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questões cinematográficas

  • "Lula" e o Oscar

    Será verdade que Jean-Claude Bernardet pediu a palavra no início da reunião, antes dos outros 8 integrantes do júri terem se manifestado, e defendeu com veemência a indicação do filme que acabou sendo escolhido por unanimidade para ser submetido à comissão da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que é quem escolhe, em Los Angeles, os concorrentes ao Oscar de melhor filme não falado em inglês? — Leia o post completo.


  • Consuelo Lins comenta “Copie conforme”

    Exibido em competição no Festival de Cannes, onde Juliette Binoche ganhou o prêmio de melhor atriz, “Copie Conforme”, de Abbas Kiarostami, parece ser uma das principais atrações do Festival do Rio.  — Leia o post completo.


  • Festivais – vítimas de gigantismo

    Nas próximas duas semanas, o Festival do Rio exibirá mais de 300 filmes. A lista dos títulos ocupa 153 páginas. Não é de hoje que festivais sofrem de gigantismo. A doença parece ter atingido até eventos menores que anunciam a extensão de sua duração e o aumento da quantidade de sessões além do razoável. — Leia o post completo.


  • Despedida de Pedro Costa

    Tanto a sessão de “Juventude em marcha” (2006), quanto a conversa com Pedro Costa, lotaram na sexta feira, no CCBB do Rio. E como comentei quando da retrospectiva Ozu, o público continua sendo torturado, obrigado pelo CCBB a fazer horas de fila sem nenhuma garantia de que conseguirá entrar.  — Leia o post completo.


  • “Rá-tim-bum” e “Tainá” – cinema infantil

    Para Jorge Santos Castelo, “ ‘Rá-tim-bum’ de Cao Hambuguer é excelente, não seria este um exemplo ótimo? será que o Escorel responde?” — Leia o post completo.


  • “Antes que o mundo acabe” – notícias do sul

    Visto por 24 mil espectadores em Porto Alegre, São Paulo e Curitiba, ao longo dos últimos meses, “Antes que o mundo acabe”, dirigido por Ana Luiza Azevedo, estreou sexta-feira no Rio em um único cinema, com apenas duas sessões diárias, o que não deve permitir mudança significativa no resultado comercial do filme. — Leia o post completo.


  • Pedro Costa&Harun Farocki – encontro inesperado

    Começa hoje na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, a retrospectiva Harun Farocki, na qual será exibida parte considerável da obra do cineasta berlinense, iniciada em 1966 e composta por mais de cem títulos. Depois da sessão de abertura, será exibido “Imagens do mundo e inscrições da guerra” (1988), um dos seus filmes célebres. — Leia o post completo.


  • Pedro Costa – “não gosto do documentário”

    Pedro Costa faz suas as palavras de João Bénard da Costa, crítico e ensaísta, diretor da Cinemateca Portuguesa de 1991 até seu falecimento em 2009: “não gosto do documentário”. Vindo de quem vem, a afirmação é desconcertante.  — Leia o post completo.


  • Pedro Costa – reinventor do cinema

    Para sermos fiéis ao cinema de Pedro Costa precisamos evitar qualquer grandiloquência. O mais indicado para saudar a retrospectiva integral de seus filmes, iniciada dia 1º em São Paulo, seria ficar em silêncio, na penumbra, por longo período, buscando um estado de concentração absoluta. Por outro lado, é preciso que sejamos claros: trata-se de um reinventor do cinema.  — Leia o post completo.


  • Melancolia – cineastas reclamam

    Melancolia – cineastas reclamam

    Não pude evitar sensação de melancolia diante da foto publicada no Segundo Caderno de “O Globo” em 25 de agosto. Alinhados, lá estão veteranas e veteranos cineastas – alguns, colegas e amigos com quem já trabalhei –, reunidos segundo a matéria para discutir a gestão de Sérgio Sá Leitão, atual diretor-presidente da RioFilme, distribuidora subordinada à Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, criada em 1992. Olhando a foto, lamento ver o sorridente grupo fazendo esse papel. — Leia o post completo.


  • “Vincere” no reduto da inteligência

    “Apesar de não possuir [ inteligência ] no grau que me conviria”, faço tentativas ocasionais de ler o que a Revista Cinética publica.

    A citação acima é de Paulo Emílio Salles Gomes, no artigo “Gosto pela inteligência” (Suplemento Literário, “O Estado de S. Paulo”, março de 1963), a que faço referência no comentário sobre “Vincere” publicado na piauí_48, que chega hoje nas bancas.
     — Leia o post completo.



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