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questões cinematográficas

  • Enquanto somos jovens – batata doce com marshmallow

    Enquanto somos jovens – batata doce com marshmallow

    Reunir Henrik Ibsen e Ben Stiller é uma mistura tão ou mais bizarra, que só ocorreria a um americano. Ambos foram incluídos em Enquanto somos jovens, sem o menor pudor aparente, pelo roteirista, co-produtor e diretor Noah Baumbach, que lança mão dos dois na tentativa de conciliar ambição intelectual e resultado comercial. De um lado, está a aspiração de Baumbach e Stiller de obterem reconhecimento artístico; de outro, o modelo de produção industrial no qual atuam, que considera um aval ter à frente do elenco um astro considerado um ímã para o público. — Leia o post completo.


  • Divertida mente (Inside out) – Raiva e Nojinho

    Divertida mente (Inside out) – Raiva e Nojinho

    Tristeza é uma das duas principais personagens de Inside out, o que realça a inadequação do título do filme no Brasil, mesmo a outra protagonista sendo Alegria. O quinteto titular de Divertida mente inclui Nojinho, Raiva e Medo, mas esse trio fica em segundo plano, apesar de também ter seus partidários entre as crianças. — Leia o post completo.


  • Romance policial – gênero exaurido

    Romance policial – gênero exaurido

    Exibidos no mesmo cinema, em sessões alternadas, Romance policial, escrito e dirigido por Jorge Durán, e Sangue azul, de Lírio Ferreira, embora sejam filmes de gêneros diferentes, têm em comum não apenas Daniel Oliveira no papel principal, mas a ideia central de isolar seus personagens em ambientes distantes. No deserto, em Romance policial, e no fundo do mar, em Sangue azul. Nos dois há o mesmo propósito de fazer uso da paisagem como elemento dramático, refletindo o estado psicológico dos personagens. — Leia o post completo.


  • Sangue azul – o pássaro e a sereia

    Sangue azul – o pássaro e a sereia

    Ele é um pássaro, ela uma sereia. Pedro/Zolah (Daniel Oliveira) é o homem-bala. Raquel (Caroline Abras), a mergulhadora. Suas profissões são incompatíveis. Parecem escolhidas para mantê-los afastados. Mas ao se reaproximarem, depois de anos separados, não há o que impeça o pássaro de vencer seu medo da água e mergulhar, mesmo correndo o risco de ficar cego. No fundo do mar, ele e a sereia finalmente se encontram em uma coreografia amorosa. Essa é a história de amor de Sangue azul, dirigido por Lírio Ferreira, a partir de roteiro escrito por ele, Fellipe Barbosa e Sérgio Oliveira. — Leia o post completo.


  • Agualusa – feliz em ser traído pelo cinema

    Agualusa – feliz em ser traído pelo cinema

    José Eduardo Agualusa teria razões de sobra para estar enfurecido. Não é o que demonstra, porém, na sua coluna,  publicada segunda-feira passada (25/5/2015), no Globo. O texto sugere, ao contrário, que ele pode até estar satisfeito. Embora reconheça a distância que há entre o filme O vendedor de passados, dirigido por Lula Buarque de Hollanda, e seu romance homônimo, recusa-se a optar entre um e outro

     — Leia o post completo.


  • As quatro voltas - sessão única

    As quatro voltas - sessão única

    Estreou quinta-feira (21/5/2014), no Rio, As quatro voltas (2010), de Michelangelo Frammartino, oferecido em uma única sessão diária no Cine Joia, às 20h05, exceto segundas-feiras. Trata-se de um dos principais acontecimentos cinematográficos do ano em exibição na salinha de sub-solo, em Copacabana. — Leia o post completo.


  • O sal da terra – um conto-da-carochinha

    O sal da terra – um conto-da-carochinha

    Sebastião Salgado encarnou a partir do início da década de 1970, durante cerca de 20 anos, a figura heroica do viajante moderno que ao voltar de terras distantes tem histórias para contar. No caso dele, histórias sintetizadas em imagens poderosas. Cada uma das suas fotografias desse período contém uma narrativa, quase sempre trágica. Formam ao mesmo tempo, isoladas ou em conjunto, um belo espetáculo visual. — Leia o post completo.


  • Winter sleep – elogio à melancolia

    Winter sleep – elogio à melancolia

    “Minha mulher, Natalya Gavrilovna […] não tomava o menor conhecimento de como eu jantava, dormia, ou com quem me encontrava. Nossa relação um com o outro era simples e sem tensão, mas fria, vazia, e indiferente como são relações entre pessoas que estiveram separadas por tanto tempo que, mesmo vivendo debaixo do mesmo teto, não demonstram nenhuma proximidade. Não havia agora nenhum traço do amor passional e atormentado – às vezes doce, outras amargo como absinto – que eu tinha sentido por ela.” — Leia o post completo.


  • Ele e eu

    Ele e eu

    Hoje, 11 de maio, dia em que este texto está sendo publicado, seria aniversário do Coutinho. Ele faria 82 anos. Não receberia parabéns pelo facebook, porque não tinha. Não receberia telefonemas e mensagens pelo celular, porque seu aparelho nunca estava carregado, ou nunca funcionava, ou ele não conseguia atender a tempo.

    Ele estaria sentado em algum café da cidade onde pudesse fumar. Eu passaria lá à tarde e conversaríamos até à noitinha. Seríamos interrompidos por vários conhecidos ou admiradores que puxariam um assunto qualquer só para ouvi-lo discorrer sobre qualquer coisa, numa voz rouca e descompromissada. — Leia o post completo.


  • Gilberto Santeiro – despedida

    Gilberto Santeiro – despedida

    Pavio curto. Esse foi o apelido que o pai deu quando ainda era criança. Com o passar do tempo, o pavio foi encurtando e, nos últimos anos, as explosões foram se tornando mais frequentes. Qualquer pretexto servia. Com isso, amigos de longa data haviam se distanciado. — Leia o post completo.




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