Estadão.com.br
‹ Ir para edição atual

Busca avançada





  • Edição 103
  • Edição 102
  • Edição 101
  • Edição 100
  • Edição 99
  • Edição 98
  • Edição 97
  • Edição 96
  • Edição 95
  • Edição 94
  • Edição 93
  • Edição 92
  • Edição 91
  • Edição 90
  • Edição 89
  • Edição 88
  • Edição 87
  • Edição 86
  • Edição 85
  • Edição 84
  • Edição 83
  • Edição 82
  • Edição 81
  • Edição 80
  • Edição 79
  • Edição 78
  • Edição 77
  • Edição 76
  • Edição 75
  • Edição 74
  • Edição 73
  • Edição 72
  • Edição 71
  • Edição 70
  • Edição 69
  • Edição 68
  • Edição 67
  • Edição 66
  • Edição 65
  • Edição 64
  • Edição 63
  • Edição 62
  • Edição 61
  • Edição 60
  • Edição 59
  • Edição 58
  • Edição 57
  • Edição 56
  • Edição 55
  • Edição 54
  • Edição 53
  • Edição 52
  • Edição 51
  • Edição 50
  • Edição 49
  • Edição 48
  • Edição 47
  • Edição 46
  • Edição 45
  • Edição 44
  • Edição 43
  • Edição 42
  • Edição 41
  • Edição 40
  • Edição 39
  • Edição 38
  • Edição 37
  • Edição 36
  • Edição 35
  • Edição 34
  • Edição 33
  • Edição 32
  • Edição 31
  • Edição 30
  • Edição 29
  • Edição 28
  • Edição 27
  • Edição 26
  • Edição 25
  • Edição 24
  • Edição 23
  • Edição 22
  • Edição 21
  • Edição 20
  • Edição 19
  • Edição 18
  • Edição 17
  • Edição 16
  • Edição 15
  • Edição 14
  • Edição 13
  • Edição 12
  • Edição 11
  • Edição 10
  • Edição 9
  • Edição 8
  • Edição 7
  • Edição 6
  • Edição 5
  • Edição 4
  • Edição 3
  • Edição 2
  • Edição 1
  • Edição 0


questões cinematográficas

  • Fatia de bolo solado

    Fatia de bolo solado

    Divulgada através da comunidade de campanhas online secure.avaaz.org, a carta aberta resultante dos debates promovidos pelo movimento Rio: mais cinema, menos cenário contava com mais de 380 assinaturas quando foi lida durante a cerimônia de premiação do 20º É Tudo Verdade, sábado (18/4/2015) à noite, em São Paulo. — Leia o post completo.


  • Carta aberta ao cinema brasileiro

    Em dezembro de 2012, publicamos a “Carta aberta a um produtor” de Luciana Burlamaqui que, na ocasião, já estava impedida há 5 anos de editar o material que ela mesma gravou acompanhando a investigação feita pela Polícia Federal do assalto ao Banco Central, em Fortaleza, ocorrido em agosto de 2005. Passados dois anos desde essa publicação da “Carta aberta” aqui no blog, o impasse persiste e Luciana continua sem poder editar e finalizar o filme. Conforme escrevemos naquela ocasião, na esperança que o bom senso ainda possa prevalecer, voltamos a publicar uma carta aberta de Luciana, desta vez dirigida ao cinema brasileiro. (EE) — Leia o post completo.


  • Branco sai, preto fica – bomba explode na cabeça

    Branco sai, preto fica – bomba explode na cabeça

    À primeira vista, poderia parecer que o júri cedeu ao bairrismo e foi condescendente ao premiar Branco sai, preto fica como melhor filme do Festival de Brasília, em setembro do ano passado. O filme, com roteiro e direção de Adirley Queirós, recebeu ainda os prêmios de melhor ator, dado a Marquim do Tropa, e melhor direção de arte. O apelo do filme deve ter sido forte pelo simples fato de ser produzido pelo Coletivo de Cinema em Ceilândia (CECINE) e dirigido por um morador dessa região administrativa do Distrito Federal desde 7 anos de idade. O júri oficial teria jogado para a plateia? — Leia o post completo.


  • Citizenfour no É Tudo Verdade

    Citizenfour no É Tudo Verdade

    Superadas as emoções das aberturas do 20º É Tudo Verdade em São Paulo e no Rio, dias 9 e 10 de abril, nas quais se poderá assistir a Últimas conversas, filme que Eduardo Coutinho deixou gravado mas ainda sem montar, durante o Festival também poderá ser visto, entre outros títulos, Citizenfour, de Laura Poitras, vencedor do Oscar de melhor documentário deste ano. — Leia o post completo.


  • Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (II)

    Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (II)

    Semelhantes a encontros amorosos, as gravações de Coutinho, a partir de Santo Forte (1999), eram precedidas por acurado processo de seleção e obedeciam a regras precisas, tanto em relação ao modo de gravar, quanto à dinâmica das conversas, nas quais Coutinho mais ouvia do que falava. Fazia perguntas curtas e encarava eleitas e eleitos olhos nos olhos. Nesses termos, para ele a proximidade física e o olhar pesavam tanto quanto a escuta. — Leia o post completo.


  • Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (I)

    Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (I)

    No final de um conhecido curta-metragem do Krzysztof Kieslowski, uma senhora de 100 anos, nascida em 1880, diz que quer “viver mais. Muito mais.” Eduardo Coutinho também queria viver. Em outras palavras, disse isso mais de uma vez. Quando estava com 80 anos foi breve: “[…] infelizmente a gente morre. […] Se eu morrer… Espero que demore”, declarou. Essa graça, porém, não lhe foi concedida. Meses depois foi abatido pelo braço traiçoeiro do seu filho mais moço. — Leia o post completo.


  • Sniper americano – visões divergentes

    Sniper americano – visões divergentes

    Os dois não parecem a mesma pessoa – um é bad boy, o outro bom moço. Mas ambos, na verdade, são o mesmo sniper Chris Kyle, baseadas todas duas no livro de memórias dele, best-seller em 2012. Kyle foi um sniper – atirador de elite que alveja suas vítimas de posições ocultas –, ex-integrante da força de mar, ar e terra da Marinha (os SEALs, em inglês), condecorado com duas estrelas de prata e cinco de bronze, conhecido como “a lenda” por mais de 100 mortos na guerra do Iraque terem sido creditadas a ele. — Leia o post completo.


  • Quanto vale um Oscar no Brasil?

    Quanto vale um Oscar no Brasil?

    1-8-2-15-3-20. Esse é o preço pelo qual há semanas já era possível comprar os principais concorrentes ao Oscar em cópias de boa qualidade, legendadas em português. A origem de algumas, inclusive, é fácil comprovar. São duplicatas dos DVDs enviados aos membros da Academia para assistirem e darem seu voto. De nada adiantou a advertência, feita através de uma legenda antes do filme começar, de que “você é pessoalmente responsável por este disco e seu conteúdo. Esta cópia tem uma marca d’água digital para identificá-la. Não empreste, alugue, venda, dê ou repasse para outra pessoa por qualquer razão.” — Leia o post completo.


  • Dois dias, uma noite – conto de fada belga

    Dois dias, uma noite – conto de fada belga

    A Bélgica está neste planeta? E os irmãos Dardenne, são deste mundo? A julgar por Dois dias, uma noite, a resposta às duas perguntas seria negativa. Autores do roteiro e diretores, Jean-Pierre e Luc Dardenne reafirmam sua crença no ensinamento bíblico que recomenda combater “o bom combate, mantendo fé e boa consciência”. — Leia o post completo.


  • Deixa a Cássia cantar!

    Deixa a Cássia cantar!

    Cássia Eller, com roteiro, direção e montagem de Paulo Henrique Fontenelle, consegue a proeza de pecar ao mesmo tempo por excesso e escassez. — Leia o post completo.




Visite a página da revista piauí no Orkut