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questões cinematográficas

  • Homem comum – melhor documentário brasileiro

    Homem comum – melhor documentário brasileiro

    Confirmando expectativa registrada aqui no sábado (12/4/2014), antes dos vencedores do 19º Festival É Tudo Verdade terem sido anunciados, Homem comum, de Carlos Nader, foi escolhido como melhor documentário brasileiro. Pelo júri formado por Andrea Pasquini, Bebeto Abrantes e Marcius Freire.

    O pouco lembrado nome do prêmio – “Janela para o contemporâneo” – talvez sirva de pista inicial para entender a decisão do júri ao atribuir o troféu e o prêmio de cem mil reais a Homem comum. — Leia o post completo.


  • Carlos Nader – diretor incomum

    Carlos Nader – diretor incomum

    Carlos Nader, diretor de Homem comum, exibido em competição no 19º Festival É Tudo Verdade, havia nos regalado o retrato de Waly Salomão, um homem incomum, em seu filme anterior – Pan-cinema permanente –, premiado no 13º Festival É Tudo Verdade, em 2008, como melhor documentário brasileiro. — Leia o post completo.


  • Nise da Silveira – enigmas da vida

    Nise da Silveira – enigmas da vida

    A entrevista filmada da psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999) dada a Leon Hirszman (1937-1987) em 1986, pouco depois do documentário Imagens do inconsciente ter sido concluído, não tem caráter biográfico. Concentra-se em duas questões que Nise considerava cruciais, a terapia ocupacional, chamada por um doente de “a emoção de lidar”, e a “tragédia do egresso”, definido por ela como sendo o doente internado que tem alta, deixa o hospital e não encontra “espaço na família e na sociedade”.

    Seis anos depois dessa filmagem, Dulce Pandolfi registrou em áudio o depoimento de cunho biográfico que segue abaixo, em versão resumida, incluindo ao final o relato de como ela conheceu Nise. É uma bela introdução à entrevista filmada por Leon. — Leia o post completo.


  • Cabra marcado em DVD

    Cabra marcado em DVD

    Devemos saudar o lançamento em DVD de Cabra marcado para morrer. Quanto a isso não resta dúvida. Mas, diante do que aconteceu há dois meses, é difícil falar do filme e dos extras, deixando de lado Eduardo Coutinho e a tragédia que o abateu. Ao mesmo tempo, o que haveria para dizer sobre ele que já não tenha sido dito milhares de vezes? E sobre sua morte, o que poderia ser dito? — Leia o post completo.


  • O silêncio de Paulo Emílio

    O silêncio de Paulo Emílio

    Glauber Rocha (1939-1981) começou a se corresponder com Paulo Emílio Salles Gomes (1916-1977), em novembro de 1960, dois anos depois deles terem se conhecido, em São Paulo. De gerações diferentes, Glauber era um iniciante, nessa época, com artigos publicados na imprensa de Salvador, e tendo realizado seu primeiro curta-metragem – Pátio (1959); Paulo Emílio, por sua vez, além de ensaísta, colaborador do Suplemento Literário do jornal O Estado de S.Paulo, desde 1956, e autor da biografia de Jean Vigo, publicada em 1957, era diretor da recém-criada Cinemateca Brasileira. — Leia o post completo.


  • Noé – nessa arca não há lugar para nós

    Noé – nessa arca não há lugar para nós

    A pré-estreia mundial de Noé acontecerá esta semana, no Brasil, uma semana antes do lançamento, dia 28, nos Estados Unidos. O que teremos feito para merecer tamanho privilégio? Talvez seja uma recompensa por mantermos nosso mercado exibidor escancarado para o cinema estrangeiro, além de aceitarmos passivamente a posição subalterna de meros consumidores de um gênero de filme que está fora do nosso alcance produzir, e com o qual não temos como competir. Na arca de Noé da Paramount Pictures, dirigida por Darren Aronofsky, não há lugar para nós. Só animais e gente grande podem entrar. — Leia o post completo.


  • 12 anos de escravidão – filme obsceno

    12 anos de escravidão – filme obsceno

    Em 12 anos de escravidão, Steve McQueen reafirma sua conhecida aptidão para encenações de violência explícita, já demonstrada em Hunger, de 2008, e Shame, de 2011. Voltando a transformar a crueldade em espetáculo, ele parte do relato memorialístico contundente, mas antes sóbrio, de Solomon Northup e faz um filme obsceno no qual pretensamente denuncia um crime, lançando mão do mesmo instrumento dos criminosos – a brutalidade. — Leia o post completo.


  • Ruy Guerra – ato sagrado

    Ruy Guerra – ato sagrado

    O mais recente número da revista Doc On-line (n. 15, dezembro 2013), dedicado ao tema “Documentário e história”, traz entrevista de Ruy Guerra, dada em Lisboa a Rafael Antunes e António Costa, doutorandos da Escola de Comunicação, Arquitetura, Artes e Tecnologias da Informação. — Leia o post completo.


  • Desperdício de recursos e dirigismo cultural

    Segundo O Globo de hoje (26.2.2014), a RioFilme contratou a empresa JLeiva Cultura & Esporte para pesquisar os gêneros de filmes preferidos do grande público. Os resultados da sondagem, feita no ano passado, serão apresentados à tarde no auditório da Firjan, informa a matéria publicada no Segundo Caderno. — Leia o post completo.


  • Leblon em chamas [2]

    Ao se aproximar a Copa do Mundo, há sinais de que protestos de rua com consequências imprevisíveis se tornarão cada vez mais frequentes pelo País afora. Exemplo disso ocorreu sábado passado (22/2/2014), em São Paulo.

    Há duas semanas, no Rio, os responsáveis pela morte do cinegrafista Santiago Andrade teriam sido pagos para provocar a reação da polícia, conforme foi noticiado? Questão que não foi esclarecida, mas se confirmada atestaria a tentativa de manipular as manifestações, desencadeando a repressão, com propósitos eleitoreiros. — Leia o post completo.




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