Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões cinematográficas

  • Precisamos falar sobre o Kevin – no Rio e em Londres

    Precisamos falar sobre o Kevin – no Rio e em Londres

    39º no verão do Rio. Na mesma semana, em Londres, a temperatura chegou abaixo de zero. Indiferente à estação do ano, Precisamos falar sobre Kevin, dirigido por Lynne Ramsay, co-autora também do roteiro adaptado do premiado romance de Lionel Shriver, está em exibição nas duas cidades.

    Haveria diferença entre ver o filme fugindo do frio ou do calor? Para tirar a dúvida, propus à editora Livia Serpa vermos o filme, ela lá, eu aqui, e conferir. — Leia o post completo.


  • O descontentamento de Eduardo Escorel

    Vai transcrito a seguir, na íntegra e sem comentários, texto do roteirista e produtor Alberto Flaksman, recebido pelo editor do blog. [EE]
                                                                        •
    Este é o verão do descontentamento de Eduardo Escorel. Segundo ele, tudo vai mal no cinema brasileiro, o que pode ser demonstrado a partir de três teses e uma questão: — Leia o post completo.


  • Duo Nichols-Forgács no CCBB – cinema como oferenda

    Duo Nichols-Forgács no CCBB – cinema como oferenda

    A apresentação do duo Nichols-Forgács, sábado (11/2), no CCBB do Rio, foi memorável. Se repetirem a performance na próxima quarta-feira (16/2), em São Paulo, será ocasião para ouvir rara harmonia de vozes, mediada pela curadora Patricia Rebello. — Leia o post completo.


  • Nem tudo é relevante

    Nem tudo é relevante

    Coincidência ou não, a irrelevância entrou na ordem do dia no último fim de semana, com pelo menos três menções no Globo (4 e 5 de fevereiro).

    Quem tiver lido os posts de 27 de janeiro e 2 de fevereiro, deve lembrar da afirmação de que por ser irrelevante no mercado interno e externo, a produção cinematográfica brasileira se tornou perdulária. E não deve ter esquecido também do comentário sobre a matéria da Folha de S.Paulo (1/2) em que alguns colegas manifestaram sua discordância. — Leia o post completo.


  • Tacita Dean – Film, Livia Serpa

    Tacita Dean – Film, Livia Serpa

    Livia Serpa, co-editora de Santiago, dirigido por João Salles, ficou nos devendo uma visita à Tate Modern desde novembro, depois que Walter Lima Jr. mandou notícia publicada no The Guardian sobre a instalação de Tacita Dean, definida pela própria artista como “uma carta de amor a uma mídia em via de desaparecimento”. A desculpa de Livia, atualmente fazendo mestrado em Londres, pelo atraso foi ter estado tomada por sua dissertação. — Leia o post completo.


  • Passagem por Tiradentes – batuque, carneiros e implosão

    Quem tiver lido o post Desabamento e batuque, publicado sexta-feira passada (27/1/2012), terá notado a coincidência entre a imagem da “casa já antiga” que mal consegue se manter de pé, descrita por Jean Claude Bernardet, e o desabamento de três prédios no centro do Rio, na véspera do Seminário sobre a crítica, ocorrido na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, para o qual o texto do Jean Claude serviu de inspiração — Leia o post completo.


  • Desabamento e batuque

    Reproduzo a seguir o texto que serviu de base para minha participação no Seminário Ideias e Perspectivas – Panorama crítico da crítica, realizado ontem (26/1) na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, com a participação de Luiz Carlos Merten e Fábio Andrade, tendo como mediador Francis Volgner dos Reis. — Leia o post completo.


  • A separação – da eloquência à mudez

    A separação – da eloquência à mudez

    Diante de um juiz de paz do qual só se ouve a voz, o casal argumenta, sentado lado a lado, apresentando suas razões para pleitear o divórcio. Próximos fisicamente, a incompreensão recíproca mantém marido e mulher a uma distância intransponível. É assim o primeiro plano – longo e fixo – de A separação, escrito e dirigido por Asghar Farhadi. — Leia o post completo.


  • Sapatos, cachorros e liberdade de expressão

    Sapatos, cachorros e liberdade de expressão

    Colaboradora periódica, Paola Prestes faz a seguir o que ela mesma chama de “comparação à primeira vista talvez improvável” entre dois personagens, Joyce McKinney, de Tabloide, documentário dirigido por Errol Morris, e Jafar Panahi, de Isto não é um filme. [EE] — Leia o post completo.


  • A pele que habito – o fim da Terra

    A pele que habito – o fim da Terra

    Filmado em 2010 e lançado no ano passado, o tempo presente de A pele que habito, dirigido por Pedro Almodóvar, é situado no então futuro próximo – este ano de 2012. Incluindo também fatos ocorridos seis anos antes – em um passado recente, portanto –, o estranho caso do dr. Robert Ledgard, cirurgião plástico interpretado por Antonio Banderas, deixa de ser ficção científica situada em época remota para se tornar, na verdade, um filme de terror da atualidade. — Leia o post completo.




Visite a página da revista piauí no Orkut