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questões cinematográficas

  • O templo e a bola – indicações

    O templo e a bola – indicações

    Recomendo o curta Salomão e um trecho do programa Caldeirão do Huck em que o apresentador visita uma tribo indígena acompanhado de Ronaldo Fenômeno. O primeiro está disponíveis no Vimeo e o segundo no Youtube.

    Miguel Antunes Ramos e Alexandre Wahrhaftig, realizadores de Salomão, tiveram a premonição de retratar o Templo no ano passado, ainda em construção. Agora, ficam nos devendo um novo documentário sobre a inauguração e os ritos praticados no seu interior. — Leia o post completo.


  • Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (IV)

    Com o total de 24233 + 1613 acessos até hoje, A partir de agora – as jornadas de junho e Por uma vida sem catracas, MPL | SP, dirigidos e produzidos por Carlos Pronzato, reúnem um amplo conjunto de depoimentos intercalados por breves clipes musicais das manifestações. — Leia o post completo.


  • Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (III)

    Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (III)

    Em 21 de junho de 2013, dia seguinte à segunda manifestação ocorrida em Fortaleza, Com vandalismo acompanha a terceira, a caminho da Prefeitura Municipal ao som do Hino Nacional. Vândalos e pacificistas começam a fazer o papel uns dos outros até serem dispersados pela cavalaria. — Leia o post completo.


  • Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (II)

    Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (II)

    A vinheta de abertura de Com vandalismo é impactante. Realizado pelo coletivo Nigéria Audiovisual e disponível no YouTube, o documentário começacom “2 Izzqueiros” escrito em maiúsculas pretas sobre fundo branco. A essa legenda segue-se música e um lagarto comendo uma minhoca até surgir em fade “Nigéria FILMES” superposto à imagem, também em caixa alta, a primeira palavra em letras verdes, a segunda em vermelho. Isso, em 22 segundos.

    Depois um instante de tela preta, o volume da música aumenta, surge a imagem fixa de um carro em chamas e começa a narração em off sem eloquência:

    “Junho de 2013. O Brasil entrou em um dos momentos mais enigmáticos de sua história. Assim como os eventos no Egito e na Turquia, o País reuniu milhões de pessoas nas ruas.”

     — Leia o post completo.


  • Jornadas, catracas e vandalismo – um ano depois (I)

    Jornadas, catracas e vandalismo – um ano depois (I)

    Além de Junho e Rio em chamas, outros documentários tratam também das manifestações de junho de 2013, diferenciando-se, porém, desses dois comentados há algumas semanas por não terem feito das telas de cinema do circuito comercial sua principal vitrine – 20 centavos, realizado por Tiago Tambelli, embora lançado no Festival de Documentários É Tudo Verdade deste ano, pode ser visto agora no Netflix; Com vandalismo, “produção inteiramente independente e feita de maneira colaborativa” pela Nigéria Audiovisual, A partir de agora – as jornadas de junho e Por uma vida sem catracas, MPL | SP, dirigidos e produzidos por Carlos Pronzato, estão, todos três, disponíveis no YouTube. Com vandalismo há onze meses, A partir de agora – as jornadas de junho e Por uma vida sem catracas, MPL | SP, desde feveireiro. — Leia o post completo.


  • David Perlov – O caminho de volta (III)

    David Perlov – O caminho de volta (III)

    Diário é um título que pode induzir a erro. O próprio Perlov admitiu nunca ter pretendido fazer propriamente um diário filmado – gênero centrado no próprio autor, valorizando acima de tudo o momento e espontaniedade da filmagem, formado de registros desarticulados e heterogêneos, feitos para uso privado, não sendo permitida sua difusão pública, conforme definido por David E.James em “Film Diary/Diary Film: Practice and Product in Jona’s Mekas Walden”. — Leia o post completo.


  • David Perlov – O caminho de volta (II)

    David Perlov – O caminho de volta (II)

    Ao anunciar, em 1973, que deixara de ter atração pelo cinema profissional, David Perlov fez movimento semelhante ao que Jean-Luc Godard e Alain Cavalier haviam feito anos antes – a opção por um cinema não-industrial inserida no contexto da utopia política dos anos 1960, que teve Jonas Mekas como principal precursor.

    Sem pretender indicar precedências, nem supor que Perlov tenha sido influenciado por Godard ou Cavalier, resta o fato de que a crise profissional dos três, além das circunstâncias indicadas, tem ainda outros pontos em comum.

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  • David Perlov – O caminho de volta (I)

    David Perlov – O caminho de volta (I)

    “O cinema profissional deixou de me atrair”, diz David Perlov no início do seu filme Diário Parte 1 1973 – 1977 (Diário 1973-1983, DVD Instituto Moreira Salles).

    Depois de duas legendas amarelas sobre fundo preto, uma com a epígrafe, outra com o nome do diretor, três planos curtos dão início ao Diário: (1º) Ao amanhecer, o quadrilatero em perspectiva da janela enquadra o fundo dos prédios vizinhos. A parede escura, em primeiro plano, forma uma moldura; (2º) no mesmo eixo, filmados com lente de maior distância focal, os prédios parecem mais próximos. As laterais esquerda e inferior da janela servem de meia moldura; (3º) a perspectiva da rua, vista através da janela ao amanhecer, agora sem bordas delimitadoras – carros estacionados, edifícios, árvores, algumas luzes ainda acesas – completa a sequência inicial, narrada por Perlov, na primeira pessoa: — Leia o post completo.


  • O cinema brasileiro vai mal (II)

    A prática de lançar filmes brasileiros com uma ou poucas sessões por dia vem se generalizando, tornando difícil assistir a esses filmes até mesmo para um espectador interessado. Depois dos lançamentos dos blockbusters americanos do primeiro semestre (O espetacular Homem-aranha 2 – A ameaça de electro, Capitão América 2 – O soldado invernal e X-Men – Dias de um futuro esquecido), ao se aproximarem as férias escolares e a Copa do Mundo, vários filmes enfrentaram situação semelhante: A farra do circoDominguinhos, Olho Nu, Os dias com ele, Riocorrente,  Rio em chamasSetenta, Tim Lopes – Histórias de arcanjo etc. — Leia o post completo.


  • O cinema brasileiro vai mal

    “O cinema brasileiro vai bem?” Essa é a pergunta feita no título do artigo publicado no portal Carta Maior, assinado por Amanda Coutinho, doutoranda de pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A indagação é retórica, pois que a resposta negativa está implícita – a análise do suposto “boom do cinema nacional” refuta o “discurso quase consensual de que ‘o cinema brasileiro vai bem’”. — Leia o post completo.




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