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questões cinematográficas

  • Nem tudo é relevante

    Nem tudo é relevante

    Coincidência ou não, a irrelevância entrou na ordem do dia no último fim de semana, com pelo menos três menções no Globo (4 e 5 de fevereiro).

    Quem tiver lido os posts de 27 de janeiro e 2 de fevereiro, deve lembrar da afirmação de que por ser irrelevante no mercado interno e externo, a produção cinematográfica brasileira se tornou perdulária. E não deve ter esquecido também do comentário sobre a matéria da Folha de S.Paulo (1/2) em que alguns colegas manifestaram sua discordância. — Leia o post completo.


  • Tacita Dean – Film, Livia Serpa

    Tacita Dean – Film, Livia Serpa

    Livia Serpa, co-editora de Santiago, dirigido por João Salles, ficou nos devendo uma visita à Tate Modern desde novembro, depois que Walter Lima Jr. mandou notícia publicada no The Guardian sobre a instalação de Tacita Dean, definida pela própria artista como “uma carta de amor a uma mídia em via de desaparecimento”. A desculpa de Livia, atualmente fazendo mestrado em Londres, pelo atraso foi ter estado tomada por sua dissertação. — Leia o post completo.


  • Passagem por Tiradentes – batuque, carneiros e implosão

    Quem tiver lido o post Desabamento e batuque, publicado sexta-feira passada (27/1/2012), terá notado a coincidência entre a imagem da “casa já antiga” que mal consegue se manter de pé, descrita por Jean Claude Bernardet, e o desabamento de três prédios no centro do Rio, na véspera do Seminário sobre a crítica, ocorrido na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, para o qual o texto do Jean Claude serviu de inspiração — Leia o post completo.


  • Desabamento e batuque

    Reproduzo a seguir o texto que serviu de base para minha participação no Seminário Ideias e Perspectivas – Panorama crítico da crítica, realizado ontem (26/1) na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes, com a participação de Luiz Carlos Merten e Fábio Andrade, tendo como mediador Francis Volgner dos Reis. — Leia o post completo.


  • A separação – da eloquência à mudez

    A separação – da eloquência à mudez

    Diante de um juiz de paz do qual só se ouve a voz, o casal argumenta, sentado lado a lado, apresentando suas razões para pleitear o divórcio. Próximos fisicamente, a incompreensão recíproca mantém marido e mulher a uma distância intransponível. É assim o primeiro plano – longo e fixo – de A separação, escrito e dirigido por Asghar Farhadi. — Leia o post completo.


  • Sapatos, cachorros e liberdade de expressão

    Sapatos, cachorros e liberdade de expressão

    Colaboradora periódica, Paola Prestes faz a seguir o que ela mesma chama de “comparação à primeira vista talvez improvável” entre dois personagens, Joyce McKinney, de Tabloide, documentário dirigido por Errol Morris, e Jafar Panahi, de Isto não é um filme. [EE] — Leia o post completo.


  • A pele que habito – o fim da Terra

    A pele que habito – o fim da Terra

    Filmado em 2010 e lançado no ano passado, o tempo presente de A pele que habito, dirigido por Pedro Almodóvar, é situado no então futuro próximo – este ano de 2012. Incluindo também fatos ocorridos seis anos antes – em um passado recente, portanto –, o estranho caso do dr. Robert Ledgard, cirurgião plástico interpretado por Antonio Banderas, deixa de ser ficção científica situada em época remota para se tornar, na verdade, um filme de terror da atualidade. — Leia o post completo.


  • As canções de Eduardo Coutinho

    As canções de Eduardo Coutinho

    Uma cadeira vazia. Essa é a imagem final de As canções, documentário dirigido por Eduardo Coutinho – uma cadeira no palco nu, tendo ao fundo as dobras de uma cortina preta iluminada. — Leia o post completo.


  • Werner Herzog – contador de histórias

    Werner Herzog – contador de histórias

    Werner Herzog definiu a função do diretor de cinema como sendo análoga à “de um contador de histórias no mercado de Marraqueche rodeado por uma multidão”. E completou: “isso é o que eu sou – um contador de histórias”, negando além disso, mesmo no caso de documentários, a importância do espectador ser informado sobre fatos históricos relacionados ao assunto dos filmes. Daí o termo “documentário” vir sempre entre aspas no capítulo “Fato e verdade” de Herzog on Herzog, livro em forma de depoimento editado em 2002, no qual ele afirma ter o desejo de ser “um dos que terminem enterrando o cinema verdade para sempre”. Por cinema verdade, entenda-se cinema direto – gênero de documentário, surgido a partir do final da década de 1950, baseado na observação de eventos e personagens. — Leia o post completo.


  • As regras do jogo – Cavalcanti, Kossakovsky e Forgács

    As regras do jogo – Cavalcanti, Kossakovsky e Forgács

    Depois das famosas quatorze “normas de conduta” mandadas por Alberto Cavalcanti (1897–1982), em 1936 (ou teria sido em 1948, segundo a maioria das publicações?), aos jovens documentaristas dinamarqueses, pelo menos dois cineastas contemporâneos, um russo, outro húngaro, animaram-se a propor regras a serem seguidas para fazer documentários. — Leia o post completo.




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