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questões cinematográficas

  • Smurfs e Melancolia – solidão do flâneur

    Quem faz cinema no Brasil e procura acompanhar a produção nacional, tendo mais interesse por documentários do que filmes de ficção, raramente tem a experiência de se sentir integrado à multidão. Muito menos uma multidão de mais de três milhões de espectadores até domingo passado, sem contar outros tantos pelo mundo afora que até o momento asseguraram aos produtores renda superior a 300 milhões de dólares. — Leia o post completo.


  • “A árvore da vida” – reação de quem lê

    Ter escrito que “A árvore da vida” é uma xaropada pretensiosa – o que realmente acredito ser o caso, embora meu amigo Nilton ache que não – teve a vantagem de provocar manifestações variadas e divergentes de leitoras e leitores. Em mais de 200 posts publicados desde dezembro de 2009, foi a primeira vez que recebi tantos e-mails, alguns de amigos, outros de alunas e também de pessoas que não conheço. — Leia o post completo.


  • “Melancolia” – visões do poeta e do pintor

    Enquanto o bonequinho do “Globo” continua dormindo, Armando Freitas Filho escreve dizendo que foi num pé e voltou noutro depois de ver o filme que não estava a fim de ver. E completa, “aí, de repente, escrevi o comentário que vai anexo”. — Leia o post completo.


  • Justiça concede liminar

    Continuando a dar mais atenção do que o assunto merece, “O Globo” noticia no primeiro caderno (10/8) a concessão de liminar pela Justiça Federal de Belo Horizonte, motivada por uma ação cautelar do Ministério Público Federal, impedindo a exibição de “Um filme sérvio – Terror sem limites” em todo o país. — Leia o post completo.


  • “A árvore da vida” – xaropada pretensiosa

    Sobressaltado, o bonequinho do “Globo” acordou ontem para aplaudir de pé “A árvore da vida”, xaropada pretensiosa escrita e dirigida por Terence Malick que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Leitores fiéis deste blog (existem alguns!) devem se lembrar da recomendação feita há tempos: diante de filmes que começam com epígrafe, o melhor a fazer é levantar e ir embora. — Leia o post completo.


  • “Diário de uma busca” – notícias do Sul

    Depois de exibido e premiado durante um ano em diversos festivais pelo mundo – de Gramado, em 2010, ao Rio e Biarritz onde recebeu o prêmio de melhor documentário, além de Punta del Este, onde obteve o prêmio de melhor filme –, “Diário de uma busca”*, dirigido por Flavia Castro, chegou a Porto Alegre na semana passada, antecedendo a abertura do Festival de Gramado, ocasião que parecia propícia, não só pela proximidade do Festival como pelo fim das férias e início do semestre escolar. — Leia o post completo.


  • “Melancolia” – sono profundo e loas

    Enquanto o bonequinho do Globo está imerso em sono profundo, Melancolia recebe loas no Estado e na Folha de S. Paulo. Mesmo reconhecendo o direito de divergir, a disparidade das avaliações chama atenção. No Estado, Luiz Zanin Orichio qualifica Melancolia como “excelente” e lhe atribui a cotação máxima de cinco estrelas; na Folha, Inácio Araujo considera o filme “ótimo”. — Leia o post completo.


  • Lars von Trier – soberba e melancolia

    Lendo a crítica de Melancolia publicada ontem (4/8) no Globo, a soberba de André Miranda me lembrou do pecado que eu teria cometido algumas vezes nesses dois anos de colaboração com a revista piauí e escrevendo neste blog. Tendo comentado o filme escrito e dirigido por Lars von Trier na piauí deste mês, fiquei chocado ao me deparar com o bonequinho dormindo – condenação sumária de Melancolia, decretada por André Miranda. Haveria no texto justificativa para um julgamento tão categórico, eu me perguntei. E quais seriam os argumentos que levaram à avaliação oposta à minha? — Leia o post completo.


  • Falsos democratas – filme interditado

    Há um limite além do qual a missão de informar e o direito legítimo de protestar se tornam promoção gratuita, beneficiando quem, além de pretender deliberadamente chocar, busca benefícios comerciais através da exploração de situações escandalosas. É o que está ocorrendo desde que O Globo publicou na primeira página do Segundo Caderno, quarta-feira passada (27/7), matéria sobre a proibição de A Serbian Film - Terror sem limites. Nos dias seguintes, outras matérias e artigos seguiram, inclusive a inusitada e contraditória crítica publicada ontem – inusitada, uma vez que o filme não está em exibição; contraditória, por ocupar meia-página do Segundo Caderno e a manchete afirmar que “o filme merecia o anonimato”. — Leia o post completo.



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