Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões cinematográficas

  • “O mensageiro” – pincelada cor-de-rosa (I)

    Humpty Dumpty cai do muro e nem todos os cavalos/nem todos os homens do rei/conseguem juntar de novo seus pedaços. Pudera – o personagem da canção de ninar, conhecido de crianças educadas em inglês, tem a forma de um ovo. — Leia o post completo.


  • “O mensageiro” – pincelada cor-de-rosa (II)

    Produzido por US$ 6,5 milhões, custo baixíssimo para o padrão americano, “O Mensageiro” foi exibido nos Estados Unidos 50 salas, por 14 semanas, e rendeu apenas cerca de US$ 890 mil. Ao contrário de “Os Melhores anos de nossas vidas”, é um fracasso comercial retumbante, seguindo a tendência dos filmes que tratam dos conflitos nos quais os Estados Unidos estão envolvidos. — Leia o post completo.


  • “Um homem sério” – sarcasmo e ironia

    Diante dos filmes de Joel e Ethan Coen é preciso ter cautela. “Um homem sério”, por exemplo, tem uma epígrafe atribuída a Rashi: “Receba com simplicidade tudo que acontece a você”. — Leia o post completo.


  • “A fita branca” – antídoto para o carnaval

    Michael Haneke, diretor de “A fita branca”, foi um excelente antídoto para o carnaval. Comentarei o filme na edição de março da piauí. Por enquanto, registro apenas o fato de que o lançamento acontece, no Brasil, entre o prêmio Golden Globe de melhor filme em língua estrangeira e a entrega do Oscar, em 7 de março, quando concorrerá ao mesmo prêmio e também ao de melhor fotografia, com Christian Berger. — Leia o post completo.


  • “O amor segundo B.Schlanberg” – estranheza total

    Mais estranho do que o título do filme dirigido por Beto Brant é a maneira como ele foi lançado. No Rio, ao menos, em um único cinema, com só uma sessão por dia, às 10 da noite, na sexta-feira, véspera do carnaval. — Leia o post completo.



Visite a página da revista piauí no Orkut