Após ser informado de seu nome, o mascote tentou suicídio e teve que ser resgatado por policiais e populares

CANDELÁRIA - Convocada pelo governador Sérgio Cabral, uma multidão tomou as ruas do Centro do Rio de Janeiro para protestar contra o nome escolhido para o mascote da Copa. "Investimos bilhões de reais, alugamos metade da cidade para a iniciativa privada e compramos briga com moradores do Leblon... E a FIFA escolhe Fuleco? Fuleco!!!", esbravejava, estupefato, o prefeito Eduardo Paes, enquanto jogava altinho com um coco oriundo da Praia da Reserva.

Sem alternativas, Sérgio Cabral fez um apelo ao Governo Federal. "Pelo amor de São Sebastião, veta Dilma! Fuleco não!!!", bradava, ao mesmo tempo em que distribuía guardanapos com a mensagem "Veta, Dilma".

A entidade máxima do futebol enviou nota oficial explicando a origem do nome. "Acompanhamos o ritmo das obras, tivemos várias reuniões com o ministro dos Esportes e optamos por um nome que designasse o espírito do poder público brasileiro. Fizemos, então, a junção das palavras 'fuleiro' com 'furreco'", asseverou Joseph Blatter.

 

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