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questões cinematográficas

  • Quanto vale um Oscar no Brasil?

    Quanto vale um Oscar no Brasil?

    1-8-2-15-3-20. Esse é o preço pelo qual há semanas já era possível comprar os principais concorrentes ao Oscar em cópias de boa qualidade, legendadas em português. A origem de algumas, inclusive, é fácil comprovar. São duplicatas dos DVDs enviados aos membros da Academia para assistirem e darem seu voto. De nada adiantou a advertência, feita através de uma legenda antes do filme começar, de que “você é pessoalmente responsável por este disco e seu conteúdo. Esta cópia tem uma marca d’água digital para identificá-la. Não empreste, alugue, venda, dê ou repasse para outra pessoa por qualquer razão.” — Leia o post completo.


  • Dois dias, uma noite – conto de fada belga

    Dois dias, uma noite – conto de fada belga

    A Bélgica está neste planeta? E os irmãos Dardenne, são deste mundo? A julgar por Dois dias, uma noite, a resposta às duas perguntas seria negativa. Autores do roteiro e diretores, Jean-Pierre e Luc Dardenne reafirmam sua crença no ensinamento bíblico que recomenda combater “o bom combate, mantendo fé e boa consciência”. — Leia o post completo.


  • Deixa a Cássia cantar!

    Deixa a Cássia cantar!

    Cássia Eller, com roteiro, direção e montagem de Paulo Henrique Fontenelle, consegue a proeza de pecar ao mesmo tempo por excesso e escassez. — Leia o post completo.


  • O crítico e a doença do cinema

    O crítico e a doença do cinema

    Os sintomas são graves. Embora seja argentino e fale castelhano, ele pensa em francês, faz anotações no escuro enquanto assiste aos filmes, raramente escreve críticas favoráveis, refere-se a Godard como a um íntimo, reencena com sua namorada a famosa sequência de Acossado (1960) na qual Michel Poiccard (Jean-Paul Belmondo) ameaça estrangular Patricia Franchini (Jean Seberg) se ela não sorrir antes dele contar até oito. — Leia o post completo.


  • Jorge Furtado a própósito de O mercado de notícias

    Passados quatro meses, chega um e-mail do Jorge Furtado no qual ele comenta os 2038 toques do post sobre o documentário O mercado de notícias, escrito e dirigido por ele, publicados aqui no início de setembro passado (8/setembro/2014). Vão transcritos a seguir os 5594 toques do comentário dele. (EE) — Leia o post completo.


  • Whiplash – elogio ao sadismo e à humilhação

    Whiplash – elogio ao sadismo e à humilhação

    Em busca da perfeição (Whiplash no título originalsugere ao espectador brasileiro desavisado que o filme escrito e dirigido pelo jovem Damien Chazelle (1985-) seja uma jornada em busca da excelência quando, na verdade, não passa de um elogio ao sadismo e à humilhação. Como se não bastasse, Whiplash nos diz que é preciso derramar sangue no altar da glória para que o sacrifício seja consagrado. — Leia o post completo.


  • Leviatã – Nikolai esmagado

    Leviatã – Nikolai esmagado

    É compreensível e, portanto, perdoável que ao entrar na sala de cinema refrigerada para fugir da canícula, o início de Leviatã provoque certa sonolência no espectador. Em especial naquele que estiver habituado à fórmula narrativa consagrada, segundo a qual é preciso prender a atenção do público no primeiro minuto do filme ou, de preferência, no plano de abertura. — Leia o post completo.


  • Climas – embalagem primorosa

    Climas – embalagem primorosa

    O mercado exibidor no Brasil está de tal modo degradado que ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes não basta para um filme ser acolhido com presteza e dignidade entre nós, nem para que um dos filmes anteriores do mesmo diretor seja oferecido em condições favoráveis. — Leia o post completo.


  • Ida – filme incomum

    Ida – filme incomum

    Ida é um filme incomum. Na definição do diretor, Paweł Pawlikowski, é “uma meditação sobre identidade, fé e responsabilidade”. Elogiado pela crítica americana e premiado em festivais, é considerado forte concorrente ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, a ser entregue em fevereiro. — Leia o post completo.


  • Os amigos – viagem aos braços de Majú

    Os amigos – viagem aos braços de Majú

    Um fenômeno raro ocorreu sexta-feira à tarde, em São Paulo. A tempestade espelhou o que estava sendo projetado, ao mesmo tempo, em uma das salas do Reserva Cultural. Não é comum tamanho sincronismo entre o que acontece nas ruas e o que se vê na tela. A odisseia de Téo (Marco Ricca) não tem a mesma dramaticidade, porém, do que aconteceu enquanto Os amigos, de Lina Chamie, era exibido. — Leia o post completo.




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