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questões cinematográficas

  • Werner Herzog – contador de histórias

    Werner Herzog – contador de histórias

    Werner Herzog definiu a função do diretor de cinema como sendo análoga à “de um contador de histórias no mercado de Marraqueche rodeado por uma multidão”. E completou: “isso é o que eu sou – um contador de histórias”, negando além disso, mesmo no caso de documentários, a importância do espectador ser informado sobre fatos históricos relacionados ao assunto dos filmes. Daí o termo “documentário” vir sempre entre aspas no capítulo “Fato e verdade” de Herzog on Herzog, livro em forma de depoimento editado em 2002, no qual ele afirma ter o desejo de ser “um dos que terminem enterrando o cinema verdade para sempre”. Por cinema verdade, entenda-se cinema direto – gênero de documentário, surgido a partir do final da década de 1950, baseado na observação de eventos e personagens. — Leia o post completo.


  • As regras do jogo – Cavalcanti, Kossakovsky e Forgács

    As regras do jogo – Cavalcanti, Kossakovsky e Forgács

    Depois das famosas quatorze “normas de conduta” mandadas por Alberto Cavalcanti (1897–1982), em 1936 (ou teria sido em 1948, segundo a maioria das publicações?), aos jovens documentaristas dinamarqueses, pelo menos dois cineastas contemporâneos, um russo, outro húngaro, animaram-se a propor regras a serem seguidas para fazer documentários. — Leia o post completo.


  • Forumdoc.bh – 15 anos singulares

    Forumdoc.bh – 15 anos singulares

    Correndo o risco de ser injusto, por nunca ter ido à maioria deles, o que chama atenção, em primeiro lugar, no Festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte é ser organizado por um grupo de entusiastas por cinema, heterodoxos por convicção, entrosados com a Universidade Federal de Minas Gerais, capazes de dosar na medida justa cinefilia, antropologia e filosofia, além de editar um catálogo sempre primoroso gráficamente, trazendo textos inéditos em português como, neste ano, um dos primeiros estudos etnográficos de Jean Rouch, publicado em 1948. Isso para não mencionar a hospitalidade temperada de gentileza e simpatia mineiras. — Leia o post completo.


  • Louise Brooks – paixão de montador

    Louise Brooks – paixão de montador

    Estiveram em São Paulo, participando do simpósio A Pós-Produção Criativa, um grupo de montadoras e montadores cujos créditos incluem, entre outros, filmes de Ingmar Bergman, François Truffaut, Bernardo Bertolucci, Terry Gilliam e Kevin Macdonald – diretores que contaram com a colaboração decisiva de profissionais que continuam, em certa medida, anônimos. Quem saberia que Sylvia Ingemarsdotter, Yann Dedet, Roberto Perpignani, Mick Audsley e David Charap montaram filmes como Sonata de outono, Fanny&Alexander, Saraband, A história de Adele H., A noite americana, O último tango em Paris, Os 12 macacos, O mundo imaginário do Dr.Parnassus e A vida em um dia.

     — Leia o post completo.



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