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questões cinematográficas

  • Cativas – presas pelo coração, escandaloso e heroico

    Cativas – presas pelo coração, escandaloso e heroico

    Cativas – presas pelo coração é um filme escandaloso. Abusa da relação de poder que há em todo documentário entre quem observa, interage e reencena, e quem, por sua vez, aceita ser observado, interagir e participar de encenações. De um lado, está quem detém o poder – no caso de Cativas, a diretora Joana Nin, de outro, mulheres comuns à mercê de suas decisões. — Leia o post completo.


  • Obra – implosão

    Obra – implosão

    É duro ser condenado na manhã do dia de estreia. Essa frase, que começa o post da semana passada, também serve para iniciar este. Uma semana depois da sentença fatal imposta a Real beleza, a mesma Susana Schild implodiu Obra, filme escrito e dirigido pelo estreante Gregorio Graziosi (13/8/2015). Apesar do famigerado bonequinho dessa vez estar sentado, atento, em nota de seis linhas, Susana critica o filme, lançando mão de adjetivos como “frágil”, “letárgico”, e expressões como “quase parando”. — Leia o post completo.


  • Real beleza – apagão de talento

    Real beleza – apagão de talento

    É duro ser condenado na manhã do dia de estreia. Alguém poderá argumentar que uma nota no segundo caderno de um jornal impresso não tem esse poder. Mas para quem vive numa cidade onde só há um grande jornal diário, lido mais por falta de opção do que por gosto, foram chocantes as cinco linhas publicadas quinta-feira passada (6/8/2015) no Globo sobre Real beleza, filme escrito e dirigido por Jorge Furtado. — Leia o post completo.


  • Adeus à linguagem – despedida e boas vindas

    Adeus à linguagem – despedida e boas vindas

    “Na Suiça romanda [francesa], onde eu moro no cantão de Vaud, ‘adeus’ também quer dizer ‘olá’.[...] Quando digo Adeus à linguagem, quero dizer adeus à minha maneira de falar.”

    Nesse breve trecho de uma entrevista de 44 minutos concedida em março de 2014, Jean-Luc Godard esclarece a ambivalência do título Adeus à linguagem que pretende ser, ao mesmo tempo, uma despedida e uma saudação — Leia o post completo.


  • Campo de jogo – combinação letal

    Campo de jogo – combinação letal

    Geração, Juventude, Arsenal, Real Madrid, Lisboa, Ágora, União do Lins, Ladeira, Veteranos do Sampaio. Exceto os dois times que repetem nomes famosos, os dos demais escapam da banalidade. Apesar disso, Campo de jogo, dirigido por Eryk Rocha, não demonstra maior interesse por essa pequena manifestação de criatividade. — Leia o post completo.


  • A Lição - conto moral

    A Lição - conto moral

    A Lição reafirma que um filme pode encontrar seu lugar no cinema contemporâneo quando retoma os ensinamentos do neo-realismo, é filmado com simplicidade, além de ser muito bem interpretado, mesmo seguindo situação dramática convencional – a superação de obstáculos para alcançar um objetivo. — Leia o post completo.


  • Sorelle Mai – relações familiares em família

    Sorelle Mai – relações familiares em família

    Em 2010, quando Marco Bellocchio, aos 71 anos, lançou Sorelle Mai no Festival de Veneza, a crítica italiana observou com razão que ele preservava a vitalidade e leveza dos melhores momentos da sua carreira, iniciada com I pugni in tasca, em 1965, aos 26 anos. Considerado o melhor da temporada de 2011, Sorelle Mai foi também classificado, entre os filmes de Bellocchio, como aquele que mais recupera o espírito de 1968, e que “parece querer apagar toda a história ‘industrial’ do cinema para recomeçar do início (do ‘Ano Zero’, como se dizia então)”. — Leia o post completo.


  • Memória do futuro e do passado

    Memória do futuro e do passado

    A voz de barítono de Mário de Andrade ressoou domingo (5/7/2015) na Tenda dos Autores, em Paraty, no encerramento da 13ª Flip: “Deus lhe pague a santa esmola!/Deus o leve no andor!/Arrodeado de anjos/acirculado de flor/assentado à mão direita/aos pés de Nosso Senhor.”

    Foi comovente ouvir o homenageado do evento, entoando a canção de mendigo, gravada em 1940 e encontrada recentemente nos Estados Unidos. De voz presente, Mário coroou a conferência de José Miguel Wisnik, concluída, por sua vez, em dois estágios. — Leia o post completo.


  • Enquanto somos jovens – batata doce com marshmallow

    Enquanto somos jovens – batata doce com marshmallow

    Reunir Henrik Ibsen e Ben Stiller é uma mistura tão ou mais bizarra, que só ocorreria a um americano. Ambos foram incluídos em Enquanto somos jovens, sem o menor pudor aparente, pelo roteirista, co-produtor e diretor Noah Baumbach, que lança mão dos dois na tentativa de conciliar ambição intelectual e resultado comercial. De um lado, está a aspiração de Baumbach e Stiller de obterem reconhecimento artístico; de outro, o modelo de produção industrial no qual atuam, que considera um aval ter à frente do elenco um astro considerado um ímã para o público. — Leia o post completo.


  • Divertida mente (Inside out) – Raiva e Nojinho

    Divertida mente (Inside out) – Raiva e Nojinho

    Tristeza é uma das duas principais personagens de Inside out, o que realça a inadequação do título do filme no Brasil, mesmo a outra protagonista sendo Alegria. O quinteto titular de Divertida mente inclui Nojinho, Raiva e Medo, mas esse trio fica em segundo plano, apesar de também ter seus partidários entre as crianças. — Leia o post completo.