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questões cinematográficas

  • “A alma do osso” – em Minas, há cinema

    Cao Guimarães, diretor de “A alma do osso”, define-se como “um autor independente, com liberdade para fazer o filme do jeito que quer”. Ao traçar esse perfil de si mesmo, em matéria publicada no “Globo” de terça-feira (25/5/2010), revela o que tornou possível fazer o extraordinário conjunto de filmes que vem realizando desde “O fim do sem fim”, em 2001.  — Leia o post completo.


  • “Solo” – gesto de desespero?

    Na única sessão de sexta-feira, dia da estreia, em São Paulo, havia umas vinte pessoas vendo “Solo”, dirigido por Ugo Giorgetti. Deserções não foram notadas e, no final da projeção, o filme foi aplaudido. Lançado só em um cinema, mantendo a média de frequência, poderá ser visto por cerca de 140 pessoas até quinta-feira. — Leia o post completo.


  • “Pecados do meu pai” – RP ( II )

    Juan Pablo Escobar / Sebastián Marroquín, filho de Pablo Escobar, diz no documentário ter se arrependido da declaração de que iria se vingar ( “Vou matar os canalhas que fizeram isso.” ), feita logo em seguida ao assassinato do seu pai. Juan Pablo/Sebastián agora busca reconciliação com os filhos de dois políticos colombianos, assassinados supostamente por ordem de Pablo Escobar, e “Pecados do meu pai” parece feito para servir esse propósito. — Leia o post completo.


  • “Pecados do meu pai” – RP ( I )

    “Pecados do meu pai”, documentário de 2009, registra uma operação de relações públicas que parece ter sido instigada pelo próprio realizador e co-produtor argentino Nicolas Entel.

    Graduado em direção cinematográfica pela Universidade do Cinema, em Buenos Aires, pós-graduado em Administração de Broadcasting na Universidade de Boston, Nicolas Entel divide seu tempo entre Buenos Aires e Nova Iorque. Por formação, e graças à sua base de trabalho multinacional, parece entrosado com a concepção dominante de como deve ser um documentário.
     — Leia o post completo.


  • “Robin Hood” – a última batalha

    Há várias batalhas no filme dirigido por Ridley Scott. A última começou na semana passada, quando “Robin Hood” teve lançamento mundial em cerca de 10 mil cinemas, depois de ser exibido na abertura do Festival de Cannes. No Brasil, desde sexta-feira está em mais de 400 salas; nos Estados Unidos, em 3,5 mil. — Leia o post completo.


  • “O Profeta” sumiu – percalços do comentarista

    Eventuais leitoras e leitores deste blog, que por acaso também tiverem lido ou venham a ler a piauí_44, poderão estranhar o fato das “questões cinematográficas” serem dedicadas a “O Profeta”, filme que não está em exibição. De fato, desde agosto de 2009, quando a página começou a ser publicada na revista, temos procurado tratar de filmes que possam ser vistos no período em que a “piauí” estiver nas bancas. De preferência, comentando produções que estejam para ser lançadas ou cuja estréia coincida com a publicação de cada novo número.  — Leia o post completo.


  • “Alice” – um caso de abuso

    Dilatei as pupilas e fui ver “Alice”. Lera de manhã que era um filme lisérgico. Achei, por isso, que a falta de nitidez da minha visão seria um plus. — Leia o post completo.


  • “Os EUA contra John Lennon” – a coisa aqui tá preta

    Poucas vezes um final feliz terá sido tão aberrante quanto em “Os EUA contra John Lennon”. O clímax do documentário é o momento em que o “estrangeiro indesejado”, como John Lennon chegou a ser chamado, recebe o “green card”, legalizando a permanência dele, como residente, nos Estados Unidos. Depois de cinco anos de luta, a vitória ocorre no dia do aniversário dele e do nascimento do seu filho. O que aconteceu apenas quatro anos depois, em 1980, não chega a ser ignorado de todo, mas se reduz ao som de tiros e a imagens de pessoas chorando na vigília fúnebre. Yoko Ono comparece para coroar a mistificação. Nas palavras dela, “tentaram matar John mas não conseguiram, por que a mensagem dele está viva”. — Leia o post completo.


  • “Viajo por que preciso, volto por que te amo” – duas viagens

    São 30 dias cruzando o agreste nordestino para fazer uma pesquisa geológica. Narrada em forma de diário, a viagem tem o propósito de pesquisar o trajeto de um canal a ser construído – referência provável à transposição do rio São Francisco. “Por que insistem em fazer essa obra aqui?”, pergunta o geólogo na voz off que conduz a narrativa. “Na verdade, não é problema meu”, conclui.  — Leia o post completo.


  • “Terra Deu, Terra Come” – proeza notável 

    Escolhido melhor documentário da competição brasileira do festival É Tudo Verdade deste ano ( 8 a 18 de abril ), “Terra Deu, Terra Come”, produzido, dirigido e editado por Rodrigo Siqueira, é uma proeza. De um lado, revela um personagem singular, morador de uma comunidade isolada, vinculada a valores arcaicos; de outro, elabora linguagem sofisticada, estabelecendo um novo patamar para o cinema que procura desvendar os mistérios do mundo. — Leia o post completo.


  • “Utopia e Bárbarie” – ilusões perdidas e esperança

    Ao escrever sobre “Utopia e Barbárie” no “Globo”, Érico Reis extrapolou sua função de crítico. Além de dizer que “é um belo doc sem roteiro” que “atinge um grau de abrangência bem satisfatório”, afirmou que “seria mais digno suprimir” um depoimento, sem nomear a qual estava se referindo.  — Leia o post completo.



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