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questões cinematográficas

  • O tempo não é base para a razão no cinema de Sokúrov

    O tempo não é base para a razão no cinema de Sokúrov

    Na entrevista ao The Guardian (14/11/11), depois da sua adaptação de Fausto ter recebido o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza, em 2011, Aleksandr Sokúrov declarou que, na verdade, “não gosta muito de cinema”.

    Nascido em 1951, com carreira iniciada na década de 1970, Sokúrov se define como “pessoa muito literária, não tanto cinematográfica”. Considerado a contragosto herdeiro espiritual e estético de Andrei Tarkovsky, dirigiu, entre outros, Mãe e filho (1996) e Pai e filho (2003), Moloch (1999), Taurus (2001) e O sol (2005), e  Arca russa (2002), sem falar de inúmeros documentários, comoVozes espirituais (1995) e Confissão (1998).  — Leia o post completo.


  • South – glorioso épico ou fracasso glorioso?

    South – glorioso épico ou fracasso glorioso?

    Antes do fracasso da Expedição britânica à Antártica de 1910-13, na qual morreram o capitão Robert Falcon Scott e seus quatro companheiros de equipe, o explorador polar irlandês Ernest Henry Shackleton (1874-1922) estivera duas vezes na região. Em 1901, sob comando do próprio capitão Scott, na Expedição de Descoberta que foi forçado a abandonar por ter adoecido. Depois, em 1907, para compensar o que considerou ter sido um fracasso pessoal, comandando a Expedição Nimrod, na qual chegou, em 1909, junto com três companheiros, ao ponto sul mais extremo até então atingido, a 190 quilômetros do Polo. — Leia o post completo.


  • Silêncio branco – a viagem do capitão Scott

    Silêncio branco – a viagem do capitão Scott

    “Meu pé direito se foi, quase todos os dedos – há dois dias eu era o orgulhoso possuidor de ótimos pés.” A essa anotação, feita em seu diário pelo capitão Robert Falcon Scott, seguiu-se outra onze dias depois:  “Não acredito que possamos esperar por qualquer coisa melhor agora. Aguentaremos firme até o fim, mas estamos ficando mais fracos, é claro, e o fim não pode estar longe. Parece uma pena, mas acho que não posso escrever mais. Pelo amor de Deus, cuidem da nossa gente.” — Leia o post completo.


  • Costa-Gavras – o que é preciso dizer, e o que é preciso fazer

    Costa-Gavras – o que é preciso dizer, e o que é preciso fazer

    “O momento é oportuníssimo para ouvir Costa-Gavras”, observou o jornalista espanhol Jacinto Antón, em matéria publicada ontem (14/6) no El País.

    Grego de origem, Costa-Gavras (1933 – ) vive na França e esteve em Barcelona esta semana para apresentar Eden a l’Ouest (2009) no encerramento da retrospectiva completa da sua obra, organizada pela Filmoteca da Catalunha. Esse é seu filme mais recente e trata do drama dos imigrantes na Europa. — Leia o post completo.


  • Cinema e futebol – quem comeu quem?

    Cinema e futebol – quem comeu quem?

    A relação do cinema brasileiro com o futebol é antiga. Mas desde Alma e corpo de uma raça (1938) e O craque (1954), até Heleno (2011), histórias e personagens relacionados à paixão esportiva nacional nunca resultaram em filmes memoráveis ou grandes sucessos comerciais. Mesmo assim, a tentação de tirar proveito da popularidade do futebol parece não arrefecer.

    A tentativa mais recente feita nesse sentido aconteceu no sábado (9/6), durante o jogo contra a Argentina, — Leia o post completo.


  • Cinema brasileiro – ditadura e democracia

    Cinema brasileiro – ditadura e democracia

    O cinema brasileiro terá sido omisso ao deixar de lado os crimes cometidos por policiais e militares, a serviço do Estado, entre 1964 e 1985? Os filmes produzidos nos anos de ditadura, e mesmo depois, a partir da anistia e do fim do regime militar, ignoraram ou demoraram a tratar das violações dos direitos humanos que a Comissão da Verdade, instalada há três semanas, tem agora por missão investigar, esclarecer e tornar públicas?

    As respostas a essas perguntas, e outras correlatas, são mais difíceis do que sugere matéria de André Miranda, publicada sexta-feira na primeira página do Segundo Caderno do Globo (“Exorcizando o chumbo”, 1 de junho). — Leia o post completo.


  • Caverna dos sonhos perdidos – exibição clandestina

    Caverna dos sonhos perdidos – exibição clandestina

    Dizer que um filme foi exibido clandestinamente na televisão, à primeira vista, pode parecer absurdo. Ainda mais se o canal em questão é o Max *e, operado pela Home Box Office, Inc., subsidiária da Time Warner Inc.. Não se trata propriamente de empresa dedicada a atividades secretas.

    Apesar disso, foi o que ocorreu domingo passado (27/5), quando o Max *e, canal 79 da NET, exibiu, às dez da noite, Caverna dos sonhos perdidos (2010), documentário gravado em 3D, dirigido por Werner Herzog, exibido em dezembro do ano passado, com excelente projeção, no Instituto Moreira Salles, no Rio, e que comentamos neste blog em 23/12/2011. — Leia o post completo.



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