Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 94
  • Edição 93
  • Edição 92
  • Edição 91
  • Edição 90
  • Edição 89
  • Edição 88
  • Edição 87
  • Edição 86
  • Edição 85
  • Edição 84
  • Edição 83
  • Edição 82
  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1


questões cinematográficas

  • Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (II)

    Jornada, catracas e vandalismo – um ano depois (II)

    A vinheta de abertura de Com vandalismo é impactante. Realizado pelo coletivo Nigéria Audiovisual e disponível no YouTube, o documentário começacom “2 Izzqueiros” escrito em maiúsculas pretas sobre fundo branco. A essa legenda segue-se música e um lagarto comendo uma minhoca até surgir em fade “Nigéria FILMES” superposto à imagem, também em caixa alta, a primeira palavra em letras verdes, a segunda em vermelho. Isso, em 22 segundos.

    Depois um instante de tela preta, o volume da música aumenta, surge a imagem fixa de um carro em chamas e começa a narração em off sem eloquência:

    “Junho de 2013. O Brasil entrou em um dos momentos mais enigmáticos de sua história. Assim como os eventos no Egito e na Turquia, o País reuniu milhões de pessoas nas ruas.”

     — Leia o post completo.


  • Jornadas, catracas e vandalismo – um ano depois (I)

    Jornadas, catracas e vandalismo – um ano depois (I)

    Além de Junho e Rio em chamas, outros documentários tratam também das manifestações de junho de 2013, diferenciando-se, porém, desses dois comentados há algumas semanas por não terem feito das telas de cinema do circuito comercial sua principal vitrine – 20 centavos, realizado por Tiago Tambelli, embora lançado no Festival de Documentários É Tudo Verdade deste ano, pode ser visto agora no Netflix; Com vandalismo, “produção inteiramente independente e feita de maneira colaborativa” pela Nigéria Audiovisual, A partir de agora – as jornadas de junho e Por uma vida sem catracas, MPL | SP, dirigidos e produzidos por Carlos Pronzato, estão, todos três, disponíveis no YouTube. Com vandalismo há onze meses, A partir de agora – as jornadas de junho e Por uma vida sem catracas, MPL | SP, desde feveireiro. — Leia o post completo.


  • David Perlov – O caminho de volta (III)

    David Perlov – O caminho de volta (III)

    Diário é um título que pode induzir a erro. O próprio Perlov admitiu nunca ter pretendido fazer propriamente um diário filmado – gênero centrado no próprio autor, valorizando acima de tudo o momento e espontaniedade da filmagem, formado de registros desarticulados e heterogêneos, feitos para uso privado, não sendo permitida sua difusão pública, conforme definido por David E.James em “Film Diary/Diary Film: Practice and Product in Jona’s Mekas Walden”. — Leia o post completo.


  • David Perlov – O caminho de volta (II)

    David Perlov – O caminho de volta (II)

    Ao anunciar, em 1973, que deixara de ter atração pelo cinema profissional, David Perlov fez movimento semelhante ao que Jean-Luc Godard e Alain Cavalier haviam feito anos antes – a opção por um cinema não-industrial inserida no contexto da utopia política dos anos 1960, que teve Jonas Mekas como principal precursor.

    Sem pretender indicar precedências, nem supor que Perlov tenha sido influenciado por Godard ou Cavalier, resta o fato de que a crise profissional dos três, além das circunstâncias indicadas, tem ainda outros pontos em comum.

     — Leia o post completo.


  • David Perlov – O caminho de volta (I)

    David Perlov – O caminho de volta (I)

    “O cinema profissional deixou de me atrair”, diz David Perlov no início do seu filme Diário Parte 1 1973 – 1977 (Diário 1973-1983, DVD Instituto Moreira Salles).

    Depois de duas legendas amarelas sobre fundo preto, uma com a epígrafe, outra com o nome do diretor, três planos curtos dão início ao Diário: (1º) Ao amanhecer, o quadrilatero em perspectiva da janela enquadra o fundo dos prédios vizinhos. A parede escura, em primeiro plano, forma uma moldura; (2º) no mesmo eixo, filmados com lente de maior distância focal, os prédios parecem mais próximos. As laterais esquerda e inferior da janela servem de meia moldura; (3º) a perspectiva da rua, vista através da janela ao amanhecer, agora sem bordas delimitadoras – carros estacionados, edifícios, árvores, algumas luzes ainda acesas – completa a sequência inicial, narrada por Perlov, na primeira pessoa: — Leia o post completo.


  • O cinema brasileiro vai mal (II)

    A prática de lançar filmes brasileiros com uma ou poucas sessões por dia vem se generalizando, tornando difícil assistir a esses filmes até mesmo para um espectador interessado. Depois dos lançamentos dos blockbusters americanos do primeiro semestre (O espetacular Homem-aranha 2 – A ameaça de electro, Capitão América 2 – O soldado invernal e X-Men – Dias de um futuro esquecido), ao se aproximarem as férias escolares e a Copa do Mundo, vários filmes enfrentaram situação semelhante: A farra do circoDominguinhos, Olho Nu, Os dias com ele, Riocorrente,  Rio em chamasSetenta, Tim Lopes – Histórias de arcanjo etc. — Leia o post completo.


  • O cinema brasileiro vai mal

    “O cinema brasileiro vai bem?” Essa é a pergunta feita no título do artigo publicado no portal Carta Maior, assinado por Amanda Coutinho, doutoranda de pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A indagação é retórica, pois que a resposta negativa está implícita – a análise do suposto “boom do cinema nacional” refuta o “discurso quase consensual de que ‘o cinema brasileiro vai bem’”. — Leia o post completo.


  • Junho e Rio em chamas – um ano depois

    Junho e Rio em chamas – um ano depois

    Com senso de oportunidade, as estreias neste momento de Junho, dirigido por João Wainer, e Rio em chamas, feito por um grupo de doze realizadores, poderiam contribuir não só para clarear o sentido das manifestações de junho de 2013 e seus desdobramentos, mas também para esboçar o cenário de possibilidades do que poderá acontecer a partir de agora, inclusive com relação às eleições de outubro. — Leia o post completo.


  • Eduardo Coutinho – 120 dias

    Eduardo Coutinho – 120 dias

    “A gente sentimos uma tristeza, assim. Houve isso. Parece que o sol esfriou, assim, não quis sair do lugar, e foi aquela serenidade fria, assim, aquela tristeza arrancando, assim. Aquela vida com aquela saudade. Por que tem… Existe saudade sem alegria, aquela saudade com tristeza. E todo mundo sentiu, não é?” (Manoel Serafim, Cabra marcado para morrer, 1981) — Leia o post completo.


  • Praia do futuro – o passado atormenta

    Praia do futuro – o passado atormenta

    O roteiro de Praia do futuro, escrito pelo diretor Karim Aïnouz e Felipe Bragança, co-autores também do filme anterior de Aïnouz, O céu de Suely (2006), evita deliberadamente explicitar nexos causais que o modelo narrativo do cinema dominante consagrou como indispensáveis para conduzir o espectador pela mão e permitir que acompanhe o desenrolar de um enredo sem dificuldade. — Leia o post completo.




Visite a página da revista piauí no Orkut