Arquivos de agosto de 2010
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“Cabeça a prêmio” – publicidade enganosa e padronização
30/08/2010 07:46 | Autor: Eduardo EscorelQual terá sido a intenção dos responsáveis pela publicidade de “Cabeça a prêmio” ao escolherem a frase de venda reproduzida no anúncio do filme publicado no tablóide Rio Show, do “Globo”, dia 20 de agosto? Em posição de destaque, acima do título, com letras em caixa alta e corpo assegurando boa legibilidade, a única dedução possível é terem atribuído poder de atração à frase entre aspas, assinada por Rodrigo Fonseca e publicada originalmente no próprio “Globo”: “Estreia surpreendente de Marco Ricca na direção”. — Leia o post completo.
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“5X Favela” – boas intenções, segundo o poeta
27/08/2010 07:17 | Autor: Eduardo EscorelMotivado pelo comentário publicado na piauí 47 sobre “5X Favela – Agora por Nós Mesmos”, Armando Freitas Filho levanta algumas questões, mesmo sem ter visto o filme. — Leia o post completo.
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Míriam Leitão, crítica de cinema
23/08/2010 06:59 | Autor: Eduardo EscorelLeitor diário, há anos, da coluna “Panorama econômico”, publicada no “Globo”, sou admirador incondicional da jornalista Míriam Leitão, cujo programa na “Globo News”, com frequência, também assisto com prazer. — Leia o post completo.
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Ozu e os cariocas (II)
20/08/2010 09:07 | Autor: Eduardo EscorelSábado passado foi um dia frio e chuvoso no Rio. Confirmando a retificação que Juliano Gomes, cinéfilo devoto, me levou a fazer em post anterior (clique aqui para ler), a primeira sessão de “Coral de Tóquio”, no Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, lotou. Filme silencioso, em preto e branco, dirigido por Yosujiro Ozu em 1931, a projeção foi acompanhada por narração de Angela Nagai e música executada por Felipe Veiga (percussão) e Tamie Kitahara (shamisen – instrumento de cordas). — Leia o post completo.
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Jean Rouch – cineastas nunca morrem (II)
16/08/2010 07:56 | Autor: Eduardo EscorelDuas publicações recentes, editadas na França, oferecem novos acessos à obra de Jean Rouch. — Leia o post completo.
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Jean Rouch – cineastas nunca morrem (I)
13/08/2010 08:12 | Autor: Eduardo EscorelJean Rouch gostava de citar Henri Langlois (1914-1977) – um dos fundadores da Cinemateca francesa –, para quem “cineastas nunca morrem, pois toda vez que seus filmes são projetados, eles revivem”. — Leia o post completo.
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Ozu e os cariocas
10/08/2010 07:26 | Autor: Eduardo EscorelCinéfilo devotado, Juliano Gomes mandou email em defesa dos cariocas, corrigindo afirmação que fiz sobre a retrospectiva Ozu no post de 2 de agosto, “Retrospectiva Ozu – sobriedade e contenção”. — Leia o post completo.
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“A origem” – intrincado atestado de limite do cinema
09/08/2010 07:25 | Autor: Eduardo EscorelSexta-feira à tarde, dia da estréia de “A Origem”, havia uma pequena fila diante da bilheteria do cinema Bristol, na avenida Paulista. A sala não chegou a lotar para a sessão das 15h15, mas havia bom público para ver o filme escrito, produzido e dirigido pelo britânico Christopher Nolan, de 39 anos, diretor, entre outros, de “Batman Begins” (2005) e “Batman – O Cavaleiro das trevas” (2008).
Desenvolvido ao longo de 9 anos, depois da versão final do roteiro ser escrita por 6 meses, “A Origem” foi filmado entre junho e novembro de 2009, em locações espalhadas pelo mundo, de Tóquio a Calgary, passando por Londres, Paris e Los Angeles. — Leia o post completo.
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“400 contra 1” – bastam dois minutos
06/08/2010 08:24 | Autor: Eduardo Escorel“400 contra 1” começa com uma legenda que não faz sentido. Seguem-se os acordes da trilha musical tonitruante que por si só arruina o filme.
Ao acabar de ler a explicação inicial, a única atitude cabível, para quem tenha respeito próprio e senso de dignidade, é levantar e ir embora.
Dirigido por Caco Souza, “400 contra 1” deve ser um caso raro na história do cinema – antes do segundo minuto de projeção, o espectador já perdeu vontade de continuar assistindo o filme. — Leia o post completo.
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Retrospectiva Ozu – sobriedade e contenção
02/08/2010 08:36 | Autor: Eduardo EscorelReconheço que é preciso dedicação para ir ao Centro Cultural Banco do Brasil, no centro do Rio, numa linda tarde de domingo como a de ontem, para ver um filme silencioso e incompleto. No caso, estava sendo exibido “Mãe tem que ser amada”, dirigido por Yasujiro Ozu em 1934. O filme integra a retrospectiva que irá até 22 de agosto, depois de ter sido exibida em São Paulo. — Leia o post completo.


