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questões cinematográficas

  • O Palhaço – aplausos tardios, mas sinceros

    O Palhaço – aplausos tardios, mas sinceros

    Tardei a ver O Palhaço. Intimado por minha filha caçula, aproveitei uma brecha na sexta-feira passada, em São Paulo, e fui conferir se o entusiasmo dela tinha razão de ser.

    De manhã, a caminho do hotel, lera no Guia Folha, em meio às avaliações favoráveis, mas um tanto condescendentes da maioria dos senhores críticos, que Marina Person e Amir Labaki deram cotação máxima ao filme dirigido por Selton Mello e afirmaram que O Palhaço é um “golaço” e uma “obra-prima” – outro bom estímulo para conferir. — Leia o post completo.


  • A Caminho da eternidade – e daqui a cem mil anos?

    A Caminho da eternidade – e daqui a cem mil anos?

    Não é preciso mencionar a gravidade do que ocorre diariamente neste país e a persistente incapacidade de resolver problemas graves que vem de longe e se eternizam, para justificar o espanto ao saber que na Finlândia há quem esteja preocupado com o que poderá ocorrer daqui a cem mil anos. — Leia o post completo.


  • Paulo José – 46 anos de excelência

    Paulo José – 46 anos de excelência

    Em 31 de outubro, o dia D, para celebrar a obra de Carlos Drummond de Andrade, o Instituto Moreira Salles exibiu, no Rio, o filme de estreia de Paulo José – O padre e a moça, adaptação livre do poema de Drummond, dirigida, em 1965, por Joaquim Pedro de Andrade.

    No fim de semana anterior, havia estreado O Palhaço, dirigido por Selton Mello, filme mais recente da carreira de Paulo José.

    Em homenagem aos 46 anos de excelência de Paulo José, reproduzo a seguir texto escrito há alguns anos que teve pouca divulgação, tendo sido publicado apenas no boletim mensal de programação do IMS, em 2005. — Leia o post completo.


  • Abbas Kiarostami – a outra história

    Abbas Kiarostami – a outra história

    Ivonete Pinto, jornalista, autora de Descobrindo o Irã (Artes e Ofícios, 1999), e editora da revista Teorema, escreve de Porto Alegre esclarecendo “a outra história” a que Richard Brody se referiu no blog da The New Yorker, mencionada no final do post anterior, e lembrando que ao menos da parte dela fez o possível para divulgar a condenação de Jafar Pahani, ocorrida há alguns meses. — Leia o post completo.


  • Solidariedade sem fronteiras – Irã chama

    Solidariedade sem fronteiras – Irã chama

    De passagem por Porto Alegre, onde fez palestra segunda-feira (31/10) no projeto “Fronteiras do pensamento”, Mohsen Makhmalbaf propôs a criação de um comitê de solidariedade que poderia se chamar “cineastas sem fronteiras”. O cineasta iraniano, diretor entre muitos outros de A caminho de Kandahar (2001), enfrenta a ditadura iraniana desde jovem, tendo passado cinco anos como prisioneiro político. — Leia o post completo.



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