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questões cinematográficas

  • Relatos selvagens e O ciúme – excesso e sobriedade

    Relatos selvagens e O ciúme – excesso e sobriedade

    Um mesmo cinema do Rio exibe atualmente em sessões alternadas Relatos selvagens, do argentino Damián Szifron, e O ciúme, do francês Philippe Garrel. O acaso aproximou filmes que à primeira vista parecem antitéticos, um fundamentado no excesso em cores densas, o outro na sobriedade em preto, branco e gama de cinzas. Mas, na verdade, à violência do primeiro se equipara ao desespero do segundo e eles acabam se aproximando ao mostrarem que resta pouco lugar no mundo para a delicadeza.

     — Leia o post completo.


  • Sem pena – relevância e carências

    Sem pena – relevância e carências

    Há temas cuja relevância, por si só, parece sustentar filmes que os elegem como foco. Esse é o caso do sistema judicial e prisional brasileiro – arbitrariedade, lentidão e desrespeito mantêm mais de 40% da população carcerária presa sem julgamento. O tema foi abordado no documentário Sem pena, dirigido por Eugênio Puppo, que recebeu do júri popular o prêmio de melhor filme no 47º Festival de Brasília. — Leia o post completo.


  • 12 anos em 165 minutos

    12 anos em 165 minutos

    É difícil imaginar título mais infeliz do que o da versão brasileira do filme escrito e dirigido por Richard Linklater – Boyhood – Da infância à juventude. Ao original, mantido em inglês, foi acrescentada a coda em português tão óbvia quanto banal. A empresa distribuidora Universal Pictures não poderia ter feito desserviço maior a um filme que ainda por cima desperdiça a boa ideia inicial a partir da qual foi realizado. — Leia o post completo.


  • Poder perpétuo em questão

    Poder perpétuo em questão

    Às 10:51 de sexta-feira (31/10/2014), a cantora Cendrine Nama postou no Facebook: “Estamos desde hoje de manhã diante do Estado Maior do Exército para manter a pressão e exigir que Blaise Compaoré renuncie ou que o Exército tome medidas... Foi feito o comunicado... Blaise Compaoré não é mais presidente de Burkina Faso e estamos esperando o nome do novo presidente… Nossas lutas não foram em vão… Conseguimos… Blaise renunciou… Pelo suor, o sangue …nossa determinação nos conduziu…”. — Leia o post completo.


  • Domingo, 26/10/2014, 15:32

    Domingo, 26/10/2014, 15:32

    Em momentos como este, a irrelevância do cinema fica evidente. Escrevendo no dia da eleição presidencial, a pouco mais de quatro horas da apuração começar a ser divulgada, chama atenção a ausência do setor audiovisual ao longo da campanha dos últimos meses. As poucas manifestações havidas, comentadas aqui em dois posts, não despertaram grande interesse. E as poucas vozes do cinema que se animaram a declarar voto parecem ter caído no vazio. — Leia o post completo.


  • Arraial agitado (II)

    O movimento Rio: mais cinema, menos cenário deixa claro, em sua carta aberta ao governador do Estado, ao prefeito do Rio e aos seus respectivos secretários de Cultura, não ser “contra a Riofilme ou contra qualquer pessoa ligada à instituição.” Apenas exerce, desde 2010, o legítimo direito de crítica, manifestando de forma aberta sua “constante e crescente insatisfação com a atual gestão da Riofilme”. — Leia o post completo.


  • Moscou de outro ângulo (II)

    Moscou de outro ângulo (II)

    Enéas de Souza, autor do artigo A Aposta de Eduardo Coutinho (Teorema* 24,agosto de 2014), mesmo reconhecendo a validade da objeção feita no post da semana passada (6/10/2014) – segundo a qual o diretor que preserva o poder de decidir o que e como filmar; o que será incluído ou não na montagem; o instante inicial e final de cada plano, etc., como é o caso de Coutinho em Moscou, mantém a posição de Criador –, contra-argumentou em e-mail nos seguintes termos: — Leia o post completo.


  • Moscou de outro ângulo

    Moscou de outro ângulo

    O número de agosto da Teorema, revista semestral de crítica de cinema editada em Porto Alegre há 12 anos, entre diversas colaborações traz artigo que se propõe indicar a “visão de cinema” de Eduardo Coutinho. Ao abordar Moscou (2009), o autor – Enéas de Souza – faz análise fértil que oferece oportunidade de reconsiderar o entendimento de um aspecto, em especial, da motivação desse documentário comentado pelo próprio Coutinho e por outros críticos. — Leia o post completo.


  • Arraial agitado

    Arraial agitado

    A campanha eleitoral parece ter animado o debate. Em carta aberta aos presidenciáveis, cerca de setenta ilustres profissionais sairam à frente, afirmando que “o audiovisual brasileiro encontra-se em um dos melhores momentos de sua história”. — Leia o post completo.


  • A Bela da Penha

    A Bela da Penha

    Em O Lobo atrás da porta, Fernando Coimbra, autor do roteiro e diretor, atualiza fato ocorrido em 1960, conhecido na época como o crime da Fera da Penha.

    Para uma versão que nunca realizou, em novembro de 1964 Paulo César Saraceni chega a filmar a Festa da Penha. No ano seguinte, o documentarista e montador britânico Rex Endsleigh adapta e dirige Crime de amor, baseado na peça Fera da Penha, de Edgard da Rocha Miranda. Radicado no Brasil desde 1950, Endsleigh veio trabalhar na Vera Cruz, trazido por Alberto Cavalcanti. — Leia o post completo.




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