Maluf ressaltou que o apoio a Haddad se deu por causa das suas afinidades comunistas

EXTERIOR - A declaração do candidato Fernando Haddad, de que o aliado Paulo Maluf  "não vai levar nada" pelo apoio à sua candidatura, causou turbulência nas Ilhas Cayman. Milhares de banqueiros saíram às ruas e realizaram um abraço simbólico na ilha para protestar contra a ingratidão petista. Operadores do mercado financeiro queimaram bandeiras do PT e a embaixada brasileira foi alvejada com lulas vivas pescadas no mar do Caribe.

Profundamente irritado com a inflexibilidade de Fernando Haddad, o empresário caimanês Gregory Batist organizou o movimento Occupy Minhocão. "Haddad foi irresponsável. O homem não faz ideia do peso de Maluf para a economia mundial. Até o FMI já pegou empréstimos com ele. Espero que reveja sua posição insensata", discursou.

Sensibilizado com a confusão internacional envolvendo seu nome, Paulo Maluf alegou que sua vida sempre foi pautada pelos atos desinteressados e que apóia Haddad por "afinidade ideológica e programática". "Comigo é só tomá lá. Nunca pedi dá cá", discursou.

No final do dia, o assessor de Maluf, Adilson Laranjeira, divulgou uma nota que voltou a abalar os mercados: "Fernando Haddad não tem nem nunca teve carisma e Dilma nunca usou laquê".

 

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