Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões cinematográficas

  • Mamonas e Novos Baianos – desnecessidade da sala de cinema

    Como na semana anterior, cheguei a São Paulo sexta-feira passada, e no caminho do aeroporto para o hotel procurei no jornal se havia uma sessão de “Mamonas para sempre” no fim da tarde. Esperança vã. Depois de seis semanas em cartaz, o documentário dirigido por Claudio Kahns saíra de cartaz em São Paulo na véspera, continuando em exibição apenas em duas salas de Manaus, e uma de Indaiatuba. Segundo o portal Filme B, nas seis semanas iniciais foi visto por 15412 espectadores e rendeu R$ 140.290,00, resultado que mal cobriria metade do custo da comercialização, em torno de R$ 120 mil. Para pagar o custo de produção seria necessário ter renda adicional de cerca de R$ 1 milhão, correspondendo a aproximadamente 100 mil espectadores, o que é inviável. — Leia o post completo.


  • “Mamonas pra sempre” – espectador à procura

    Chegando a São Paulo, pensei aproveitar o fim da tarde para ver “Mamonas pra sempre”, dirigido por Cláudio Kahns, amigo de longa data e produtor de uma série de documentários ainda em curso, da qual sou diretor, tratando da disputa pelo poder político no Brasil a partir dos movimentos tenentistas e da Revolução de 1930. A proximidade com Cláudio Kahns me levou a não ver o documentário, nem ao receber uma cópia em DVD quando ficou pronto, nem ao estrear, em 34 salas, há 5 semanas. Surpreso pelo lançamento com 21 cópias, acima do padrão usual do mercado, li satisfeito as críticas ao filme, de maneira geral favoráveis, e fiquei na expectativa da voz da bilheteria, deixando para manifestar minha opinião depois que a sorte de “Mamonas para sempre” estivesse definida. — Leia o post completo.


  • Cinema brasileiro – no melhor dos mundos

    Na cerimônia de posse da nova diretora da Ancine – Vera Zaverucha –, realizada segunda-feira (11/7), o diretor-presidente da agência destacou “o bom momento vivido pelo cinema brasileiro, que cresce no número de filmes, no volume de recursos investidos e na sua visibilidade pelo público, que prestigia cada vez mais os filmes nacionais”. Aceitos os pressupostos que a fundamentam, a afirmação pode até ser verdadeira. Mas para quem não considera que sejam esses os parâmetros corretos para avaliar a situação atual do cinema brasileiro, a afirmação parecerá meramente retórica, típica de eventos políticos. — Leia o post completo.


  • Woody Allen e Meia-noite em Paris

    A documentarista Paola Prestes, que vem se tornando colaboradora regular deste blog, comenta abaixo Meia-noite em Paris, filme escrito e dirigido por Woody Allen, assunto também das questões cinematográficas da piauí_58, de julho, nas quais é cotejado a Mamute, escrito e dirigido por Benoit Delépine e Gustave de Kervern, filme cuja estreia estava prevista para 29 de julho, e foi adiada para 5 de agosto. — Leia o post completo.


  • Godard antissemita? – retificação

    Transcrevo e-mail recebido de Fábio Andrade, editor da “cinética”:

    Oi Escorel, acabei de ler o seu texto no blog e acho que algumas coisas foram confundidas no meio do caminho. Não sou admirador incondicional do Godard, como você arbitrariamente sugere na frase final. Nem mandei o texto do Bill Krohn como tentativa de defesa. Gosto de vários filmes, gosto menos de outros, e acho alguns francamente ruins. Nem tenho um interesse particular pela questão do antissemitismo nele ou em qualquer outra instância. Tampouco li as biografias em referência, nem tenho qualquer ambição de estar atualizado sobre o tema (embora eu tenha lido entrevistas frequentes com o Godard em que ele critica as duas biografias que você usa como base - a do Brody e a do Antoine de Baecque - o que também não quer dizer muita coisa, uma vez que o Godard discorda até mesmo de si próprio, sistematicamente).  — Leia o post completo.


  • “A falta que nos move” – percalços da criação coletiva

    O espectador desavisado precisará deixar transcorrer algum tempo de projeção do primeiro filme dirigido pela atriz Christiane Jatahy – “A falta que nos move” – antes de conseguir se situar em relação ao que está assistindo, e mesmo assim, continuará a ter inquietante sentimento de estranheza até o final. Esse efeito algo perturbador é uma das virtudes do filme, mesmo reconhecendo que poderá causar rejeições violentas, como a de Barbara Heliodora, em 2005, quando o texto original foi encenado no teatro. — Leia o post completo.


  • Imaginação e cegueira

    Depois de ter lido a coluna de Amir Labaki, na sexta-feira à noite, apalpei meu corpo e, mesmo sem estar sentindo dores ou ter ferimentos visíveis, fui direto para o hospital. Asseguro a eventuais interessados que tomografias e raios X comprovaram que estou bem, sem lesões ou fraturas, apesar dos supostos “escorregões” que teria dado, segundo Amir. — Leia o post completo.


  • Godard antissemita? (5)

    Não esperava voltar ao assunto tão cedo, mas Fábio Andrade, editor da “cinética”, e meu ex-aluno, mandou e-mail provocador no final de maio, fazendo reparos indiretos ao antigo professor. As críticas veladas que se referem à idolatria do Fábio por Apichatpong Weerasethakul ficam para serem comentadas, se for o caso, em outra ocasião – só vi dois filmes do diretor tailandês, o que talvez seja pouco para insistir que a adoração por ele me parece resultar de um equívoco. Agora mesmo, Fábio manda notícias de uma exposição de Apichatpong Weerasethakul, em Nova Iorque, na qual “três dos videos são brilhantes”. Guardo meu ceticismo a respeito até conhecer melhor seus filmes — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut