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questões cinematográficas

  • Doméstica – insuficiência do método

    Doméstica – insuficiência do método

    Insuficiência do método, mal grave de que sofre Doméstica, não é novidade e vem se transformando em pandemia no cinema brasileiro. Dirigido por Gabriel Mascaro, o documentário é vítima da mesma doença que vem derrubando filmes pelo menos desde Rua de mão dupla, de Cao Guimarães, feito em 2004, e que, em 2009, provocou o naufrágio de Pacific, de Marcelo Pedroso – fetichismo metodológico é o horrível nome que essa doença poderia ter. — Leia o post completo.


  • Seja bem-vinda, Elena

    Seja bem-vinda, Elena

    A estreia de Elena, na próxima sexta-feira, 10 de maio, não é um acontecimento banal. Mereceria ser saudado com fanfarras, ou melhor, com o movimento molto moderato de uma sonata, mais adequado à sua narrativa em tom menor. Demonstração rara de sensibilildade e talento, o filme dirigido por Petra Costa trata, sem sentimentalismo ou comiseração, da dor e culpa dela e da sua mãe. — Leia o post completo.


  • Tata e Cao – proximidade e distância

    Tata e Cao – proximidade e distância

    Apenas quatro quarteirões separam o Centro Cultural Itaú do cinema Reserva Cultural, na Avenida Paulista, em São Paulo. A distância é pequena – cerca de 800 metros – e pode ser vencida, a pé, em poucos minutos.

    Mas a essa proximidade não corresponde, à primeira vista, uma afinidade clara entre a mostra Ver é uma fábula, de Cao Guimarães, que ocupa o Centro Cultural, e o filme Hoje, de Tata Amaral, em exibição numa das salas do Reserva Cultural, entre outros cinemas da cidade e do Rio, Porto Alegre e Brasília. — Leia o post completo.


  • Cinemateca Brasileira, ainda há tempo

    Nos últimos três meses, as más notícias de janeiro foram confirmadas. A partir da exoneração extemporânea do diretor Carlos Magalhães, seguida da demissão de dezenas de trabalhadores, a crise fabricada pela ação desastrada do Secretário do Audiovisual, está levando a Cinemateca Brasileira à parilisia, tolhendo seu dinamismo e inviabilizando sua produtividade. — Leia o post completo.


  • Mataram meu irmão – premiado no É Tudo Verdade

    Mataram meu irmão – premiado no É Tudo Verdade

    Ao escolher Mataram meu irmão, de Cristiano Burlan, como melhor documentário brasileiro do 18º Festival É Tudo Verdade, prêmio que tem o nome de “Janela para o contemporâneo”, o júri oficial, integrado por Flávia Castro, Marcelo Machado e Matias Mariani, deliberadamente ou não, deu um sinal claro não só para os outros realizadores cujos filmes estavam em competição, como também aos documentaristas, produtores e patrocinadores brasileiros em geral. — Leia o post completo.


  • Flagrantes do Festival

    Nos primeiros dias do Festival É Tudo Verdade, foi possível ver, em São Paulo, Minha revolução roubada, de Nahid Persson Sarvestani, e Nosso Nixon, de Penny Lane; além de, no Rio, Os guardiões, de Dror Moreh; Cine-olho, de Dziga Vertov; Mataram meu irmão, de Cristiano Burlan; Antártica, de Evaldo Mocarzel; e, em cópia 35mm, os primeiros minutos de Entusiasmo, de Dziga Vertov, antes da projeção ser interrompida por um defeito do projetor. — Leia o post completo.


  • Dziga Vertov no É Tudo Verdade

    Dziga Vertov no É Tudo Verdade

    O 18º Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade apresentará, a partir de 6 de abril, no CCBB-RJ, e, a partir de 10 de abril, no CCBB-SP e na Cinemateca Brasileira, uma seleção de curta-metragens e 7 longa-metragens realizados por Dziga Vertov, entre 1924 e 1937. Com exceção de O homem com a câmera e Três canções sobre Lenin, este lançado em DVD com o título Réquiem a Lenin, junto com Kinoglaz (Cinema olho), os demais filmes da retrospectiva são pouco conhecidos no Brasil. — Leia o post completo.


  • Chuva de verão

    Chuva de verão

    Na semana passada, as mortes provocadas pelos deslizamentos de terra voltaram a acontecer em Petrópolis. Ao receber pelo telefone, de um repórter da Folha de S.Paulo, a notícia de que Jamil Luminato perdera a filha e dois netos soterrados pela lama, além da tristeza afloraram três sensações – fatalidade, inutilidade e omissão. — Leia o post completo.


  • Crônica do ansioso

    Crônica do ansioso

    Cineastas são criaturas ansiosas. Alguns superaram a mais recente rodada de ansiedade ao serem anunciados, na semana passada, os filmes selecionados para o É Tudo Verdade – 18º Festival Internacional de Documentários, prestes a começar em São Paulo e no Rio.

    Para a maioria dos inscritos, porém, a ansiedade foi substituída pela decepção. Decepção momentânea por não terem sido escolhidos, mas que logo dará lugar a nova etapa de ansiedade. Quem faz cinema não escapa. Haverá outros festivais, lançamento no circuito comercial, na televisão, em DVD. Novos projetos a realizar. E a insidiosa ansiedade estará sempre rondando. — Leia o post completo.


  • Isto não será um filme

    Isto não será um filme

    A notícia de que Sulaiman Abu Ghaith, genro de Osama bin Laden, alegou inocência ao ser informado, em uma corte federal em Manhattan, da acusação de que conspirou para matar americanos, sugere imaginar como poderia ser um filme americano que algum dia fosse feito inspirado nesse fato, conforme foi noticiado sexta-feira (8/3/2013).

    Essa especulação poderia seguir pelo menos dois rumos divergentes. — Leia o post completo.




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