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questões cinematográficas

  • As quatro voltas - sessão única

    As quatro voltas - sessão única

    Estreou quinta-feira (21/5/2014), no Rio, As quatro voltas (2010), de Michelangelo Frammartino, oferecido em uma única sessão diária no Cine Joia, às 20h05, exceto segundas-feiras. Trata-se de um dos principais acontecimentos cinematográficos do ano em exibição na salinha de sub-solo, em Copacabana. — Leia o post completo.


  • O sal da terra – um conto-da-carochinha

    O sal da terra – um conto-da-carochinha

    Sebastião Salgado encarnou a partir do início da década de 1970, durante cerca de 20 anos, a figura heroica do viajante moderno que ao voltar de terras distantes tem histórias para contar. No caso dele, histórias sintetizadas em imagens poderosas. Cada uma das suas fotografias desse período contém uma narrativa, quase sempre trágica. Formam ao mesmo tempo, isoladas ou em conjunto, um belo espetáculo visual. — Leia o post completo.


  • Winter sleep – elogio à melancolia

    Winter sleep – elogio à melancolia

    “Minha mulher, Natalya Gavrilovna […] não tomava o menor conhecimento de como eu jantava, dormia, ou com quem me encontrava. Nossa relação um com o outro era simples e sem tensão, mas fria, vazia, e indiferente como são relações entre pessoas que estiveram separadas por tanto tempo que, mesmo vivendo debaixo do mesmo teto, não demonstram nenhuma proximidade. Não havia agora nenhum traço do amor passional e atormentado – às vezes doce, outras amargo como absinto – que eu tinha sentido por ela.” — Leia o post completo.


  • Ele e eu

    Ele e eu

    Hoje, 11 de maio, dia em que este texto está sendo publicado, seria aniversário do Coutinho. Ele faria 82 anos. Não receberia parabéns pelo facebook, porque não tinha. Não receberia telefonemas e mensagens pelo celular, porque seu aparelho nunca estava carregado, ou nunca funcionava, ou ele não conseguia atender a tempo.

    Ele estaria sentado em algum café da cidade onde pudesse fumar. Eu passaria lá à tarde e conversaríamos até à noitinha. Seríamos interrompidos por vários conhecidos ou admiradores que puxariam um assunto qualquer só para ouvi-lo discorrer sobre qualquer coisa, numa voz rouca e descompromissada. — Leia o post completo.


  • Gilberto Santeiro – despedida

    Gilberto Santeiro – despedida

    Pavio curto. Esse foi o apelido que o pai deu quando ainda era criança. Com o passar do tempo, o pavio foi encurtando e, nos últimos anos, as explosões foram se tornando mais frequentes. Qualquer pretexto servia. Com isso, amigos de longa data haviam se distanciado. — Leia o post completo.


  • Fatia de bolo solado

    Fatia de bolo solado

    Divulgada através da comunidade de campanhas online secure.avaaz.org, a carta aberta resultante dos debates promovidos pelo movimento Rio: mais cinema, menos cenário contava com mais de 380 assinaturas quando foi lida durante a cerimônia de premiação do 20º É Tudo Verdade, sábado (18/4/2015) à noite, em São Paulo. — Leia o post completo.


  • Carta aberta ao cinema brasileiro

    Em dezembro de 2012, publicamos a “Carta aberta a um produtor” de Luciana Burlamaqui que, na ocasião, já estava impedida há 5 anos de editar o material que ela mesma gravou acompanhando a investigação feita pela Polícia Federal do assalto ao Banco Central, em Fortaleza, ocorrido em agosto de 2005. Passados dois anos desde essa publicação da “Carta aberta” aqui no blog, o impasse persiste e Luciana continua sem poder editar e finalizar o filme. Conforme escrevemos naquela ocasião, na esperança que o bom senso ainda possa prevalecer, voltamos a publicar uma carta aberta de Luciana, desta vez dirigida ao cinema brasileiro. (EE) — Leia o post completo.


  • Branco sai, preto fica – bomba explode na cabeça

    Branco sai, preto fica – bomba explode na cabeça

    À primeira vista, poderia parecer que o júri cedeu ao bairrismo e foi condescendente ao premiar Branco sai, preto fica como melhor filme do Festival de Brasília, em setembro do ano passado. O filme, com roteiro e direção de Adirley Queirós, recebeu ainda os prêmios de melhor ator, dado a Marquim do Tropa, e melhor direção de arte. O apelo do filme deve ter sido forte pelo simples fato de ser produzido pelo Coletivo de Cinema em Ceilândia (CECINE) e dirigido por um morador dessa região administrativa do Distrito Federal desde 7 anos de idade. O júri oficial teria jogado para a plateia? — Leia o post completo.


  • Citizenfour no É Tudo Verdade

    Citizenfour no É Tudo Verdade

    Superadas as emoções das aberturas do 20º É Tudo Verdade em São Paulo e no Rio, dias 9 e 10 de abril, nas quais se poderá assistir a Últimas conversas, filme que Eduardo Coutinho deixou gravado mas ainda sem montar, durante o Festival também poderá ser visto, entre outros títulos, Citizenfour, de Laura Poitras, vencedor do Oscar de melhor documentário deste ano. — Leia o post completo.


  • Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (II)

    Encontro amoroso – Eduardo Coutinho e seu método (II)

    Semelhantes a encontros amorosos, as gravações de Coutinho, a partir de Santo Forte (1999), eram precedidas por acurado processo de seleção e obedeciam a regras precisas, tanto em relação ao modo de gravar, quanto à dinâmica das conversas, nas quais Coutinho mais ouvia do que falava. Fazia perguntas curtas e encarava eleitas e eleitos olhos nos olhos. Nesses termos, para ele a proximidade física e o olhar pesavam tanto quanto a escuta. — Leia o post completo.




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