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questões cinematográficas

  • Tabloide – doença mental na América

    Tabloide – doença mental na América

    Errol Morris define Tabloide, exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio, como sua “primeira história de amor desde Gates of Heaven [Portais no céu, seu primeiro filme, feito em 1978, sobre dois cemitérios de animais de estimação, na California], uma história de amor estranha, mas muito romântica.” É uma definição desconcertante, ainda mais quando Morris diz estar “contente por ter feito um filme engraçado.” — Leia o post completo.


  • As quatro voltas – redescoberta do cinema

    As quatro voltas – redescoberta do cinema

    Uma particularidade notável de As quatro voltas – tradução infeliz de Le quattro volte, que deveria ter sido traduzido por As quatro vezes –, exibido na mostra Foco Itália do Festival do Rio, é a sintonia perfeita entre tema e estrutura narrativa. Registro acurado da vida em um vilarejo isolado no alto de uma montanha, só identificado nos créditos finais como sendo Caulonia, na Calábria, o filme dirigido por Michelangelo Frammartino trata de ciclos vitais narrados de forma cíclica. — Leia o post completo.


  • Jafar Pahani – o que fazer?

    Jafar Pahani – o que fazer?

    A confirmação da pena de 6 anos de prisão, além da proibição de filmar por 20 anos, divulgada sexta-feira (14/10) pela família do cineasta iraniano Jafar Pahani cria um dilema para quem gostaria de manifestar repúdio à sentença. O que fazer? Mais um abaixo-assinado? Por desgastado que esteja essa forma de manifestação, continua a ser maneira válida de protestar. Mas não haverá algo além disso que possa ser feito para reagir à violência em pleno Festival do Rio? — Leia o post completo.


  • Phil Hart e Tacita Dean – vaga-lumes, bioluminoscência e raio verde

    Phil Hart e Tacita Dean – vaga-lumes, bioluminoscência e raio verde

    Em meio à leitura de Sobrevivênciados vaga-lumes, de Georges Didi-Huberman, livro ao qual fiz referência no post de sexta-feira, a pesquisadora Eloá Chouzal escreve de São Paulo avisando que a Folha de S.Paulo publicou sábado (15/10) nota sobre bioluminoscência.   — Leia o post completo.


  • Béla Tarr visto por Walter Carvalho

    “Tór Bila” é a pronuncia em língua húngara do nome do cineasta radical Béla Tarr, com quem tive dois encontros em Budapeste. Todas as pessoas com quem mantive contato para marcar um encontro com ele, me diziam que não conseguiria por se tratar de um cineasta avesso a entrevistas. — Leia o post completo.


  • Béla Tarr – um resistente

    Ver pela primeira vez um filme de Béla Tarr é uma revelação e comprova a existência de focos de resistência ao poder e à glória do cinema dominante.

    No recém publicado Sobrevivência dos vaga-lumes (Belo Horizonte: editora UFMG, 2011), é Georges Didi-Huberman quem contrapõe a luz intermitente – o lampejo – dos resistentes à “claridade ofuscante do poder”. E indica que os vaga-lumes só desaparecem se o espectador renunciar a segui-los.

     — Leia o post completo.



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