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questões cinematográficas

  • “Incêndios” – poeta aturdido

    Às 2h08 da madrugada de domingo, recebi e-mail de Armando Freitas Filho dizendo que chegara em casa há pouco “completamento aturdido pelo excelente filme ‘Incêndios’”. Ele relutou um pouco mas acabou aceitando escrever sobre seu aturdimento. — Leia o post completo.


  • Fora de controle – Welles, Wenders e eu

    As notícias sobre “Pina”, documentário dirigido por Wim Wenders, exibido pela primeira vez há duas semanas no Festival de Berlim, levaram-me a concluir não sermos originais – nós, brasileiros – nem na desgraça, frase que Nelson Rodrigues poderia ter dito. — Leia o post completo.


  • Vai e vem na Secretaria

    Ministros, secretários, diretores de estatais e agências reguladoras, e até mesmo presidentes da República, sejam homens ou mulheres, vêm e vão. No caso dos que ocupam cargos de confiança de segundo escalão no governo federal, a maioria tende a ser esquecida. Anônimos ao assumir, continuam desconhecidos ao serem substituídos. Poucos deixam marca pessoal da sua passagem pelo serviço público, o que não caberia mesmo ao servidor comprometido com ideais de eficiência e impessoalidade. Há, porém, os que chegam fazendo um certo espalhafato, o que também não evita o esquecimento. — Leia o post completo.


  • Oscar – a aposta do Amir

    Em seu artigo semanal, publicado sexta-feira passada (18/2/2011) no “Valor Econômico” e no site do Festival “É Tudo Verdade”, Amir Labaki indica “Trabalho interno” como provável vencedor do Oscar de melhor documentário de longa-metragem, prêmio a ser entregue nesse domingo. — Leia o post completo.


  • “Inverno da alma” – vulcão ativo

    Inquietante, “Inverno da alma” sugere a existência de algo subterrâneo, invisível, prestes a eclodir. — Leia o post completo.


  • “Trabalho interno” – caso de polícia

    Um filme pode ser relevante, atual e péssimo ao mesmo tempo? Pode. Prova disso é “Trabalho interno”, estreia de hoje, concorrente ao Oscar de melhor documentário, produzido, escrito e dirigido por Charles Ferguson, diretor também de “Sem fim à vista”, filme sobre a guerra do Iraque que abriu, no Rio, o festival É Tudo Verdade de 2008. — Leia o post completo.


  • Godard antissemita? (4) – conclusão

    O biógrafo Antoine de Baecque (“Godard”, de 2010, sem edição brasileira) é claro a respeito do antissemitismo de Jean-Luc Godard. Segundo de Baecque, Godard mais de uma vez se definiu “como sendo pró-palestino e antissionista, sem deixar de fazer ligação entre o extermínio dos judeus nos campos de morte, a fundação do estado de Israel, a impossibilidade de resolver o conflito Israel-palestinos, e de forma geral a guerra entre judeus e árabes”. — Leia o post completo.


  • Embalagens vazias – bravura e discurso

    Dois belos volumes estão sendo entregues hoje nos cinemas. São embrulhos atraentes. Abertos com cuidado, sem rasgar papel e fita, haverá uma caixa decorada com padrão geométrico de cores sóbrias. Levantando a tampa, papel de seda branco, preso com uma etiqueta dourada, estará em volta de… nada. Olhando bem, será possível ler, escrito à mão, em letra miúda, dois nomes: “Bravura indômita” e “O discurso do rei”. Dirigidos pelos irmãos Coen e por Tom Hooper, são dois filmes bem embalados, mas vazios. — Leia o post completo.


  • Godard antissemita? (3)

    Para Richard Brody, Nossa música, de 2004, “é um filme de preconceitos pré-guerra enfeitados com ressentimentos pós-guerra – e, como muitas outras coisas na história do antissemitismo, com frustrações pessoais.” Nada convence Brody do contrário, nem mesmo o “simbolismo pessoal” indicado por Godard em entrevistas citadas pelo próprio Brody na biografia “Everything is Cinema The Working Life of Jean-Luc Godard” (sem edição brasileira). — Leia o post completo.


  • “Cisne Negro” – lúgubre e impressionante

    Que beleza! De manhã cedo, no ponto do ônibus, uma fotografia do rosto de Natalie Portman no cartaz de “Cisne Negro”. Contra corrente da recepção dada ao filme dirigido por Darren Aronofsky, sem falar do sucesso comercial, David Denby começa sua crítica sardônica, publicada na revista “The New Yorker” (6/12/2010), afirmando que “Cisne Negro” é “uma salada mista de beleza lúgubre”. — Leia o post completo.



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