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questões cinematográficas

  • “Elevado 3.5” – melancolia, decadência e solidão

    Nos dois últimos posts me referí a “Elevado 3.5”, sem propriamente comentar o documentário dirigido por João Sodré, Maíra Bühler e Paulo Pastorelo. Credenciado como o melhor da competição brasileira, no Festival É Tudo Verdade de 2007, “Elevado 3.5” deriva de “Edifício Master”, dirigido por Eduardo Coutinho, em 2002.  — Leia o post completo.


  • “Elevado 3.5” – anomalia

    Como contei no último post, há 15 dias saí de Toronto, onde Atom Egoyan filmou “O preço da traição”(“Chloe”),  cruzei a Paulista e fui até o Minhocão*, onde João Sodré, Maíra Bühler e Paulo Pastorelo gravaram “Elevado 3.5”, escolhido melhor documentário da competição brasileira, no festival É Tudo Verdade de 2007. Na única sessão daquela sexta-feira, havia umas dez pessoas no cinema. — Leia o post completo.


  • “Chloe” – anjo perverso

    Certas imagens são inesquecíveis. Um exemplo é o plano do ônibus escolar, lotado de crianças, afundando lentamente no lago coberto de gelo, em “O Doce amanhã” (1997), dirigido por Atom Egoyan. O filme causa profundo malestar, ao confrontar o espectador com a morte por afogamento de um grupo de meninos e meninas, acidente que abala uma pequena cidade americana. — Leia o post completo.


  • Jean-Luc Godard – um seguidor fiel

    Recebi de Armando Freitas Filho, godardiano confesso, o email transcrito a seguir, em que ele comenta o texto publicado na piauí deste mês sobre o documentário “Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague”.  — Leia o post completo.


  • “Ao sul da fronteira" – “South American Way”

    “Ao sul da fronteira” termina com a célebre “South American Way”, lançada por Carmen Miranda e o Bando da Lua, nos Estados Unidos, em 1939, e regravada nas décadas seguintes por várias cantoras e cantores.  — Leia o post completo.


  • Nouvelle-vague e Cinema Novo – papel da amizade

    Ao comentar o documentário Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague, na piauí deste mês,  não mencionei a amizade como um dos fatores de identificação entre os diferentes movimentos de renovação do cinema, contemporâneos à nouvelle vague – caso do Cinema Novo, por exemplo. — Leia o post completo.


  • “Mademoiselle Chambon” – além do visível

    Uma crítica americana chamou “Mademoiselle Chambon” de “Desencanto” francês, o que só se explica pela recorrente tendência da indústria cultural para fazer versões banalizadas de obras de alta qualidade. — Leia o post completo.


  • “Olhos azuis” – desafios à credulidade

    Na forma narrativa constituída entre 1895 e 1929, e que permanece dominante, o espectador deixa de lado a descrença para poder apreciar cinema de ficção. Para resistirem ao escrutínio da nossa incredulidade, e poderem servir de entretenimento, filmes feitos de acordo com os parâmetros do “modo de representação institucional – M.R.I.” dependem da suspension of disbelief, noção que teria sido formulada no início do século XIX.  — Leia o post completo.


  • “Quincas Berro D’Água” – memórias póstumas

    Em forma de memórias póstumas, o roteiro de “Quincas Berro D’Água” resultou em armadilha da qual o próprio filme não conseguiu escapar.

    Ao contrário da adaptação para o cinema, a novela de Jorge Amado não é narrada de além-túmulo. Na terceira pessoa, o narrador declara que tentará, mesmo sendo “impossível”, decifrar o “mistério da morte (ou das sucessivas mortes)” – uma moral e duas físicas – do personagem conhecido como Quincas Berro D´Água. E começa a narrativa literária dizendo que “até hoje permanece certa confusão em torno da morte” dele.
     — Leia o post completo.



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