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questões cinematográficas

  • Domingo, 26/10/2014, 15:32

    Domingo, 26/10/2014, 15:32

    Em momentos como este, a irrelevância do cinema fica evidente. Escrevendo no dia da eleição presidencial, a pouco mais de quatro horas da apuração começar a ser divulgada, chama atenção a ausência do setor audiovisual ao longo da campanha dos últimos meses. As poucas manifestações havidas, comentadas aqui em dois posts, não despertaram grande interesse. E as poucas vozes do cinema que se animaram a declarar voto parecem ter caído no vazio. — Leia o post completo.


  • Arraial agitado (II)

    O movimento Rio: mais cinema, menos cenário deixa claro, em sua carta aberta ao governador do Estado, ao prefeito do Rio e aos seus respectivos secretários de Cultura, não ser “contra a Riofilme ou contra qualquer pessoa ligada à instituição.” Apenas exerce, desde 2010, o legítimo direito de crítica, manifestando de forma aberta sua “constante e crescente insatisfação com a atual gestão da Riofilme”. — Leia o post completo.


  • Moscou de outro ângulo (II)

    Moscou de outro ângulo (II)

    Enéas de Souza, autor do artigo A Aposta de Eduardo Coutinho (Teorema* 24,agosto de 2014), mesmo reconhecendo a validade da objeção feita no post da semana passada (6/10/2014) – segundo a qual o diretor que preserva o poder de decidir o que e como filmar; o que será incluído ou não na montagem; o instante inicial e final de cada plano, etc., como é o caso de Coutinho em Moscou, mantém a posição de Criador –, contra-argumentou em e-mail nos seguintes termos: — Leia o post completo.


  • Moscou de outro ângulo

    Moscou de outro ângulo

    O número de agosto da Teorema, revista semestral de crítica de cinema editada em Porto Alegre há 12 anos, entre diversas colaborações traz artigo que se propõe indicar a “visão de cinema” de Eduardo Coutinho. Ao abordar Moscou (2009), o autor – Enéas de Souza – faz análise fértil que oferece oportunidade de reconsiderar o entendimento de um aspecto, em especial, da motivação desse documentário comentado pelo próprio Coutinho e por outros críticos. — Leia o post completo.


  • Arraial agitado

    Arraial agitado

    A campanha eleitoral parece ter animado o debate. Em carta aberta aos presidenciáveis, cerca de setenta ilustres profissionais sairam à frente, afirmando que “o audiovisual brasileiro encontra-se em um dos melhores momentos de sua história”. — Leia o post completo.


  • A Bela da Penha

    A Bela da Penha

    Em O Lobo atrás da porta, Fernando Coimbra, autor do roteiro e diretor, atualiza fato ocorrido em 1960, conhecido na época como o crime da Fera da Penha.

    Para uma versão que nunca realizou, em novembro de 1964 Paulo César Saraceni chega a filmar a Festa da Penha. No ano seguinte, o documentarista e montador britânico Rex Endsleigh adapta e dirige Crime de amor, baseado na peça Fera da Penha, de Edgard da Rocha Miranda. Radicado no Brasil desde 1950, Endsleigh veio trabalhar na Vera Cruz, trazido por Alberto Cavalcanti. — Leia o post completo.


  • O homem das multidões

    O homem das multidões

    Há poucos diálogos, esparsos e lacônicos, em O homem das multidões, dirigido por Cao Guimarães e Marcelo Gomes. Os personagens não têm o dom da palavra – observam, transitam e cumprem tarefas quase sem falar. Mantém relações dominadas pelo silêncio, o que torna ainda mais opressivo o retrato da solidão na metrópole feito no filme.

    A nota destoante é Margô (Sílvia Lourenço) dizer a Juvenal (Paulo André): “Difícil é o ser humano. Máquina não dá defeito. O ser humano é complicado, né?” Único diálogo conceitual em um filme no qual o sentido do que se vê e ouve está quase sempre implícito. Instante de concessão em uma realização rigorosa, sugerindo um lampejo de insegurança dos diretores com a forma narrativa alusiva que adotaram. — Leia o post completo.


  • O mercado de notícias – dúvidas

    O mercado de notícias – dúvidas

    O mercado de notícias, de Jorge Furtado, participou da mostra competitiva do Festival É Tudo Verdade, no início de abril, foi premiado, no mês seguinte, como melhor filme documentário pelos júris oficial e popular do Cine PE, em Recife, e estreou no Rio há três semanas.

    Só tendo assistido ao filme recentemente, se houvesse oportunidade, perguntaria ao Furtado: — Leia o post completo.


  • De menor nas telas

    De menor nas telas

    Foi preciso esperar 10 meses para De menor, dirigido por Caru Alvez de Souza, chegar às telas do circuito comercial. Isso, depois de ter sido premiado, em 2013, como melhor filme de ficção do Festival do Rio, ex aequo com O lobo atrás da porta, de Fernando Coimbra, e da atriz Rita Batata ter recebido prêmios em dois festivais, um deles no exterior. — Leia o post completo.


  • A invenção do cinema brasileiro – em debate

    A invenção do cinema brasileiro – em debate

    No lançamento de A invenção do cinema brasileiro – Modernismo em três tempos, de Paulo Antonio Paranaguá, em 9 de agosto, houve um debate na sede do Instituto Moreira Salles, no Rio. Paranaguá apresentou o livro, e reiterou seu direito à “reinvenção”.

    Vai transcrita a seguir, minha apreciação do ensaio feita nessa conversa de amigos. — Leia o post completo.




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