Arquivos de maio de 2012
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Balaciner – cair de nuvem em nuvem em meio aos raios
30/05/2012 16:05 | Autor: Eduardo Escorel
Balaciner é o título das lembranças cinematográficas de J.M.G. Le Clézio, publicadas em 2007 pela editora Gallimard [sem edição brasileira].
“Balaciner” seria, na era do cinéfilo, algo equivalente à disposição do “flâneur” do século XIX. — Leia o post completo.
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Boss – triunfo do mínimo denominador comum
24/05/2012 14:02 | Autor: Eduardo Escorel
Em exibição semanal às quintas-feiras, no canal TNT, desde o início de abril, Boss é um exemplo do que a televisão tem a oferecer de melhor em matéria de séries dramáticas – a banalização do óbvio com tinturas shakespearianas, referências pseudo-cultas, e embalagem caprichada com laço de fita e tudo. — Leia o post completo.
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Pierre Perrault – Ao mundo que virá
16/05/2012 14:11
Visto com quase 50 anos de atraso, Para que o mundo prossiga (Pour la suite du monde), primeiro filme do ciclo da Île-aux-Coudres, dirigido por Pierre Perrault e Michel Brault, preserva intacto seu poder de revelação. E acredito que, se tivesse sido mais visto no Brasil a partir de 1963, quando foi concluído, teria permitido entendermos melhor as variantes do cinema documentário que surgiram a partir de Primárias, de Robert Drew, em 1960, e Crônica de um verão, de Jean Rouch e Edgar Morin, em 1961, no qual Brault também colaborou como um dos quatro câmeras. — Leia o post completo.
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Uma longa viagem – uma irmã e dois irmãos, todos libertários
10/05/2012 10:00 | Autor: Eduardo Escorel
Realizados ao longo de cerca de 20 anos, um elo forte une Que bom te ver viva, Quase dois irmãos e Uma longa viagem – a experiência de vida da roteirista e diretora Lucia Murat. Baseados na sua própria dor, os três filmes têm a virtude incomum no cinema brasileiro de expressarem sentimentos autênticos, destituídos de gratuidade. — Leia o post completo.
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Jafar Panahi – como está ele?
02/05/2012 22:25 | Autor: Eduardo Escorel
Tudo que se move numa tela é cinema.
Essa é a primeira frase da autobiografia de Jean Renoir, Ma vie et mes films [Minha vida e meus filmes], publicada em 1974, sem edição brasileira.
Aceitando o critério de Renoir, seria difícil entender o título do filme de Jafar Panahi. Por que Isto não é um filme, produzido por 3200 euros, não seria um filme sendo feito de imagens em movimento projetadas numa tela?
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