor refinado que consagrou o uso da narração em forma epistolar. Intelectual de autoridade moral reconhecida, ele é autor de magnífica obra que transita entre ensaismo, experimentação, ficção científica, poesia e militância política. — Leia o post completo.


  • Chris Marker

    Chris Marker
  • Pátria redimida – filme esquecido

    Pátria redimida – filme esquecido

    Nas mais de quinhentas páginas do primeiro volume da biografia de Getúlio Vargas (Companhia das Letras, 2012), Lira Neto faz referências esparsas a alguns filmes, mas não menciona Pátria redimida, documentário dirigido por João Baptista Groff (1897-1970), que estreou, em Curitiba, no Theatro Palácio, no dia 7 de dezembro de 1930, menos de dois meses depois da vitória que levou Getúlio Vargas à chefia do governo provisório. — Leia o post completo.


  • Roald Amundsen – cinematógrafo fica para trás

    Roald Amundsen – cinematógrafo fica para trás

    Quando olhou para trás, a última coisa que Roald Amundsen viu foi Prestrud com o cinematógrafo.

    Cinco homens, liderados por Amundsen, partiram de Franheim (casa do Adiante – o navio da expedição) na baía das Baleias, em 20 de outubro de 1911, com 5 trenós e 52 cachorros, rumo ao Pólo Sul, distante cerca de 1400 quilômetros, com a intenção de serem os primeiros a chegarem à latitude 90º. Prestrud e o cinematógrafo ficaram para trás. — Leia o post completo.


  • Perdas – Drummond, Vargas & etc.

    Perdas – Drummond, Vargas & etc.

    No fim de semana passado, referências colhidas ao acaso, na leitura dos jornais e de um livro, relembraram funções que o cinema deixou de ter e de cumprir, além de revelarem um fato cujo reiterado simbolismo dá o que pensar.

    Em entrevista inédita publicada pela Folha de S. Paulo, Carlos Drummond de Andrade fala de um tempo em que o cinema era uma janela aberta para o mundo. No primeiro volume da recém-publicada biografia de Getúlio Vargas, Lira Neto cita a exibição de uma reportagem de cuja existência não se tinha notícia. E a Revista do Globo de domingo revela, por sua vez, que havia uma produtora de cinema no edifício Colombo, soterrado pelo desmoronamento ocorrido em janeiro, no centro do Rio. — Leia o post completo.


  • Sob controle – réquiem para a energia atômica

    Sob controle – réquiem para a energia atômica

    Seguindo uma bem sucedida carreira em festivais, Sob controle (2011), dirigido e fotografado por Volker Sattel, foi premiado como melhor longa-metragem, no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental – FICA 2012, encerrado sábado (30/6), em Goiás.

    O principal prêmio do festival – de melhor filme – foi dado a Paralelo 10. O documentário, dirigido por Silvio Da-Rin, acompanha o sertanista José Carlos Meirelles e o antropólogo Terri de Aquino na viagem de cerca de 500 quilômetros pelo Rio Envira, no Acre, até próximo à fronteira com o Perú. Vão ao encontro dos Madijá e Ashaninka, ameaçados por grupos indígenas isolados – chamados de índios “brabos”. — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut